Gostei do béeeeeeeé... Idem pra vosmicê, cabreiramente...
2009/7/31 Decio Krause <[email protected]> > Quiz dizer uma maconhazinha (não estou fazendo apologia), mas acho que usei > a palavra errada. Isso acontece na amplidao do brazilsão. Desculpe. Longe > de mim esse cálice.Bééé.. > > > > > _____________________________ > Décio Krause > Departamento de Filosofia > Universidade Federal de Santa Catarina > 88040-970 Florianópolis, SC - Brasil > www.cfh.ufsc.br/~dkrause <http://www.cfh.ufsc.br/%7Edkrause> > > "People complain that our generation has no philosophers. Quite unjustly: > it is merely that today's philosophers sit in another department, their > names are Planck and Einstein." (C. Seelig, 1952, apud E. Scheibe 2001). > > > Em 31/07/2009, às 11:45, Francisco Antonio Doria escreveu: > > Se sentir bem com uma baranga????? > > ;-)))))))))))))))) > > 2009/7/31 Decio Krause <[email protected]> > >> ArthurEu concordo com a hstória da cabra, e acho que ela deveria mesmo se >> soltar, mas não tomar alucinógenos para pensar que está fora de seus limites >> permitidos e imaginar que o mundo é diferente do que realmente é. Ela não >> investiga o mundo desse jeito. >> Em todo caso, como eu sugeri citando um amigo, cada um cai de boca no que >> melhor lhe apetece. Por exemplo, falaram em Deus. Eu, quanto entro em uma >> igreja (aqui não faço isso porque em geral elas são feias), e fazia muito >> isso em Florença, não ia rezar, mas ficar num ambiente calmo, bonito e >> agradável. Agora pense em você concentrado e rezando num fôlego só: >> "painossoqueestasnoceusantificadosejaovossonomevenhaanosdovossoreino...". >> Não te parece os yogues fazendo "ahummmmmmm..."? Para mim é a mesma coisa. >> Isso dá conforto, e pode ser usado. Sair de uma missa é como sair e uma >> sessão de yoga. Agora, crer é coisa pessoal, assim como se sentir bem com >> uma paranga ou com uma cerveja ou com um chá. Tudo vale. Sejamos felizes sem >> sermos cabras (exceto se for da peste). >> Abraço, >> Décio >> >> >> _____________________________ >> Décio Krause >> Departamento de Filosofia >> Universidade Federal de Santa Catarina >> 88040-970 Florianópolis, SC - Brasil >> www.cfh.ufsc.br/~dkrause <http://www.cfh.ufsc.br/%7Edkrause> >> >> "People complain that our generation has no philosophers. Quite unjustly: >> it is merely that today's philosophers sit in another department, their >> names are Planck and Einstein." (C. Seelig, 1952, apud E. Scheibe 2001). >> >> >> Em 31/07/2009, às 05:09, Arthur Buchsbaum escreveu: >> >> Era uma vez uma cabra que viveu toda a vida sozinha, em uma grande >> campina, repleta de capim, flores e pequenas plantas. Desde pequena esta >> cabra, logo após desmamada, viveu atada, por uma corda, a uma estaca >> profundamente fincada na terra. >> A corda era razoavelmente comprida, de forma que esta cabra alcançava uma >> boa extensão do terreno, e daí tinha acesso a uma boa porção de plantas >> comestíveis, e havia tempo para os tocos restantes das plantas consumidas se >> recuperarem até a cabra voltar a se alimentar das mesmas. >> Assim viveu a cabra toda a sua vida nesta área delimitada pelo comprimento >> da corda presa à dita estaca. Havia um número bem grande de plantas >> comestíveis de outras variedades nesta campina, mas além do alcance da >> cabra. >> Esta sequer deu-se ao trabalho de libertar-se da corda, e até poderia >> fazê-lo, se quisesse, mas, como viveu, quase a vida toda, pelo menos até >> onde a sua memória pessoal alcançava, presa por aquela corda, ela julgava >> que a própria corda e a estaca faziam parte de seu organismo. >> O mundo no qual a cabra vivia era muitíssimo mais vasto, quase infinito, >> perante o diminuto terreno no qual a cabra vivia, as experiências que esta >> poderia ter poderiam ser muitíssimo mais ricas e vastas, mas a cabra julgava >> que a extensão de seu universo limitava-se só ao terreno que ela alcançava. >> Com o tempo, a cabra não mais enxergava o terreno além da corda, via >> apenas a extensão circular que ela podia alcançar, que passou a ser para ela >> a totalidade da existência. >> E assim ela viveu e morreu, neste diminuto terreno, e encontrou nele toda >> a nutrição, satisfação e água necessárias, sem sequer suspeitar que ela >> poderia ter vivido uma existência infinitamente mais rica. >> >> +++++++++++++++++++++++++++++++++ >> >> Assim vivem e agem a maioria dos ditos “intelectuais” de hoje, que pululam >> nas universidades e academias, perfazendo suas diminutas especulações >> intelectuais, mas nunca ultrapassando uma pequena área de exame, pois julgam >> que a totalidade da existência circunscreve-se às suas bem limitadas >> manobras e jogos intelectuais. >> >> a) Arthur Buchsbaum >> _______________________________________________ >> Logica-l mailing list >> [email protected] >> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >> >> >> >> _______________________________________________ >> Logica-l mailing list >> [email protected] >> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >> >> > >
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