Rui,

Pois é, e de lá pra cá, esse trabalho de documentar/registrar para manter
válido o conteúdo nunca foi devidamente reconhecido e avaliado. Daí soluções
são concebidas/contruídas/implantadas e colocadas em operação sem provisão
de infra/recursos adequados para manutenção da qualidade dos dados.

[ ]´s

Tales Costa


2010/8/2 Rui Natal <[email protected]>

>
>
>  Tales, bom dia.
>
> Obrigado pela contribuição.
>
> Inclusive na década de 80 a turma dos dinossauros já falava bem nisso e
> aqui no Brasil chamava genericamente de GESIS (Gerência de Sistemas), e já
> existia manual de CFIA (Component Failure Impact Analysis).
>
> Mas, de forma alguma sem tirar o mérito dos profissionais que compilaram as
> Melhores Práticas e as disponibilizaram através do ITIL.
>
> As vezes nos surpreendemos que afirmações do gênero: ora, mas isso é o
> óbvio, só que de forma organizada e estruturada.
>
> Pois é, mas muitos de nós não gostam da idéia de sentar e documentar.
> Tendemos a achar que é a parte menos nobre do todo ou do trabalho.
>
> Mas eles sentaram e o fizeram.
>
> Meu amigo, mais uma vez, obrigado pela lembrança e contribuição.
>
>
>
> Rui Natal
>
>
>  ------------------------------
>
> *De:* [email protected] [mailto:[email protected]] *Em nome de
> *Tales Costa
> *Enviada em:* sexta-feira, 30 de julho de 2010 18:08
> *Para:* [email protected]
> *Cc:* Rui Natal
> *Assunto:* Re: [itsm_br] CMDB - Herói ou Vilão
>
>
>
>
>
> Rui,
>
> Só complementando, sistemas de gestão de configuração também não são tão
> novos assim. Pelo menos desde os anos 90 são usados em outras áreas, como
> gestão de produtos ou equipamentos. A novidade é aplicar o conceito em
> Serviços na própria TI.
>
> [ ]´s
>
> Tales
>
>  2010/7/30 Rui Natal <[email protected]>
>
>
>
> Compartilhando com os amigos de Forum...
>
>
>
> Se reenrolarmos o filme da TI até a década de 70 e início dos anos 80,
> muitos de nós talvez tenham saído de um cenário bastante centralizado em
> termos de processamento, calcado em um único ou em uns poucos fornecedores e
> que na maioria esmagadora das vezes os problemas se situavam entre 4
> paredes. Basicamente estávamos restritos aos mainframes e umas poucas opções
> adicionais ou complementares.
>
> Mas, com o passar de alguns anos, nos vimos diante de um cenário bastante
> complexo, um mundo extremamente distribuído e heterogêneo, com uma
> infinidade de componentes de fornecedores diferentes.
>
> Em relação ao cenário de Gerenciamento da infraestrutura de TI, alguns
> pontos foram se transformando em grandes preocupações:
>
> o       A importância das mudanças,
>
> o       Os erros humanos respondendo por cerca de 80% das paradas,
>
> o       A complexidade das instalações destacando uma carência acentuada
> em Gerência de Configuração,
>
> o       O ITIL dando corpo à importância da Gerência dos Serviços de
> prestados por TI.
>
> Muito se fala e se discute sobre CMDB.
>
> Em relação a DB (Banco de Dados), tudo bem. Creio que já trazemos esta
> idéia e este conceito de longa data, afinal os bancos de dados já estão
> entre nós há cerca de 40 anos. Afinal, Edgar Frank Codd publicou um artigo
> chamado "Relational Model of Data for Large Shared Data Banks" em junho de
> 1970.
>
> Mas, e em relação a CM ? O que dizer em relação a Configuration Management
> ou a Gerenciamento de Configuração ?
>
> Em seu cerne, o CMDB é um repositório dinâmico e confiável de informações
> relevantes em relação à configuração da infra-estrutura e a topologia na
> medida em que mapeiam os serviços a serem entregues por TI.
>
> A meta do Gerenciamento de Configuração é prover um modelo lógico da
> infra-estrutura de TI identificando, controlando, mantendo e verificando as
> versões de todos os Itens de Configuração (IC’s) existentes.
>
> A importância do CMDB é grande quando olhamos para os problemas provocados
> pelas mudanças mal planejadas e seus desdobramentos para a empresa e para
> seu negócio. Porque a incapacidade de prever e de entender o impacto destas
> mudanças pode resultar num tempo de inatividade do sistema e uma redução
> significativa da produtividade.
>
> Implementar um CMDB transforma-se numa excelente oportunidade para que as
> organizações de TI dêem foco em sua operação em relação aos requisitos do
> negócio.
>
> Mas, não podemos nos afastar da idéia de que um Projeto de CMDB é antes de
> tudo uma Jornada, e não um Destino.
>
>
>
> Boa tarde a todos.
>
>
>
> Rui Natal
>
>
>
>
>   
>

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