João Galdino,

Mais clara e límpida não poderia ser a sua exposição.

Adorei o texto e os trechos sobre "...mapeamento...", "...impacto...", 
"...relacionamentos...", "...mastigando números em planilha..."

 

Abração.

 

Rui Natal

 

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De: [email protected] [mailto:[email protected]] Em nome de João 
Galdino Mello de Souza
Enviada em: quinta-feira, 5 de agosto de 2010 10:06
Para: [email protected]
Assunto: Re: [itsm_br] CMDB - Características de uma Solução - Federação

 

  

Caro Cohen e amigos da lista,

Eu posso dizer que tenho orgulho do meu CMDB. Por que não utilizamos o 
CMDB apenas como repositório
das informações para fazer análise de risco/impacto de mudanças, mas 
como utilizamos para, por exemplo,
mapear todas as dependências de um determinado componente e usar essa 
informação (no tratamento de
incidentes) para o escalonamento hierárquico, notificação de áreas 
clientes impactadas por uma determinada
falha de um item de configuração. Além disso, conseguimos extrair 
informações de análises de custo não somente
dos equipamentos mas também de quais áras do suporte estão envolvidas e 
usar essa informação para o
rateio dos custos entre as áreas de negócio, permitindo um cálculo de 
TCO muito mais preciso. Conseguimos
também pelos relacionamentos no CMDB mapear problemas, erros conhecidos 
e mudanças que ocorreram em
toda uma árvore de relacionamentos, tendo uma visão muito mais completa 
de todo o ambiente e não mais míope
baseada em apenas um ítem de configuração. Conseguimos também agregar 
informações de disponibilidade de toda
uma árvore de ítens de configuração para ter o cálculo feito de forma 
automatizada e sem a necessidade de se
ficar mastigando números em planilhas.

Com todo esse uso e benefícios que extraímos do nosso CMDB podemos 
justificar o investimento que fizemos e que
continuamos fazendo para ter novas utilizações para as informações que 
temos armazenadas.

Além disso, não estamos parados. Novos relatórios e usos do CMDB são 
identificados por toda a equipe de TI,
e não somente pelo service desk, analistas de nível 1, nível 2, 
coordenadores, gestores e até mesmo áreas clientes.
Sim, usamos ferramentas pagas, mas a maior parte do uso do CMDB foi 
imaginada, construída e moldada para
as nossas necessidades (de negócio e de TI). Portanto, na minha opinião, 
nós de TI e que trabalhamos com
gerenciamento de serviços precisamos pensar mais fora da caixa, sermos 
criativos e começarmos a usar a
informação que podemos ter com a ferramenta que temos. Se ficarmos 
esperando fornecedores de ferramentas
ou desenvolvedores de software livre resolverem um problema que é nosso, 
é melhor esperarmos sentados.

Atenciosamente,

João Galdino



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