Em s�b, 28 jul 2001, Jos� Adilson escreveu:
> Voltando a esta important�ssima quest�o, volta o ponto do �usu�rio
> normal� (a Folha chamou de usu�rio dom�stico. Creio que o Piter levantou
> a quest�o de o usu�rio �normal� poder ou n�o configurar o Samba. O
> Ulbrich alegou que, necess�riamente, ele ter� que usar o Samba, mais cedo
> ou mais tarde. A� est� um ponto crucial no Linux. Foi concebido para uma
> coisa e alcan�ou outra. Alguns experts acham que o usu�rio �normal� n�o
> deveria ter acesso a determinadas configura��oes porque bagun�aria o
> sistema.
Eu discordo. Se o usu�rio normal n�o sabe para que determinado comando
serve, n�o vai querer fu��-lo.
N�o tem sentido ficar escondendo fun��es e comandos do usu�rio comum.
> Parece que o CL 7 vai em dire��o contr�ria, e necess�riamente
> teria que ir (cada coisa � uma, n�o confudamos com redes corporativas,
> etc). O mundo Linux n�o � mais o mesmo. Naquele ponto em que o Sr. Edgard
> afirmou que �voc� n�o est� pronto para o Linux� em thread (n�o existe um
> palavra portuguesa para isso n�o?) anterior demonstra a idiossincrasia da
> �comunidade�(saco de gatos) em rela��o aos novatos: ame-o ou deixe-o!.
A melhor tradu��o de thread, NMHO, deveria ser simplesmente "assunto".
Ou se quiserem ser mais espec�ficos, "fio da meada", j� que thread ao
p� da letra � "fio". Figuradamente pode ser seq��ncia.
[]s
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Edgard Lemos
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