Prezados (as), Prezado Luiz Claudio,
Qualquer um que busque aumento de produtividade sem elevação do capital intelectual só pode colher o resultado relatado por vc. Estamos apenas de perda de tempo e dinheiro. É possível premiar com dinheiro desde que exista um modelo de negócio que torne possível a premiação em cima de metas e ganhos de produtividade. Em geral no Brasil o modelo de negócio em uso remete a um resultado oposto a melhoria e metas alcançadas. Falar em metas e ganhos de produtividade sem falar em capital intelectual em atividades da era do conhecimento é coisa para quem gosta de de viver no mundo da fantásia. Estabelecer metas sem pensar em relacionamento de longo prazo é algo que a comunidade financeira ainda não conseguiu até hoje e já entendeu que não existe. Quanto tempo TI vai insistir neste modelo impeditivo? Só resta compartilhar a tua fé..... Cordialmente Ricardo Mansur http://itgovrm.blogspot.com http://twitter.com/itgovrm ----- Original Message ----- From: Luiz Claudio To: [email protected] Sent: Tuesday, April 27, 2010 9:57 AM Subject: Re: [itsm_br] Relação entre pressão e o gerenciamento de TI. Oal Pessoal, Gostaria de colocar 2 humildes comentários: Quanto a premiação compartilho a opinião do Cohen, ainda não vi funcionando 100% porque estão atreladas a metas e em 110% dos casos TI tropeça em alguma mudança maluca que acaba afastando o time da meta, logo sem premio sem motivação. Isso é um enorme risco. Talvez se as metas fossem pessoais e alinhadas semanalmente em relação a situação de stress do ambiente seria mais produtivo, e trabalhosos para o gestor. Quanto a redução de time e aumento da produtividade vi 2 casos clássicos: no primeiro o time foi reduzido e deveria aumentar a produtividade, isso foi feito através de atendimentos cada vez mais ineficientes até beirar a indecência, dai para o caos foi um passos e algumas reuniões e cabeças rolando depois foi achado um novo termo. No segundo tudo foi feito conforme a ordem, novos SLA´s escalas de prioridades conforme área de atuação, Atendimento diferenciado a grupos de executivos, novos procedimentos e escalabilidade de atendimento definida e regrada. Porém isso ficou acertado entre gestores e equipe de TI e ninguém divulgou as novas regras. Moral da história: A histeria tomou conta de alguns usuários porque seus chamados não eram mais prioridade (exemplo: esqueçeu a senha da planilha do excel). Todos os casos foram sempre olhando para os resultados de atendimentos focado em grupos de pessoas e não processos de negócios, a visão de atendimento e solução para pessoas está muito errada, conforme a Gisely comenta, porém não achei ainda o "cacique manda chuva" que enfrentasse o desafio de mudar a mentalidade das pessoas da organização em relação a TI. Mas eu sou um cara de fé, ainda vou achar! Abraço a todos Luiz Claudio Em 26 de abril de 2010 17:09, Roberto Cohen <[email protected]> escreveu: Deixa ver uma coisa no seu texto: "uma vez que os programas de incentivo, premiações e gratificações baseadas na situação específica do indivíduo ou do grupo de indivíduos estão cada vez mais sendo utilizados para aliviar a pressão que fazemos uns nos outros. De certa forma, acredito que estão descobrindo agora que prestar atenção em gente é lucrativo!" As premiações estão ajudando a aliviar a pressão? Putz, eu acho que é o contrário. Premiação envolve meta que, se não alcançada, hehehe... Abrazon EL Cohen 2010/4/25 André Sousa <[email protected]> Olá pessoal!! Hoje em dia, a grande ordem é fazer mais do que se faz, com menos recursos e tendo um resultado menor. Escrevi um artigo sobre isto, mas não envolvendo especificamente gerenciamento dos serviços de TI. Gostaria de saber um pouco da visão de vocês sobre o impacto desta pressão que o mundo tem exercido de uns tempos para cá na gerência dos serviços de TI. Pontos positivos e negativos, fatos relevantes, experiências, etc. Não escrevo muito na lista, mas observo as discussões e percebo que tem muita gente experiente nela. Ficarei muito grato com a contribuição de vocês. Quem quiser ler o artigo, ele está disponível em http://www.andresousa.org/. Grato, André -- Luiz Claudio Rodrigues
