Pois é... Parece brincadeira, mas recentemente ouvi um "como é que você me
dá esse prazo? pediram 3 dias para implantar em outro cliente, o nosso não
pode demorar mais que isto" esses dias do meu gerente. Para se ter uma
idéia, ele não entendeu, mas o cliente entendeu perfeitamente o prazo, e só
me disse: "Não me importo se o prazo for mais extenso, o que eu quero é que
ele seja cumprido". Realmente, isto me fez refletir ainda mais sobre esta
discussão!

Abraços,

André

Em 28 de abril de 2010 13:54, Marcus Soares
<[email protected]>escreveu:

>
>
> Realmente, concordo. Justamente pelo andar da carruagem em que todos querem
>> esses prazos cada vez mais curtos e as demandas por "milagres" vêm crescendo
>> que eu acredito que esses clientes descontentes podem vir a crescer. Afinal,
>> como chegar ao equilíbrio entre o que o cliente ou o business QUER e o que a
>> TI PODE? Quando está tudo bem definido e todo mundo tem esta consciência,
>> fica lindo. Mas, no geral, é assim? Vejo muito do contrário: O cliente QUER,
>> o business diz que tem que ser como o cliente QUER, no menor tempo, com os
>> menores recursos e um resultado melhor. E a TI sobra com isto.
>>
>>
> Se um cliente quer se curar do câncer na metade do tempo de tratamento, o
> médico diz "sinto muito, mas isso é impossível".
>
> Se um cliente quer uma solução TI na metade do tempo, a TI pensa "isso é
> impossível" mas diz "ok, deixa comigo".
>
> Esta ai a diferença. A TI de hoje esta na mesma fase que a medicina de
> séculos atrás. Na base dos curandeiros que prometem a cura com remédios
> milagrosos.
>
> O dia que a TI tiver peito pra dizer ISSO É IMPOSSÍVEL será o dia em que
> ela se tornara uma ciência como a medicina ou a engenharia. Por enquanto, TI
> é coisa de curandeiro.
>
> Abs
>
>
>

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