> Segundo outros entendem, também Aristóteles acreditava somente no infinito > potencial.
Caso não tenha ficado inteiramente clara a minha posição, o argumento que busquei apresentar foi _justamente_ de que a crença cantoriana no infinito "atual" é quando muito *irrelevante* para embasar a técnica matemática que ele introduziu --- e o argumento se aplica notadamente no que diz respeito ao exemplo escolhido por O de Carvalho. JM -- Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo "LOGICA-L" dos Grupos do Google. Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie um e-mail para logica-l+unsubscr...@dimap.ufrn.br. Para postar neste grupo, envie um e-mail para logica-l@dimap.ufrn.br. Visite este grupo em https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/group/logica-l/. Para ver esta discussão na web, acesse https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CAO6j_Liks6cgOJbZ8Vs6BFZGE5bzONic14cM9z-qmqYMHngDwg%40mail.gmail.com.