Meu grande amigo Anderson, bom dia ! Ou melhor ==> Excelente Bom Dia !

Acho que lá pelo GE-ITIL-RJ eu já havia comentado alguma coisa neste sentido, 
mas vamos lá.

O que eu deduzo disso tudo, desse filme que passa na ponta do nosso nariz a 
cada dia é que:

==> Os processos "core" ou finalísticos das empresas são cada vez mais 
conhecidos, exercitados e refinados por todos internamente; afinal é deles que 
vem o faturamento; 

==> Ainda mais de uns anos para cá com o advento dos pacotes de ERP; 

==> E o "Billing" não pode parar, não pode falhar, e todos os holofotes estão 
voltados em sua direção;

==> Talvez em função da organização cultural ou de um "buy-in" que efetivamente 
ainda não ocorreu na sua totalidade ou que seus efeitos ainda não se fizeram 
sentir em sua plenitude, estes holofotes acabam não abrindo um pouco mais o 
foco como deveriam;

==> Os processos que implementam as Melhores Práticas para Gerenciamento da 
Infraestrutura de TI apregoadas pelo ITIL, dentro de um cenário mais amplo - 
por exemplo, a Cadeia de Valor de Michael Porter - no meu entender acabam 
caindo dentro do grupo de Processos de Suporte;

==> E, em sendo assim, para as empresas e organizações em geral, por mais que 
elas tenham "comprado" (???) a idéia e a importância deles, eles não recebem o 
mesmo tipo de atenção e de importância;

==> A sensação que me dá é a de que eles efetivamente não foram lá tão bem 
digeridos assim ainda (acredito muito no ainda);  

==> Entonces (hehehe) o que se vê são estas demandas por recursos humanos em 
que a lista do que se espera do profissional é uma coisa interminável, e a 
remuneração ideal (para elas - as empresas e organizações) imaginada para este 
"mágico" fica em torno destes valores. 

Entendo que é uma equação um tanto complicada de ser resolvida: este 
convencimento, esta sensibilização, este redesenho e releitura da importância 
cada vez maior destes atores para o sucesso dos "billings da vida, etc" como um 
todo.

Será que se aplica para estes casos aquele dito que costumávamos ouvir de 
nossos avós e de nossos pais ?

         "... pois é, vocês só vão dar valor a isso depois que perderem; aí não 
adianta mais chorar pelos cantos ..."

 

Rui Natal

 

 

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De: [email protected] [mailto:[email protected]] Em nome de 
Anderson Marcelino Pereira
Enviada em: sexta-feira, 20 de agosto de 2010 21:05
Para: [email protected]
Assunto: RES: [itsm_br] Análise e Solução de Problemas

 

  

Vejo que a preocupação das empresas está em algo muito rápido, um entregável 
(relatórios de KPIs, Indicadores, gráficos) e esquecem que para gerar todos 
estes entregáveis ainda é necessário do trabalho da equipe humana e que precisa 
de capacitação.

 

Falta ainda em algumas empresas o autocontrole da suas expectativas em relação 
aos projetos de Service Desk e processos ITIL.

 

Pessoas motivas e bem remuneradas rendem muito mais e com certeza o ROI será o 
que as empresas querem desde do início do projeto quando foi vendido e elas nem 
sabiam o que queriam.

Apenas não queriam ficar para trás em relação aos  concorrente que tinham  
pessoas certificadas em ITIL,tinham Service Desk, entregáveis dos processos.

 Mas nenhuma delas analisaram o tempo que leva para atingir tal nível de 
maturidade

 

 

Já viu um anúncio de profissionais para trabalhar em um Service Desk

Tem uma grade de exigências técnicas e não técnicas, idiomas, certificações, 
porém com salários que variam de R$ 900,00 a R$ 1.200.

Com muita sorte você consegue um de R$ 2.000,00 mas como PJ.

 

Com este tipo de tratamento se consegue excelência no atendimento?

 

Anderson Marcelino Pereira

ITIL Manager Certified

 (11) 8317-5537

[email protected] <mailto:[email protected]>  

msn: [email protected]

skype: hashijd

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http://twitter.com/andersompereira

 

 

De: [email protected] [mailto:[email protected]] Em nome de 
jperussi78
Enviada em: sexta-feira, 20 de agosto de 2010 12:52
Para: [email protected]
Assunto: [itsm_br] Análise e Solução de Problemas

 

  

Vejo que muito falamos sobre o gerenciamento dos serviços de TI e outros 
assuntos de alto nível, mas vejo que a realidade das Centrais de Atendimento 
ainda está um pouco abaixo.

Não adianta implementarmos processos de controle e gestão, gastar dinheiro com 
ótimas ferramentas se as pessoas envolvidas no atendimento não entendem o que 
estão fazendo e qual o seu papel neste universo.

Vejo que a grande dificuldade das equipes não é seguir procedimentos, mas 
entender qual procedimento seguir e entender qual o problema está sendo 
relatado e o impacto que este problema poderá causar na organização se não for 
atendido corretamente.

As áreas de treinamentos das empresas se preocupam muito com a parte técnica e 
com os processos de encaminhamento, mas não ensinam o analista a pensar 
criticamente e a ouvir de forma estruturada. Isso já foi mostrado, por nosso 
amigo Cohen, como uma das principais competências esperadas dos analistas. 

Espero que as organizações que buscam a excelência no atendimento passem a 
investir mais tempo e dinheiro neste tipo de abordagem para que seus processos 
sejam mais bem executados e, consequentemente, tenham mais retorno.

Obrigado,

Jorge Guimarães
Coordenador Service Desk
www.twitter.com/jpguima



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