> Pessoalmente, vejo essas tentativas de forçar/proibir qualquer mudança
> na linguagem como censura, e portanto como moralmente inaceitável.
> Deixem as comunidades falar como quiserem, elas vão fazer isso de qqer forma!

Insisto que a língua não pode abrir mão da concordância de gênero (ou
da concordância de número, ou da concordância de grau).

O processo comunicativo segue regras (bastante arbitrárias e por vezes
surpreendentes!).  Reconhecer registros e falas não é equivalente a
reconhecer que qualquer solução gramatical é tão correta e tão
consistente quanto qualquer outra.

Aqui onde vivo os pronomes relativos ("cujo", "do qual", "em que")
aparentemente não são ensinados na escola (as pessoas usam apenas
"que").  Isto não basta para que os mesmos sejam "cancelados", ou para
que o discurso alternativo, informal, que emprega soluções aceitas
pela cultura local mereça a chancela de "gramaticalmente correto".

[]s, Joao Marcos


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