Aeeee, João Galdino!!!!! Há algum tempo atrás, tentávamos marcar uma reunião na empresa do Maurício Machado para discutir CMDB.
Haveria algum constrangimento caso interessados visitassem a sua empresa (claro, dentro de uma data possível, caso a sua empresa não seja de TI e não se preocupe em receber concorrentes etc.). Perguntar não ofende, hehehe. Quem não arrisca, não petisca. ;-) Abrazon El Cohen 2010/8/5 João Galdino Mello de Souza <[email protected]> > > > Caro Cohen e amigos da lista, > > Eu posso dizer que tenho orgulho do meu CMDB. Por que não utilizamos o > CMDB apenas como repositório > das informações para fazer análise de risco/impacto de mudanças, mas > como utilizamos para, por exemplo, > mapear todas as dependências de um determinado componente e usar essa > informação (no tratamento de > incidentes) para o escalonamento hierárquico, notificação de áreas > clientes impactadas por uma determinada > falha de um item de configuração. Além disso, conseguimos extrair > informações de análises de custo não somente > dos equipamentos mas também de quais áras do suporte estão envolvidas e > usar essa informação para o > rateio dos custos entre as áreas de negócio, permitindo um cálculo de > TCO muito mais preciso. Conseguimos > também pelos relacionamentos no CMDB mapear problemas, erros conhecidos > e mudanças que ocorreram em > toda uma árvore de relacionamentos, tendo uma visão muito mais completa > de todo o ambiente e não mais míope > baseada em apenas um ítem de configuração. Conseguimos também agregar > informações de disponibilidade de toda > uma árvore de ítens de configuração para ter o cálculo feito de forma > automatizada e sem a necessidade de se > ficar mastigando números em planilhas. > > Com todo esse uso e benefícios que extraímos do nosso CMDB podemos > justificar o investimento que fizemos e que > continuamos fazendo para ter novas utilizações para as informações que > temos armazenadas. > > Além disso, não estamos parados. Novos relatórios e usos do CMDB são > identificados por toda a equipe de TI, > e não somente pelo service desk, analistas de nível 1, nível 2, > coordenadores, gestores e até mesmo áreas clientes. > Sim, usamos ferramentas pagas, mas a maior parte do uso do CMDB foi > imaginada, construída e moldada para > as nossas necessidades (de negócio e de TI). Portanto, na minha opinião, > nós de TI e que trabalhamos com > gerenciamento de serviços precisamos pensar mais fora da caixa, sermos > criativos e começarmos a usar a > informação que podemos ter com a ferramenta que temos. Se ficarmos > esperando fornecedores de ferramentas > ou desenvolvedores de software livre resolverem um problema que é nosso, > é melhor esperarmos sentados. > > Atenciosamente, > > João Galdino > >
