> Segundo outros entendem, também Aristóteles acreditava somente no infinito 
> potencial.

Caso não tenha ficado inteiramente clara a minha posição, o argumento
que busquei apresentar foi _justamente_ de que a crença cantoriana no
infinito "atual" é quando muito *irrelevante* para embasar a técnica
matemática que ele introduziu --- e o argumento se aplica notadamente
no que diz respeito ao exemplo escolhido por O de Carvalho.

JM

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