> As "coisas" não podem ser "certas" porque
> assim é "o costume"!  Ainda tem gente por
> aí dizendo "tome uma matriz inversível".
> NÃO, é ***invertível*****.

Há controvérsias...  ;-)

De fato, por algum motivo quase que inexplicável, apenas *invertível*
consta dos dicionários atuais, e não a sua alomórfica *inversível*.
Os mesmos dicionários registram/registam contudo as variantes (i)
"conversível" / (ii) "convertível" e (iii) "reversível" / (iv)
"revertível".  Todas estas palavras, claramente, são _bem-formadas_ de
um ponto de vista gramatical, qualquer que seja a variante considerada
para a língua portuguesa, inclusive aquela forma que, como dissemos,
não foi ainda consagrada pelos pais-dos-burros.

Um estudo quantitativo destas variações mostra predomínio nos casos
(i)-(iv) das formas com "s", (i) e (iii), sobre as formas com "t",
(ii) e (iv).  No caso de "inversão", baseada na mesmíssima raiz
"verter", Claus revela na mensagem acima uma *preferência pessoal*
pela forma com "t".  Quem estará "correto"?!

O seguinte artigo sobre o tema acima revela uma postura bastante
*tolerante*, que me parece em tudo louvável:
  http://198.106.73.59/07/07_inversivel.htm
Não esqueçais, amigos, que dicionários são criaturas dinâmicas!

> Apesar dos "inglólogos", vamos defender
> o nosso velho, pobre, mas bom, Português!

Não me parece que a discussão acima tenha qualquer coisa a ver com a
língua inglesa.

Saudações linguísticas,
Joao Marcos

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