Os 3 complexos estão sobre a circunferência unitária de centro na origem. 
Através de  uma mesma rotação em cada um dos vetores correspondentes aos 
mesmos, podemos fazer com que um deles coincida com o real 1. Como os novos 
complexos continuam na circunferência unitária e as distância entre eles 
permanecem iguais às distâncias entre os complexos originais, podemos admitir, 
sem perda de generalidade, que z3 = 1, que tem argumento nulo.

Sendo a1 e a2 os argumentos de z1 e de z2, temos então que

cos(a1) + cos(a2) = -1 
sen(a1) + sen(a2) = 0

Da 2a equação, temos que a2 = -a2 ou que a2 = pi + a1. Mas como esta segunda 
opção zera o 1o membro da 1a equação, temos que a2 = -a1. Isto conduz a que 
cos(a1) = -1/2. 

Concluímos assim que ou a1 = 2pi/3 e a2 = -2pi/3 ou o contrário. Em ambos os 
casos, temos exatamente os mesmos complexos, só mudam seus índices.

Assim, os vetores destes 3 complexos estão igualmente defasados de  2pi/3. 
Logo, os respectivos afixos formam um triângulo equilátero. 

Artur Costa Steiner

> Em 06/12/2014, às 14:38, Vanderlei Nemitz <[email protected]> escreveu:
> 
> Pessoal, consegui responder a questão supondo um z1 em particular da 
> circunferência de raio 1 e centro na origem e determinando os demais. Mas 
> como provar genericamente que são vértices de um triângulo equilátero?
> 
> Sejam três números complexos z1, z2 e z3 tal que
> z1 + z2 + z3 = 0
> |z1| = |z2| = |z3| = 1
> Então, geometricamente, temos:
> A) Uma reta;
> xB) Um triângulo equilátero;
> C) Um triângulo retângulo;
> D) Um único ponto;
> E) Nenhuma das alternativas anteriores.
> 
> -- 
> Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antivírus e 
> acredita-se estar livre de perigo.

-- 
Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antiv�rus e
 acredita-se estar livre de perigo.

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