Pessoal,

É normal um gestor de processos exercer as funções de Change Manager 
e Release Manager, mas deve considerar o ponto de atenção onde na 
maioria das empresas que possuem os processos implementados não 
costumam seguir a risca. Apos a mudança ser implementada pelo 
processo de liberações, ela deve voltar ao processo de Mudança para 
execução do PIR ( Pos Implementation Review ). Esta fase do processo 
pode parecer "preciosismo" mas é de suma importância principalmente 
se a implementação depender de áreas externas.

Att

Ivan Pinheiro

--- In [email protected], "Felipe Ramos" <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
>
> Sei que o que vou escrever agora, muita gente vai reclamar...Mas 
vamos
> lá...risos...
> Nós, que trabalhamos na área de suporte juntamente com as melhores 
práticas
> discutidas perfeitamente nesta lista, sempre nos baseamos nos livros
> voltados à Itil, porém, não podemos seguir cegamente esta livraria, 
pois a
> realidade É E SEMPRE SERÁ diferente da teoria.
> Não podemos em hipótese alguma nos prender somente à metodologias 
ITIL, ou
> seja, temos que nos basear principalmente na realidade de nossas 
empresas.
> Cada empresa tem sua forma de gestão, de enxergar as coisas e as
> oportunidades.
> 
> Resumindo, para não ficar muito extenso...
> 
> Beto,
> A empresa pode ter sim, um gestor para duas áreas, por mais que 
sejam
> distintas, ela devem e sempre vão caminhar juntas, e um gestor que 
tenha uma
> visão ampla, e que consiga trabalhar perfeitamente nas duas áreas, 
em minha
> opnião não existe problema algum.
> 
> Att,
> 
> Luiz Felipe Ramos
> Analista de Projetos
> 
> 
> 2007/8/21, Beto Rabello <[EMAIL PROTECTED]>:
> >
> >   Pessoal,
> >
> > Alguém pode me dar uma opinião se numa empresa podemos ter o 
gerenciamento
> > de mudanças sendo gerido pelo mesmo gestor do gerenciamento de 
liberações ?
> > Quais os prós e contras ?
> >
> > abs
> >
> > [Non-text portions of this message have been removed]
> >
> > 
> >
> 
> 
> [Non-text portions of this message have been removed]
>


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