Christian, boa tarde,
Em relação às suas argumentações abaixo, eu creio que a(s) feramenta(s) pode(m) 
dar este empurrãozinho sim.
Você levantou 2 pontos interessantes: gente com capacitação e processos 
definidos informalmente.
isso ajuda ? Sim, em minha opinião ajuda.
No entanto, algumas ações e iniciativas são necessárias:
==> Um workshop da ferramenta para as partes interessadas / envolvidas (os 
famosos stakeholders);
==> Um gap analysis para levantar as diferenças entre o cenário atual 
(processos informais) / pretendido versus o que a feramenta oferece, ou como 
processa as funções
==> A identificação e dimensionamento a maior e a menor das funcionalidades;
==> A capacidade de adaptação / customização ou flexibilidade da ferramenta;
==> Um trabalho incansável (de formiguinha) junto aos usuários atuais 
salientando os benefícios da adoção da ferramenta;
==> Um traballho de catequese de características, funcionalidades, usabilidade 
e benefícios da ferramenta junto aos "padrinhos" ou "pseudo donos" dos 
proceessos atuais visando não ferir orgulhos e suscetibilidades, afinal, onde 
já se viu você jogar fora / substituir os processos que o fulaninho desenvolveu 
e que já vem sendo usado há tanto tempo, ora bolas;
==> Uma ferramenta poderá exigir um esforço prévio de parametrização e a 
extensão e complexidade disso deve ser avaliada com cuidado;
==> Algumas ferramentas chamam esta fase de Fundação (Foundation) ou seja, você 
está plantando ou cravando os pilares, os alicerces que irão sustentar a 
execução com sucesso de todo o leque funcional da ferramenta;
(a propósito, "assisti um filme meio triste sobre este episódio de alicerçar a 
ferramenta)
==> Um aspecto de suma importância nisso tudo é até que ponto estes tais 
processos informais já estão nas entranhas dos diferentes atores para que, de 
forma proporcional, seja feito um trabalho de convencimento, demonstração, 
explicitação dos ganhos e benefícios para eles e para a empresa, mudança de 
cultura, enfim para que a "virada da chave" seja um sucesso, ou que ao menos 
não deixe marcas, traumas, mágoas e cicatrizes. 
Vou me permitir discordar do Marcus Soares em termos do "sempre deu errado". 
Christian, veja bem, isso é um movimento, um passo muito sério, abrangente e 
que pode trazer sérias repercussões.
Então, precisa ser tratado com a importância, o foco e o comprometimento que 
merece por parte de todas as pessoas que direta ou indiretamente participam, 
influem ou exercem algum tipo de influência nos processos.
 
Espero ter ajudado de alguma forma.
 
Rui Natal
   
________________________________

De: [email protected] em nome de Christian Guerreiro
Enviada: seg 19/7/2010 16:03
Para: [email protected]
Assunto: Re: [itsm_br] Uma ferramenta molda um processo ?


  

Marcus, 

Concordo plenamente com sua observação, mas veja que o meu cenário é um 
pouquinho diferente, pois temos gente com capacitação, processos definidos 
informalmente e precisamos de um "empurrão" para formalizar e padronizar estes 
processos.

Neste caso, uma ferramenta não seria importante para apoiar esta padronização, 
uma vez que a questão das pessoas está "praticamente" resolvida ?

Christian Guerreiro 
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2010/7/14 Marcus Soares <[email protected] 
<mailto:[email protected]> >


          

        Essa abordagem nao é nova. Sempre foi assim na area de TI. A ferramenta 
moldando o processo.


        E sempre deu errado.

        Pessoas - Processo - Ferramenta. Essa é a formula magica!

        Marcus
        


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