Caros jovens  e ávidos pela excelência.
Conheço muito bem as pessoas que citam. Gostaria que, com o tempo, tivessem 
vocês solucionado problemas como os que Doria e Newton solucionaram. Caramba, 
esqueceram dos resultados? 
Doria poderia listá-los, ou  indicar referências.

Calma, juventude! Honrem quem merece. 
D




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Décio Krause
Departamento de Filosofia
Universidade Federal de Santa Catarina
88040-900 Florianópolis - SC - Brasil
http://www.cfh.ufsc.br/~dkrause
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Em 26/04/2013, às 19:23, Eduardo Ochs <[email protected]> escreveu:

> O "não o conheço" do Dória quer dizer "não o conheço
> pessoalmente"? Ou é um eufemismo para algo como "ele não fala
> com o sotaque certo" ou "ele não é de uma família importante"?
> Ou para "nunca li nenhum paper dele"? Ou para "o currículo Lattes
> dele é pequeno"? Ou para "nunca vi uma palestra dele"? Ou para
> "ele é uma pessoa desagradável"?
> 
> Acho que nestes tempos de internet as pessoas deveriam marcar de comer
> filés virtuais juntas aqui na logica-l, que fica exatamente no meio
> do caminho entre a minha casa e a sua para quaisquer pessoas A e B.
> 
> E francamente, a qualidade das palestras - como critério único -
> não mede a competência de ninguém. O Newton da Costa é
> certamente um portento, e a segunda pior palestra que eu já vi na
> vida foi uma dele, de uma hora, que acabou tendo conteúdo objetivo
> praticamente nenhum - ele fazia preâmbulos & suspense, anunciava o
> que ia mostrar, quase ia escrever alguma coisa no quadro mas acabava
> não indo, repetia quase gritando que "in Quantum Mechanics
> everything is completely different", e o ciclo se repetia quase que ad
> omina secula seculorum por uma hora longuíssima, até o tempo
> acabar e a platéia que era quase um EBL inteiro irromper numa chuva
> de aplausos.
> 
> Agora dá licença que eu vou voltar pros meus afazeres de ostra.
> Um dia eu convido vocês pra virem fazer palestras aqui e verem como
> eu sou importante - porque a nossa funcionária serve o café numa
> bandeja de prata. Por enquanto não vos conheço.
> 
>  [[]]s,
>    Eduardo
> 
> 
> 
> 2013/4/26 Julio Stern <[email protected]>
> 
>>   So para entender oq esta acontecendo:      >> 3 –  As interpretações
>> históricas e sociológicas cabiam exclusivamente a mim fazer, como
>> historiador e cientista social,...
>> 
>> Com eh que alguem vira Interpretador Oficial de uma area, assunto ou
>> documento?     Pergunto porque gostaria de reivindicar e registra em
>> cartorio os direitos e privilegios do posto de Palpiteiro Oficial em varios
>> assuntos de minha predilecao  ;-)     ---Julio
>> 
>>> Date: Fri, 26 Apr 2013 16:03:13 -0300
>>> From: [email protected]
>>> To: [email protected]
>>> CC: [email protected]
>>> Subject: Re: [Logica-l] 11 dreams for the publishing debate,  by Peter
>> Krautzberger
>>> 
>>> Convido os interessados a efetuar busca por "Prix Caumont La Force", esse
>>> notável prêmio internacional, no Google...
>>> 
>>> 
>>> Em 26 de abril de 2013 15:41, Francisco Antonio Doria
>>> <[email protected]>escreveu:
>>> 
>>>> Como não se trata de assunto lógico, nada comentarei a respeito aqui.
>> Noto
>>>> apenas que - nessa área em que sou amador - recebi um prêmio
>> internacional,
>>>> o Prix Caumont La Force 1995.
>>>> 
>>>> Tomo esse interesse de Rodrigo Podlacki por mim como um cumprimento
>> malgré
>>>> soi - não é a primeira vez que o manifesta. Um admirador contrariado?
>> Não o
>>>> conheço; gostaria de fazê-lo, no entanto. Meus cursos estão abertos a
>> ele.
>>>> Se desejar, diga-me dos tópicos em que poderia nos oferecer uma
>> palestra
>>>> que o convido à Coppe. Aí nos conhecemos e conversamos, com
>> testemunhas.
>>>> 
>>>> 
>>>> 2013/4/26 Rodrigo Podiacki <[email protected]>
>>>> 
>>>>> Em 25 de abril de 2013 23:37, Famadoria <[email protected]>
>> escreveu:
>>>>> 
>>>>> Vê que os exemplos que dei vão desde a simples cópia " colorizada "
>> por
>>>>>> assim dizer (o exemplo de Bach) a algo mais complicado. O tema
>> final da
>>>>>> Sinfonia I de Brahms é considerado plágio da Ode à Alegria - e a
>>>>> sinfonia,
>>>>>> uma obra prima.
>>>>>> 
>>>>> 
>>>>> *Francisco Antônio Doria várias vezes exorbitou-se, ou antecipando em
>>>>> 
>>>>> entrevista à imprensa, como se fossem suas, conclusões a que cheguei
>> com
>>>>> base na pesquisa, ou copiando indevidamente em CDs documentos,
>> obtidos por
>>>>> mim na Torre do Tombo, para os distribuir, à minha revelia, sem o meu
>>>>> conhecimento, a várias instituições, como se também resultasse de
>> trabalho
>>>>> seu *[...]
>>>>> 
>>>>> 
>>>>> E como se classifica o comportamento descrito acima?
>>>>> 
>>>>> *Link* para a carta aberta de um eminente historiador brasileiro:
>>>>> 
>>>>> http://www.jbcultura.com.br/2001/CARTA.htm
>>>>> 
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>>>> fad
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>>>> ahhata alati, awienta Wilushati
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