Prezado Rodrigo,

Você insiste com acusações de impostura intelectual sem assegurar a
evidência necessária para corroborá-las.

Se você identificou erros nos artigos de 2003 e 2007 de Da Costa-Doria a
respeito do P vs NP publicados na Applied Mathematics & Computation, erros
que referees especializados na área não foram capazes de apontar, erros que
por algum motivo possuem a capacidade de demonstrar que este trabalho
conjunto de Da Costa-Doria não possui mérito intelectual algum e que ambos
os pesquisadores são um engodo, mostre-os. Seria uma contribuição relevante
para esta linha de pesquisa.

Robert Solovay é um gênio cujo peculiar temperamento e trato social, tanto
online quanto offline, já rendeu muitas anedotas. Apontar mensagens de uma
lista de discussões de 2001 - quando só existiam versões ainda
preliminares, cheias de erros, do trabalho de Da Costa-Doria que foi
submetido para publicação anos depois - permeados pela acidez usual desse
grande lógico evidentemente não permite você fazer a inferência de que Da
Costa e Doria são impostores, isso seria falacioso.

Ausência de resultados no Google também não é demonstração de inexistência
do Prêmio Caumont La-Force de genealogia. Até onde eu saiba, uma informação
ser indexada pelo Google ou não não é um critério decisivo para assegurar
algum comprometimento ontológico. Afinal, o Google também costuma indexar
informações sobre entidades fictícias como o disco voador do Hangar 18 e o
doutorado da Dilma. A atitude adequada para verificar se o prêmio existe ou
não é entrar em contato com a confederação que foi apontada como
responsável pela sua emissão (http://www.cigh.org/).

Se há algum paralelo entre essa discussão e contos de fada, não me parece
ser um caso de "A Roupa Nova do Rei", está mais para "A Raposa e as Uvas".

Abraços.


2013/4/29 Rodrigo Podiacki <[email protected]>

> Eu acho que, como no conto de fadas, as pessoas têm uma resistência
> natural em perceber quando o rei está nu.
>
>
> Em 29 de abril de 2013 00:42, Manuel Doria <[email protected]>escreveu:
>
> Prezado Francisco, nenhuma das instâncias alegadas de "falar alto sem
>> conhecimento de causa" na carreira dos dois pesquisadores que foram alvo de
>> acusações de impostura intelectual nesta discussão é verídica.
>>
>> Ambos servem ou já serviram de referee para os periódicos centrais de
>> áreas nais quais são internacionalmente consagrados pelo seu expertise.
>> Inúmeros discípulos do Professor Newton da Costa, mais do que qualquer
>> brasileiro, são atualmente referência primária nas mais diversas áreas da
>> lógica matemática, filosofia da lógica e filosofia da ciência. São editores
>> de periódicos, antologias e redatores de textos de referência default da
>> área.
>>
>> A sua menção à filosofia da ciência e da matemática é extremamente
>> acurada mas não poderia ser mais inadequada no contexto da discussão. Ambos
>> os pesquisadores que foram alvejados nessa discussão são renomados por suas
>> críticas incisivas à má qualidade e irrelevância cognitiva de boa parte da
>> filosofia da ciência contemporânea precisamente pela falta de know how por
>> parte da maioria dos filósofos. É intelectualmente irresponsável fazer
>> filosofia da ciência ou fundamentos da ciência dessa forma. Ambos os
>> pesquisadores possuem, acumulados, formações de graduação e pós-graduação
>> em engenharia, matemática e física e contribuíram de forma ímpar para
>> fundamentos de disciplinas como física e economia.
>>
>> Abraços.
>>
>>
>> 2013/4/29 Francisco Gomes Martins <[email protected]>
>>
>>> A discussão sobre a palestra do Newton é secundária, caro Júlio. Quanto a
>>> questão inicial, esta sim, importante, o Rodrigo pos os pingos nos i ´s e
>>> cortou todos os t´s. O que ocorre é que, no Brasil, muita gente quer
>>> falar
>>> alto sem conhecimento de causa. Nestas terras, vejo filósofos se auto
>>> intitularem *filósofos da matemática* mas ignoram noções básicas na área
>>> da
>>> matemática. Igualmente, vemos *filosofos da ciencia* a falarem tontices
>>> sobre física, por exemplo, mas não são do ramo. Prefiro um físico
>>> teórico.
>>> A menos que seja academicamente desonesto, o que duvido, julgará estas
>>> linhas improcedentes.
>>>
>>> Beginning to end.
>>>
>>> Obrigado Rodrigo, onde estão mesmo os boquirrotos?
>>> Obrigado Eduardo.
>>> A paróquia se assanhou. Com a palavra, as carpideiras...
>>>
>>>
>>> Em 28 de abril de 2013 22:36, Julio Stern <[email protected]>
>>> escreveu:
>>>
>>> > Caros:  (1) Criticas ao Newton (e a quem quer que seja) sao sempre
>>> > validas, pois ninguem esta acima delas.
>>>  (2)
>>> > Argumento de autoridade, e argumentos Ad Hominem em geral (em oposicao
>>> a
>>> > argumentos Ad Res) sao sempre idiotas,  ultimo recurso de batalha para
>>> quem
>>> > sabe que ja perdeu a guerra.                     (3) Isto dito, acho
>>> que
>>> > devemos tratar com respeito quem deu sua contribuicao aa ciencia. O
>>> Newton
>>> > da palestras muito boas aos 80 e tantos anos de idade, depois de uma
>>> > carreira em que produziu ciencia da mais alta qualidade em um tempo em
>>> que
>>> > o Brasil so contribuia para a ciencia e tecnologia da farinha de
>>> mandioca.
>>> >                        Se um dia o Newton der uma palestra nao tao
>>> boa, eu
>>> > aplaudirei igual, da mesma forma como eu aplaudia  com entusiasmo as
>>> > palestras do Mario Schenberg...               Acho que valorizar nossos
>>> > herois (sao os meus herois pelo menos) faz parte de um "Ego Nacional"
>>> > saudavel. Tem gente que sai por ai com a camisa da selecao durante a
>>> copa e
>>> > se sente muito bem. Eu me sinto bem homeageando aqueles que muito
>>> fizeram
>>> > pela ciancia Brasileira nos (ainda mais) dificeis dias de seus
>>> primordios.
>>> >                         ---Julio Stern                    PS: Nos USA,
>>> os
>>> > argumentos do Sheldon esculhambando o Einstein sao piadas na serie de
>>> TV
>>> > Big Bang Theory.    Todavia, se ambos fossem brasileiros, garanto que
>>> > haveriam varios Sheldons de carne e osso soltando argumentos deste
>>> tipo por
>>> > ai, e muitos mais  intelectuais de botiquim a lhes fazer coro...
>>> >
>>> > > From: [email protected]
>>> > > Date: Sun, 28 Apr 2013 19:25:02 -0400
>>> > > CC: [email protected]
>>> > > Subject: Re: [Logica-l] 11 dreams for the publishing debate,  by
>>> Peter
>>> > Krautzberger
>>> > >
>>> > > Caros.
>>> > >
>>> > > Críticas ao Newton são benvindas, e nunca devem ser censuradas e
>>> podem
>>> > > ser respondidas, igualmente sem censura.  Gostaria mais se viessem de
>>> > > FORA de nossa comunidade, pois isso indicaria maior difusão das
>>> ideias
>>> > > do Newton.
>>> > >
>>> > > A minha opinião sobre esta disucussão toda: ela me lembrou um diálogo
>>> > > num seriado de TV, o Big Bang Theory:
>>> > >
>>> > > Sheldon: Cientistas que praticam relações sexuais fazem ciência de
>>> > > baixa qualidade.
>>> > > Leonard: Mas é sabido que Einstein era bastante assíduo nestas
>>> práticas.
>>> > > Sheldon: É por isso que ele nunca gerou uma teoria da unificação das
>>> > > forças físicas!  Essa sua observação sobre Einstein só vem me dar
>>> > > razão sobre os efeitos das relações sexuais.  Mais uma vez v vem me
>>> > > dar razão.
>>> > >
>>> > > Abraços
>>> > >
>>> > > Marcelo
>>> > >
>>> > > 2013/4/28 Francisco Gomes Martins <[email protected]>:
>>> > > > Isso Rodrigo. Abalou as estruturas do nosso paroquialismo
>>> tupiniquim.
>>> > > > Interessante ver (não ler) o *silêncio ensurdecedor* dos sempre
>>> > boquirrotos
>>> > > > desta lista.
>>> > > > Mas saiba:não será convidado para o chazinho da inoxidável
>>> Academia.
>>> > Não
>>> > > > perderá muita coisa.
>>> > > >
>>> > > >
>>> > > > Em 28 de abril de 2013 15:50, Rodrigo Podiacki <[email protected]
>>> > >escreveu:
>>> > > >
>>> > > >> Não tem a ver com o assunto da lista, mas tem a ver com a forma
>>> como
>>> > esta
>>> > > >> tem funcionado. Para mim, foi pertinente a comparação com as
>>> pessoas
>>> > que
>>> > > >> falam alto. E o pior: alardeando méritos que efetivamente não têm.
>>> > > >> Felizmente, isso está ficando claro para todo mundo, o que me faz
>>> > acreditar
>>> > > >> que minha intervenção valeu a pena.
>>> > > >>
>>> > > >>
>>> > > >> Em 28 de abril de 2013 13:05, Walter Carnielli
>>> > > >> <[email protected]>escreveu:
>>> > > >>
>>> > > >> > Resposta: isso nao tem NADA a ver com a Lista, e, apesar de
>>> > divertido,
>>> > > >> > acaba cansando...
>>> > > >> >
>>> > > >> > Walter
>>> > > >> > Em 28/04/2013 12:46, "Eduardo Ochs" <[email protected]>
>>> > escreveu:
>>> > > >> >
>>> > > >> > Décio,
>>> > > >> >>
>>> > > >> >> deixa eu te contar uma historinha.
>>> > > >> >>
>>> > > >> >> Em 2006 eu trabalhava como programador na Vivo, e eu tinha
>>> acabado
>>> > de
>>> > > >> >> ser realocado pra "sede principal", ou algo assim, da Vivo no
>>> Rio,
>>> > que
>>> > > >> >> era um prédio enorme, muito chique, na Barra da Tijuca. Esse
>>> > > >> >> prédio era muito mais longe pra mim que o anterior, e eu levava
>>> > > >> >> duas horas pra chegar lá. Além disso o grupo de programadores
>>> de
>>> > > >> >> lá com o qual eu deveria me entrosar MUITO bem era socialmente
>>> > > >> >> dominado por vários pós-adolescentes vândalos homofóbicos,
>>> > > >> >> e eu ganhava bem pouco.
>>> > > >> >>
>>> > > >> >> A gente trabalhava numa sala muito grande, com umas 200 ou 300
>>> > > >> >> pessoas, e divisórias baixas entres as baias. Certos projetos
>>> > > >> >> importantes tinham deadlines estourando, os grupos que cuidavam
>>> > deles
>>> > > >> >> fizeram trabalhos de equipe maravilhosos, e a partir daí muitas
>>> > > >> >> pessoas desses grupos passaram a se comportar como as
>>> engrenagens
>>> > > >> >> principais de uma máquina bem azeitada, e a falarem muito alto,
>>> > > >> >> como se fossem os personagens principais de um filme, e como se
>>> > tudo
>>> > > >> >> que eles pensassem e dissessem fosse muito importante pra todos
>>> > > >> >> nós.
>>> > > >> >>
>>> > > >> >> As pessoas "secundárias" nesses projetos rapidamente se
>>> tornarem
>>> > > >> >> quietas de novo, mas os líderes dos projetos não. E a tensão
>>> > > >> >> do trabalho diminuiu e eles começaram a cuidar de outras
>>> coisas.
>>> > > >> >>
>>> > > >> >> Um deles passou dias falando do GPS que ele ia comprar pro
>>> carro
>>> > que
>>> > > >> >> ele ia alugar pra uma viagem pros Estados Unidos, e depois dias
>>> > entre
>>> > > >> >> histérico, decepcionado e amargurado, passando literalmente
>>> _horas_
>>> > > >> >> lá no trabalho a cada dia tentando reclamar com o fabricante
>>> (e com
>>> > > >> >> os colegas).
>>> > > >> >>
>>> > > >> >> Outro, que já tinha sido professor de sei lá que faculdade
>>> > > >> >> privada, e que falava MUITO alto e MUITO devagar, passou um dia
>>> > > >> >> inteiro brigando com o cara que tinha montado um
>>> super-servidor com
>>> > > >> >> mil garantias e certificações, e que aí conseguiu
>>> > > >> >> forçá-lo - ou seja, forçar a Vivo - a pagar cem mil reais por
>>> > > >> >> um pente de memória RAM com o selinho certo pro servidor,
>>> porque se
>>> > > >> >> a Vivo tentasse aumentar a memória do servidor com peças não
>>> > > >> >> certificadas as garantias iriam pro brejo. Até aí tudo bem, mas
>>> > > >> >> num outro dia esse cara passou horas no telefone, com a mesma
>>> voz
>>> > - e
>>> > > >> >> ele ficava só a uns 20 metros de mim, eu não tinha como perder
>>> > > >> >> um fonema do que ele falava, nem quando eu tentava ouvir
>>> música bem
>>> > > >> >> alto nos headphones -, falando com a amante, e depois mais
>>> várias
>>> > > >> >> horas tentando acalmar a esposa, e depois, num outro dia, umas
>>> duas
>>> > > >> >> horas tentando convencer um professor da UERJ a aprová-lo numa
>>> > > >> >> matéria, porque era a última que ele precisava pra terminar a
>>> > > >> >> graduação, e afinal qual era a importância daquela
>>> > > >> >> matéria, o objetivo do curso não é encaixar as pessoas no
>>> > > >> >> mercado de trabalho? Porque ele já tem um empregão etc etc...
>>> > > >> >>
>>> > > >> >> A historinha era essa. Ou melhor, este é o lado visível dela. O
>>> > > >> >> lado invisível é que eu queria, e precisava, me concentrar no
>>> > > >> >> meu trabalho lá na Vivo mas comecei a não conseguir. Não
>>> > > >> >> tenho nem como resumir o que essa situação me fazia pensar, mas
>>> > > >> >> posso dar alguns exemplos: 1) porque é que aquelas pessoas se
>>> davam
>>> > > >> >> ao direito de falar tão alto, 2) se alguém mais se incomodava,
>>> > > >> >> 3) que o profissional perfeito se concentra só no seu trabalho
>>> e
>>> > > >> >> portanto eu não era o profissional perfeito, 4) porque é que
>>> > > >> >> ninguém fazia nada, 5) se havia algo que alguém que não fosse
>>> > > >> >> os chefões poderia fazer, 6) se os caras que falavam alto
>>> > > >> >> ridicularizariam qualquer um que viesse conversar com eles, 7)
>>> que
>>> > > >> >> sociedade era aquela - aquele ambiente de 200 ou 300 pessoas da
>>> > Vivo,
>>> > > >> >> 8) que os meus poucos colegas de trabalho que não eram grossos
>>> > > >> >> pareciam profundamente infelizes, 9) que o "mercado" para
>>> > > >> >> programadores no Brasil devia ser praticamente todo feito de
>>> > ambientes
>>> > > >> >> daquele tipo ou piores, 10) que se eu não fazia nada a
>>> respeito,
>>> > > >> >> nem sequer conversar com os meus colegas, eu estava sendo
>>> cúmplice,
>>> > > >> >> 11) o que quereria dizer crescer naquele trabalho? Será que
>>> era eu
>>> > > >> >> um dia poder ser o cara que fala alto? 12) como era o "mundo
>>> > exterior"
>>> > > >> >> que fazia com que esse tipo de ambiente fosse normal, 13) que
>>> eu
>>> > era
>>> > > >> >> contratado pra dedicar toda a energia possível, durante 8
>>> horas por
>>> > > >> >> dia, à empresa, ou aos projetos (técnicos) sob minha
>>> > > >> >> responsabilidade, algo assim - então como é que eu poderia
>>> fazer
>>> > > >> >> isso sem sentir que eu estava traindo tudo o que eu acreditava,
>>> > isto
>>> > > >> >> é, sem apoiar uma sociedade doente?
>>> > > >> >>
>>> > > >> >>
>>> > > >> >> O que isto tem a ver com a Lista de Lógica
>>> > > >> >> ==========================================
>>> > > >> >> Então: esta pergunta é irrespondível. Quem vai dar a resposta
>>> > > >> >> definitiva? Eu? Você? A maioria? Deus? Um teorema? Um teste
>>> > > >> >> duplo-cego randomizado? Um comitê especialmente designado? A
>>> > > >> >> decisão do comitê é soberana? Cabe recurso?
>>> > > >> >>
>>> > > >> >> Qualquer um pode dizer que nada tem a ver com nada. Mas ACHO
>>> que
>>> > > >> >> não é por aí. Acho que quem der argumentos interessantes vai
>>> > > >> >> ser ouvido por alguns dos demais, mesmo que alguma autoridade
>>> já
>>> > > >> >> tenha dito "não há nada pra discutir" e "assunto encerrado".
>>> > > >> >>
>>> > > >> >>
>>> > > >> >> O que eu quero ser quando eu crescer
>>> > > >> >> ====================================
>>> > > >> >> Quando eu comentei sobre a palestra do Newton alguns dos
>>> assuntos
>>> > que
>>> > > >> >> eu pensei que apareceriam era: como nós damos as nossas
>>> palestras
>>> > > >> >> agora, o que a gente faz pra que cada pessoa da platéia aprenda
>>> > > >> >> algo interessante, e como a gente se planeja pra continuarmos
>>> a ser
>>> > > >> >> palestrantes interessantes, aliás se possível ainda melhores,
>>> > > >> >> daqui a décadas... mas o subtexto que eu vi em algumas
>>> respostas
>>> > > >> >> foi "prove grandes teoremas (e aí você vai poder fazer o que
>>> > > >> >> quiser)". Mas isto me parece muito primário.
>>> > > >> >>
>>> > > >> >>
>>> > > >> >> O que é a Lista de Lógica
>>> > > >> >> =========================
>>> > > >> >> Pra muitos de nós que participamos dela ela é um dos ambientes
>>> > > >> >> nos quais a gente vive - mesmo que passemos só poucos minutos
>>> por
>>> > > >> >> dia nela - e é uma das nossas referências de um lugar no qual
>>> > > >> >> deveria ser possível argumentar de forma interessante.
>>> > > >> >>
>>> > > >> >> As "pessoas que falam alto" da lista, como os líderes de
>>> projeto da
>>> > > >> >> minha história, incomodam bastante. Aliás, corrijo: incomodam
>>> > > >> >> aos que não são os "profissionais perfeitos", que se concentram
>>> > > >> >> só nos seus trabalhos. Vou pegar um exemplo default: o Dória. A
>>> > > >> >> gente fica pensando porque é que o Dória posta as coisas que
>>> > > >> >> posta; a gente sabe que não adianta perguntar pra ele nem
>>> pedir pra
>>> > > >> >> ele mudar, então a gente usa o Dória como ponto de partida pra
>>> > > >> >> pensar sobre mil outras coisas.
>>> > > >> >>
>>> > > >> >> Eu apostaria R$20 que as pessoas que se incomodam com os posts
>>> do
>>> > > >> >> Dória A) não são tão poucas (chute: são mais de 10) e
>>> > > >> >> B) acharam o post do Rodrigo sobre a briga Dória / Moniz
>>> Bandeira
>>> > > >> >> interessante pras suas próprias teorias doriológicas, e pra
>>> > > >> >> pensarem - por associação livre, mesmo - sobre outras
>>> > > >> >> questões de outros ambientes em torno de nós.
>>> > > >> >>
>>> > > >> >> Oops, vou ter que interromper e sair, vou postar assim mesmo.
>>> > > >> >>
>>> > > >> >>   Abraços,
>>> > > >> >>     Eduardo Ostra
>>> > > >> >>     [email protected]
>>> > > >> >>     http://angg.twu.net/
>>> > > >> >>     http://angg.twu.net/quadradinho/quadradinho-a5.pdf
>>> > > >> >>
>>> > > >> >>
>>> > > >> >>
>>> > > >> >> 2013/4/27 Rodrigo Podiacki <[email protected]>
>>> > > >> >>
>>> > > >> >> > Décio,
>>> > > >> >> >
>>> > > >> >> > Acho que você está pegando frases isoladas, que somente
>>> podem ser
>>> > > >> >> > > entendidas dentro  de um contexto.
>>> > > >> >> > >
>>> > > >> >> >
>>> > > >> >> > O contexto está bem claro nos* links*. Isolei as frases que
>>> > achei mais
>>> > > >> >> > significativas. Os interessados podem abrir os* links* e ter
>>> > acesso ao
>>> > > >> >> > contexto.
>>> > > >> >> >
>>> > > >> >> >
>>> > > >> >> > > Eu me lembro mais ou menos dessa discussão de Newton+Doria
>>> com
>>> > o
>>> > > >> >> Solovay,
>>> > > >> >> > > mas para não cairmos no argumento da autoridade, você
>>> deveria
>>> > > >> >> analisar o
>>> > > >> >> > > trabalho deles por si mesmo.
>>> > > >> >> > >
>>> > > >> >> >
>>> > > >> >> > Não houve discussão. Ela foi encerrada da maneira padrão,
>>> como
>>> > > >> descrevi
>>> > > >> >> > anteriormente. Estou me valendo do mesmo expediente utilizado
>>> > pela
>>> > > >> >> pessoa
>>> > > >> >> > que critico (com referências mais concretas).
>>> > > >> >> >
>>> > > >> >> >
>>> > > >> >> > > Puxa, Rodrigo, que tal falar de outras coisas na lista?
>>> > > >> >> > >
>>> > > >> >> >
>>> > > >> >> > Falaremos de outras coisas quando o assunto se esgotar. Eu
>>> não
>>> > peço
>>> > > >> para
>>> > > >> >> > falar de outras coisas quando o assunto é tomar um vinho em
>>> > Paris ou
>>> > > >> uma
>>> > > >> >> > sinfonia de Beethoven, ou o PT. As pessoas são livres para
>>> falar
>>> > > >> sobre o
>>> > > >> >> > que quiserem, e, dado o retorno particular que estou tendo,
>>> > outros
>>> > > >> >> > gostariam de dizer o que eu disse.
>>> > > >> >> >
>>> > > >> >> > Um abraço
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