> > Insisto que a língua não pode abrir mão da concordância de gênero (ou
> > da concordância de número, ou da concordância de grau).
>
> Eu não pronuncio os plural faz tempo (mas escrevo).  A _minha língua_ abriu 
> mão deste tipo de concordância, e vai muito bem, obrigado (aqui fiquei na 
> dúvida se seria obrigadA.  Essas dúvidas/confusões acabam por provocar 
> mudanças na regra oficial, não obstante a opinião de alguns falantes).

Sim, regras arbitrárias serão trocadas por outras regras arbitrárias. ;-)

É falso dizer, de todo modo, que "vale tudo".  É importante que haja
uma forma de determinar, sem espaço para muito questionamento, que as
regras estão sendo infringidas.

> PS: João, os pronomes relativos e as concordâncias em desuso podem/devem ser 
> ensinados nas escolas, mesmo que ninguém utilize mais esse tipo de 
> construção, pois serão vistos nos textos e em outras variantes.  Como as 
> mesóclises.

Aqui praticamente ninguém conhece nada disso: nem discentes, nem
docentes.  O próprio sistema SIGAA, da universidade, usa o dialeto
local, bem distinto do registro formal da língua (que ainda está
valendo, mas um dia certamente deixará de valer).

[]s, Joao Marcos

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