Uma pesquisa rápida no Google mostra que eu estava enganado, Décio. O paper "Cantor und die Franzosen: Mathematik, Philosophie und das Unendliche", de Anne-Marie Décaillo, tem a citação completa (carta a Dedekind de 29 de junho de 1877):
"Ich kann so lange Sie mir nicht zugestimmt haben, nur sagen: Je le vois, mais je ne le crois pas." Talvez Cantor pensasse que o jeu de mots só fizesse sentido em francês, língua de eufemismos e paradoxos. :-) JM 2012/11/10 Décio Krause <[email protected]>: > JM > Pois é, mas eu nunca encontrei a frase original do Cantor ao Dedekind, e > todas as referências que vi apontam a frase em francês. Alguém sabe do > original? > Obrigado de qualquer modo. > Abraço > D > > > > ------------------------------------------------------ > Décio Krause > Departamento de Filosofia > Universidade Federal de Santa Catarina > 88040-900 Florianópolis - SC - Brasil > http://www.cfh.ufsc.br/~dkrause > ------------------------------------------------------ > > Em 10/11/2012, às 09:37, Joao Marcos <[email protected]> escreveu: > > 2012/11/10 Décio Krause <[email protected]>: > > Como disse o próprio Cantor, "Je le vois, mas je ne le crois pas". > > Melhor dizendo, como Cantor e Dedekind não se correspondiam em francês: > „Ich sehe es, aber ich glaube es nicht." > > Mas talvez não seja possível construir uma bijeção entre o alemão e o > francês. ;-) > > JM > > -- > http://sequiturquodlibet.googlepages.com/ -- http://sequiturquodlibet.googlepages.com/ _______________________________________________ Logica-l mailing list [email protected] http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
