> > Insisto que a língua não pode abrir mão da concordância de gênero (ou > > da concordância de número, ou da concordância de grau). > > Eu não pronuncio os plural faz tempo (mas escrevo). A _minha língua_ abriu > mão deste tipo de concordância, e vai muito bem, obrigado (aqui fiquei na > dúvida se seria obrigadA. Essas dúvidas/confusões acabam por provocar > mudanças na regra oficial, não obstante a opinião de alguns falantes).
Sim, regras arbitrárias serão trocadas por outras regras arbitrárias. ;-) É falso dizer, de todo modo, que "vale tudo". É importante que haja uma forma de determinar, sem espaço para muito questionamento, que as regras estão sendo infringidas. > PS: João, os pronomes relativos e as concordâncias em desuso podem/devem ser > ensinados nas escolas, mesmo que ninguém utilize mais esse tipo de > construção, pois serão vistos nos textos e em outras variantes. Como as > mesóclises. Aqui praticamente ninguém conhece nada disso: nem discentes, nem docentes. O próprio sistema SIGAA, da universidade, usa o dialeto local, bem distinto do registro formal da língua (que ainda está valendo, mas um dia certamente deixará de valer). []s, Joao Marcos -- Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo "LOGICA-L" dos Grupos do Google. Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie um e-mail para logica-l+unsubscr...@dimap.ufrn.br. Para ver esta discussão na web, acesse https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CAO6j_LgvoviBwcmZ0%3DQZ7LRKFONVzpZpddJUEOVt6_NKXRJC8A%40mail.gmail.com.