Vejo que a preocupação das empresas está em algo muito rápido, um entregável
(relatórios de KPIs, Indicadores, gráficos) e esquecem que para gerar todos
estes entregáveis ainda é necessário do trabalho da equipe humana e que
precisa de capacitação.

 

Falta ainda em algumas empresas o autocontrole da suas expectativas em
relação aos projetos de Service Desk e processos ITIL.

 

Pessoas motivas e bem remuneradas rendem muito mais e com certeza o ROI será
o que as empresas querem desde do início do projeto quando foi vendido e
elas nem sabiam o que queriam.

Apenas não queriam ficar para trás em relação aos  concorrente que tinham
pessoas certificadas em ITIL,tinham Service Desk, entregáveis dos processos.

 Mas nenhuma delas analisaram o tempo que leva para atingir tal nível de
maturidade

 

 

Já viu um anúncio de profissionais para trabalhar em um Service Desk

Tem uma grade de exigências técnicas e não técnicas, idiomas, certificações,
porém com salários que variam de R$ 900,00 a R$ 1.200.

Com muita sorte você consegue um de R$ 2.000,00 mas como PJ.

 

Com este tipo de tratamento se consegue excelência no atendimento?

 

Anderson Marcelino Pereira

ITIL Manager Certified

 (11) 8317-5537

 <mailto:[email protected]>
[email protected] 

msn: [email protected]

skype: hashijd

http://br.linkedin.com/in/andersonpereira

http://www.facebook.com/anderson.m.pereira#!/anderson.m.pereira 

http://twitter.com/andersompereira

certificações

 

De: [email protected] [mailto:[email protected]] Em nome de
jperussi78
Enviada em: sexta-feira, 20 de agosto de 2010 12:52
Para: [email protected]
Assunto: [itsm_br] Análise e Solução de Problemas

 

  

Vejo que muito falamos sobre o gerenciamento dos serviços de TI e outros
assuntos de alto nível, mas vejo que a realidade das Centrais de Atendimento
ainda está um pouco abaixo.

Não adianta implementarmos processos de controle e gestão, gastar dinheiro
com ótimas ferramentas se as pessoas envolvidas no atendimento não entendem
o que estão fazendo e qual o seu papel neste universo.

Vejo que a grande dificuldade das equipes não é seguir procedimentos, mas
entender qual procedimento seguir e entender qual o problema está sendo
relatado e o impacto que este problema poderá causar na organização se não
for atendido corretamente.

As áreas de treinamentos das empresas se preocupam muito com a parte técnica
e com os processos de encaminhamento, mas não ensinam o analista a pensar
criticamente e a ouvir de forma estruturada. Isso já foi mostrado, por nosso
amigo Cohen, como uma das principais competências esperadas dos analistas. 

Espero que as organizações que buscam a excelência no atendimento passem a
investir mais tempo e dinheiro neste tipo de abordagem para que seus
processos sejam mais bem executados e, consequentemente, tenham mais
retorno.

Obrigado,

Jorge Guimarães
Coordenador Service Desk
www.twitter.com/jpguima



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