Fui eu quem usou a palavra...  "Fixe" é o sinô(ó)nimo lusitano de "legal".
Nenhuma das duas pertence à variante culta da língua, claro.

Mas não era sobre nada disso que eu pretendia discutir, até porque
este certamente não seria o fórum mais adequado para tanto.  Meu
interesse aqui não é filológico, mas metodológico.

A neologização é essencial durante o progresso do conhecimento
científico e técnico.  Interessa-me discutir em particular o mal uso
feito pelos cientistas brasileiros da sua língua pátria.  Reconheço
que ainda não substanciei esta afirmação, contudo.  Fá-lo-ei nos
próximos dias, assim que sobrar um tempinho para fazer justiça ao
tema, oferecendo exemplos da lógica e da filosofia, quiçá da
computação.

JM

PS: Sobre o uso algo rançoso dos neologismos feito pelos lusitanos no
dia-a-dia, com excesso de aspas e grifos a estranhar cada nova palavra
ou cada palavra usada fora do seu significado mais habitual, também
não pretendo comentar nada nesta discussão.  Viva


2008/9/28 Edson Dognaldo Gil <[EMAIL PROTECTED]>:
> Não fui eu quem usou "fixe". Não pretendi provocar uma discussão sobre
> palavras. Diante da questão metafilosófica, mesmo as palavras feias e
> não-dicionarizadas, oops!, são "inimportantes". edg
>
>
> 2008/9/28 Silvio <[EMAIL PROTECTED]>
>>
>> Marcos:
>>
>> curiosamente o Édson usa "fixe", corruptela de "fixo", dio latim fixu, sem
>> uso nos escreveres e falares correntes. É um neologismo, consta do VOLP  é
>> variação do verbo fixar.
>>
>> Para achar nomes no Volp:
>>
>> http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=23
>>
>> silvio.
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