Das proprietates terminorum a mais famosa é a suppositio: proprietates terminorum = propriedades dos termos.
Todos os apóstolos são 12 Pedro é apóstolo. Logo, Pedro é 12. Falando disso, fiquei sabendo de uma tradução ao português da Grammatica Speculativa http://hdl.handle.net/1884/30657 https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/30657/R%20-%20T%20-%20ALESSANDRO%20JOCELITO%20BECCARI.pdf?sequence=1&isAllowed=y Grande trabalho! (Ou "grande" trabalho :-) ) (Ou "trabalho grande" :-) ) (Ou "trabalho graaande", com a semântica atual do WhatsApp, :-) ) Heidegger usou muito disso quando estudava para ser padre. A neoescolástica acusou-a de "desgraçadas sutilezas". Mas eu acho que a semântica tem um par de dívidas com a Grammatica Speculativa. Também com Petrus Hispanus. Duns Scotus = "Doctor Subtilis" > > > Thomas of Erfurt Hoje Thomas of Erfurt e os modistas https://pt.wikipedia.org/wiki/Modistas estão fora de moda. Eu acho várias coisas escritas sobre a "significatio" (outra das proprietates terminorum) mais interessantes que a teoria do Sinn e Bedeutung em Frege. (Ver Kneale-Kneale sobre proprietates terminorum) Carlos @book{knealekneale1986desenvolvimentologica, title = "O desenvolvimento da l{\'o}gica", author = "William Kneale and Martha Kneale", publisher = "Calouste Gulbenkian", address = "Lisboa", year = 1986, } 2018-09-16 18:46 GMT-03:00 Walter Carnielli <walter.carnie...@gmail.com>: > Esse é claramente um silogismo inválido, Ricardo. > > O silogismo deve ter duas premissas e uma conclusão, esse extrapolou :-) > > W. > > Em dom, 16 de set de 2018 18:10, Ricardo Grande <rekdinhopoet...@gmail.com> > escreveu: > >> Walter e João, prefiro esse: >> Deus é amor... >> o amor é cego... >> cego é o Ray Charles >> Logo, Deus é o Ray Charles >> ctr alt del >> >> Em 16 de setembro de 2018 16:51, Walter Carnielli < >> walter.carnie...@gmail.com> escreveu: >> >>> Aproveite e teste a validade deste também (é melhor se exercitar com >>> silogismos, do que ficar falando a respeito deles): >>> >>> 1) Nada é melhor do que ir para o Céu e ficar ao lado de Deus. >>> 2) Um pão-de-queijo é melhor do que nada. >>> 3) Logo, um pão-de-queijo é melhor do que ir para o Céu e ficar ao >>> lado de Deus. >>> >>> W. >>> >>> >>> Em dom, 16 de set de 2018 às 14:39, Jessé Silva >>> <aprendizforeve...@gmail.com> escreveu: >>> > >>> > Joao Marcos, muito obrigado, em breve posto as respostas. >>> > >>> > >>> > Em dom, 16 de set de 2018 às 14:36, Joao Marcos <botoc...@gmail.com> >>> escreveu: >>> >> >>> >> Eis um exercício para você. Analise a *validade* dos seguintes >>> >> argumentos, do ponto de vista da Teoria do Silogismo: >>> >> >>> >> (0) >>> >> Todo golfinho é uma ave. >>> >> Moby Dick é um golfinho. >>> >> Logo, Moby Dick é uma ave. >>> >> >>> >> (1) >>> >> Todo fnord é um pseudo-celerado. >>> >> Jessé é um fnord. >>> >> Logo, Jessé é um pseudo-celerado. >>> >> >>> >> (2) >>> >> Todo astro gira em torno da Terra. >>> >> Elvis Presley foi um astro. >>> >> Logo, Elvis Presley girou em torno da Terra. >>> >> >>> >> (3) >>> >> Tudo que é sólido se desmancha no ar. >>> >> Este raciocínio é sólido. >>> >> Logo, este raciocínio se desmancha no ar. >>> >> >>> >> Bons estudos, JM >>> >> >>> >> >>> >> On Sun, Sep 16, 2018 at 12:27 AM Jessé Silva >>> >> <aprendizforeve...@gmail.com> wrote: >>> >> > >>> >> > >>> >> > > Todo homem é mortal, Sócrates é homem, logo, Sócrates é mortal. >>> >> > >>> >> > É uma frase formada por três sentenças declarativas afirmativas, ou >>> seja, por três proposições simples. >>> >> > A frase trata-se de uma dedução formal, isto é, parte do geral para >>> o particular. >>> >> > A frase é composta de três juízos, onde o último é uma conclusão >>> dos dois primeiros. >>> >> > A frase trata-se de um conhecimento discursivo complexo, pois há o >>> processo dedutivo, que é a passagem do geral para o individual. >>> >> > É um silogismo, pois há uma conclusão no terceiro juízo, advinda do >>> primeiro juízo estabelecido como verdadeiro, e intermediado pelo segundo. >>> >> > >>> >> > Premissa maior: Todo homem é mortal. >>> >> > Premissa menor: Sócrates é homem. >>> >> > Conclusão: Sócrates é mortal. >>> >> > >>> >> > O termo maior, que é o predicado da conclusão, é "mortal". >>> >> > O termo médio, que está presente nas duas premissas e falta na >>> conclusão, é "homem". >>> >> > O termo menor, o sujeito da conclusão, é "Sócrates". >>> >> > >>> >> > O atributo necessário de "Sócrates" é "mortal". >>> >> > O atributo necessário de "homem" é "mortal". >>> >> > O atributo necessário de "Sócrates" é "homem". >>> >> > >>> >> > Válido: 1 – Terminus esto tríplex, medius, majorque minorque (o >>> silogismo tem três termos: o maior, o médio e o menor). >>> >> > Válido: 2 – Nequaquem medium capiat fas est (a conclusão nunca deve >>> conter o termo médio). >>> >> > Válido: 3 – Aut semel aut medius generaliter esto (o termo médio >>> deve ser tomado pelo menos uma vez em toda a sua extensão). >>> >> > Válido: 4 – Latius hunc (terminum) quam premissas concluso non vult >>> (nenhum termo pode ser mais extenso nas conclusões do que nas premissas). >>> >> > Válido: 5 – Utraque si praemissa negat nil inde sequitir (se as >>> duas premissas são negativas, nada se pode concluir). >>> >> > Válido: 6 – Ambae afirmantes nequeunt generare regantem (duas >>> premissas afirmativas não podem produzir uma conclusão negativa). >>> >> > Válido: 7 – Pejorem sequitir semper conclusio partem (a conclusão >>> segue sempre a parte mais fraca). >>> >> > Válido: 8 – Nihil sequitur geminis ex particularibus unquam (De >>> duas premissas particulares, nada se conclui). >>> >> > >>> >> > A primeira figura silogística corresponde ao silogismo por ser o >>> termo sujeito na premissa maior e predicado na menor. >>> >> > No caso "homem" é sujeito na premissa maior, e também predicado na >>> premissa menor. >>> >> > >>> >> > O modo do silogismo, de acordo com a primeira figura, a qual o >>> mesmo corresponde é o modo Darii. >>> >> > Pois o modo Darii equivale a "A I I", ou seja, o a sentença é >>> composta por três juízos, onde, segundo a quantidade e qualidade, a >>> premissa maior se trata de um juízo universal afirmativo, e a premissa >>> menor e a conclusão tratam-se de um juízo particular afirmativo. >>> >> > >>> >> > > Primeira proposição: Todo homem é mortal. >>> >> > Conceito específico: homem >>> >> > Conceito genérico: mortal >>> >> > >>> >> > Conceito com mais conteúdo: homem >>> >> > Conceito com menos conteúdo: mortal >>> >> > Conceito mais extenso: mortal >>> >> > Conceito menos extenso: homem >>> >> > Conceito com maior compreensão: homem >>> >> > Conceito com menor compreensão: mortal >>> >> > >>> >> > Subordinante: mortal >>> >> > Subordinado: homem >>> >> > >>> >> > Conceito-sujeito: homem >>> >> > Conceito-predicado: mortal >>> >> > Cópula: é >>> >> > >>> >> > Tipo: juízo afirmativo, determinativo >>> >> > Predicação: de dependência >>> >> > >>> >> > Segundo a qualidade: afirmativo >>> >> > Segundo a quantidade: universal >>> >> > Segundo a relação: categórico assertórico >>> >> > Segundo a modalidade: assertórico >>> >> > >>> >> > >>> >> > > Segunda proposição: Sócrates é homem. >>> >> > Conceito específico: Sócrates >>> >> > Conceito genérico: homem >>> >> > >>> >> > Conceito com mais conteúdo: Sócrates >>> >> > Conceito com menos conteúdo: homem >>> >> > Conceito mais extenso: homem >>> >> > Conceito menos extenso: Sócrates >>> >> > Conceito com maior compreensão: Sócrates >>> >> > Conceito com menor compreensão: homem >>> >> > >>> >> > Subordinante: homem >>> >> > Subordinado: Sócrates >>> >> > >>> >> > Conceito-sujeito: Sócrates >>> >> > Conceito-predicado: homem >>> >> > Cópula: é >>> >> > >>> >> > Tipo: juízo afirmativo, determinativo >>> >> > Predicação: de dependência >>> >> > >>> >> > Segundo a qualidade: afirmativo >>> >> > Segundo a quantidade: particular >>> >> > Segundo a relação: categórico assertório >>> >> > Segundo a modalidade: assertório >>> >> > >>> >> > >>> >> > > Terceira proposição: logo, Sócrates é mortal. >>> >> > Conceito específico: Sócrates >>> >> > Conceito genérico: mortal >>> >> > >>> >> > Conceito com mais conteúdo: Sócrates >>> >> > Conceito com menos conteúdo:mortal >>> >> > Conceito mais extenso: mortal >>> >> > Conceito menos extenso: Sócrates >>> >> > Conceito com maior compreensão: Sócrates >>> >> > Conceito com menor compreensão: mortal >>> >> > >>> >> > Subordinante: mortal >>> >> > Subordinado: Sócrates >>> >> > >>> >> > Conceito-sujeito: Sócrates >>> >> > Conceito-predicado: mortal >>> >> > Cópula: é >>> >> > >>> >> > Tipo: juízo afirmativo, determinativo >>> >> > Predicação: de dependência >>> >> > >>> >> > Segundo a qualidade: afirmativo >>> >> > Segundo a quantidade: particular >>> >> > Segundo a relação: categórico assertório >>> >> > Segundo a modalidade: assertório >>> >> > >>> >> > Minhas dúvidas: >>> >> > >>> >> > 1 - A proposição "Todo homem é mortal" me parece ser, segundo a >>> relação, categórica, e segundo a modalidade, assertória. Mas não seria o >>> juízo segundo a modalidade, necessário? Pois na própria proposição está >>> sendo afirmado que "todo" homem é mortal, logo, não está abrindo brecha >>> para dúvidas em relação a mortalidade do homem, de acordo com a estrutura >>> do próprio juízo aplicado, ele não deve ser do tipo necessário segundo a >>> sua modalidade? >>> >> > >>> >> > 2 - A questão é que levando em consideração o próprio conceito de >>> "homem", vejo dois problemas, um é a concepção de alma imortal que está >>> ligada ao homem, e o segundo problema é a questão da possibilidade de no >>> futuro o homem poder ser imortal, seja pelo avanço tecnológico ou seja lá >>> pelo que for. Logo, em ambas as situações, isso remete a noção de >>> contingência e não de necessidade, portanto a minha outra dúvida, que de >>> certa forma está ligada com a primeira: afinal, algo estar ligado a >>> realidade temporal torna a coisa contingente e acaba que excluindo a >>> necessidade dela? >>> >> > >>> >> > 3 - Sintetizando as duas dúvidas e formulando uma terceira, afinal, >>> na aplicação de um juízo não se deve trata-lo tanto logicamente quanto >>> levando em consideração a sua correspondência com a realidade? >>> >> > >>> >> > 4 - E nessa, consequentemente eu não irei levar em consideração a >>> análise mais aprofundada dos próprios conceitos, de seus respectivos >>> significados? >>> >> > >>> >> > 5 - E isso não afetará, fatalmente, na própria validade do juízo e >>> da proposição? >>> >> > >>> >> > >>> >> > Por fim, se eu errei em algum ponto, por favor, se não for >>> incômodo, me digam para me ajudar nos estudos. >>> >> >>> >> -- >>> >> http://sequiturquodlibet.googlepages.com/ >>> >> >>> >> -- >>> >> Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo >>> "LOGICA-L" dos Grupos do Google. >>> >> Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, >>> envie um e-mail para logica-l+unsubscr...@dimap.ufrn.br. >>> >> Para postar neste grupo, envie um e-mail para logica-l@dimap.ufrn.br. >>> >> Visite este grupo em https://groups.google.com/a/ >>> dimap.ufrn.br/group/logica-l/. >>> >> Para ver esta discussão na web, acesse https://groups.google.com/a/ >>> dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CAO6j_Lg%3DDB7zMeS5UutpUbFhUT05TtotSxZ3 >>> F4wxqUkF2hR%3D%3Dg%40mail.gmail.com. >>> > >>> > -- >>> > Você recebeu essa mensagem porque está inscrito no grupo "LOGICA-L" >>> dos Grupos do Google. >>> > Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, >>> envie um e-mail para logica-l+unsubscr...@dimap.ufrn.br. >>> > Para postar nesse grupo, envie um e-mail para logica-l@dimap.ufrn.br. >>> > Acesse esse grupo em https://groups.google.com/a/ >>> dimap.ufrn.br/group/logica-l/. >>> > Para ver essa discussão na Web, acesse https://groups.google.com/a/ >>> dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CAAbLrd%2BVXpMmY3xAgWhLwE0_ >>> TzRGRfVfM3cA4JWp-%3DDshjeD%2Bg%40mail.gmail.com. >>> >>> >>> >>> -- >>> ----------------------------------------------- >>> Walter Carnielli >>> Centre for Logic, Epistemology and the History of Science and >>> Department of Philosophy >>> State University of Campinas –UNICAMP >>> 13083-859 Campinas -SP, Brazil >>> >>> >>> http://www.cambridge.org/br/academic/subjects/philosophy/ >>> twentieth-century-philosophy/significance-new-logic?format= >>> HB&isbn=9781107179028 >>> >>> >>> Institutional e-mail: walter.carnie...@cle.unicamp.br >>> Website: http://www.cle.unicamp.br/prof/carnielli >>> CV Lattes : http://lattes.cnpq.br/1055555496835379 >>> >>> -- >>> Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo >>> "LOGICA-L" dos Grupos do Google. >>> Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, >>> envie um e-mail para logica-l+unsubscr...@dimap.ufrn.br. >>> Para postar neste grupo, envie um e-mail para logica-l@dimap.ufrn.br. >>> Visite este grupo em https://groups.google.com/a/ >>> dimap.ufrn.br/group/logica-l/. >>> Para ver esta discussão na web, acesse https://groups.google.com/a/ >>> dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CA%2Bob58O-H%2BzDW%2BLzwGMTVcm3Np6- >>> RoAyGyUbTKBa4Vd-qC8DQg%40mail.gmail.com. >>> >> >> >> >> -- >> >> "The evil that men do lives after them; The good is oft interred with >> their bones.” W. Shakeaspeare, J.C. >> >> "The good men do is oft interred with their bones, but the evil that men >> do lives on". B. Dickinson. >> >> "(...) há animais humanos mentalmente retardados cujos cérebros >> envergonhariam um chimpanzé". N. Wiener, 22º Parágrafo do 4º Cap. de >> *Cibernética >> e Sociedade*. >> >> "De qualquer forma, se existe uma realidade independente do homem, também >> existe a verdade relativa a esta realidade; e de certa forma a negação da >> primeira gera a negação da existência da seguinte" Einstein em seus >> diálogos com Tagore. >> >> >> >> -- >> Você recebeu essa mensagem porque está inscrito no grupo "LOGICA-L" dos >> Grupos do Google. >> Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, >> envie um e-mail para logica-l+unsubscr...@dimap.ufrn.br. >> Para postar nesse grupo, envie um e-mail para logica-l@dimap.ufrn.br. >> Acesse esse grupo em https://groups.google.com/a/ >> dimap.ufrn.br/group/logica-l/. >> Para ver essa discussão na Web, acesse https://groups.google.com/a/ >> dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CAO5LKz5EPxZqjJ9E2v2y_ >> cTkQU5m3FFW0w3pdxwBXnqoZW2X2Q%40mail.gmail.com >> <https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CAO5LKz5EPxZqjJ9E2v2y_cTkQU5m3FFW0w3pdxwBXnqoZW2X2Q%40mail.gmail.com?utm_medium=email&utm_source=footer> >> . >> > -- > Você recebeu essa mensagem porque está inscrito no grupo "LOGICA-L" dos > Grupos do Google. > Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie > um e-mail para logica-l+unsubscr...@dimap.ufrn.br. > Para postar nesse grupo, envie um e-mail para logica-l@dimap.ufrn.br. > Acesse esse grupo em https://groups.google.com/a/ > dimap.ufrn.br/group/logica-l/. > Para ver essa discussão na Web, acesse https://groups.google.com/a/ > dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CA%2Bob58MYjONV29AaHZEytZGQ5tF- > HmH%2BxrXPBr5NGb%3DwzcW3AQ%40mail.gmail.com > <https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CA%2Bob58MYjONV29AaHZEytZGQ5tF-HmH%2BxrXPBr5NGb%3DwzcW3AQ%40mail.gmail.com?utm_medium=email&utm_source=footer> > . > -- Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo "LOGICA-L" dos Grupos do Google. 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