È Gustavo, muito boa sua explanação. Eu também penso desta forma.

Aqui na empresa já estamos trabalhando praticamente juntos mas ainda

Restavam-me algumas dúvidas, mas vou ler o Anexo 7 A como me indicou,

Obrigado;

 

  _____  

De: [email protected] [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em nome de
Gustavo Tavares
Enviada em: quarta-feira, 22 de agosto de 2007 11:38
Para: [email protected]
Assunto: Re: [itsm_br] Mudanças x Liberação

 

Beto,

Trabalho com projetos de implementação de processos ITIL e com relação a sua
dúvida, eu sou da opinião que estes processos obtém muitos ganhos quando
planejados, desenhados e operados de maneira integrada. Para falar a
verdade, quando eu olho os processos um pouco além do ITIL consigo até mesmo
ver os dois como um processo único, um com uma visão mais de coordenação e
outro com a visão mais de execução. Entretanto, ambos seguem um fluxo único
de atividades.

A documentação do ITIL V2 possui até uma seção que fala sobre a criação de
uma função única (Service Support - Anexo 7A) para controlar os processos de
configuração, mudanças e liberações. Neste caso, esta função poderia ter
apenas um gestor de processos que seria responsável por coordenar os
executores dos três processos.

Uma outra forma de visualizar esta integração é particularmente útil quando
consideramos grandes mudanças. Nos casos em que mudanças precisam ser
implementadas através de projetos complexos, é possível imaginar o processo
de liberações sendo executado por um grupo de projeto, responsável por
garantir a entrega dos resultados determinados no escopo do projeto. Nesta
visão, o gerenciamento de mudanças atua como um escritório de projetos,
avaliando quais projetos devem fazer parte do portfólio, quais os recursos
devem ser disponibilizados e até mesmo controlando se o projeto conseguiu
atingir os seus milestones.

Esta não é uma visão ITIL by the Book, embora na própria documentação do
ITIL V2 (Service Support - Apêndice C2) seja informado que os processos de
liberações e configuração costumam ser compartilhados. Da mesma forma, na
mesma seção ele diz que os processos de mudança e configuração também
costumam ser compartilhados.

Pessoal, alguma crítica a esta minha visão? Alguém têm alguma experiência
com a inconsistência no compartilhamento destes processos?

Abraços,

Gustavo Tavares.

On 8/21/07, Beto Rabello <[EMAIL PROTECTED] <mailto:jrabello%40globo.com> com>
wrote:
>
> Pessoal,
>
> Alguém pode me dar uma opinião se numa empresa podemos ter o gerenciamento
> de mudanças sendo gerido pelo mesmo gestor do gerenciamento de liberações
?
> Quais os prós e contras ?
>
> abs
>
> [Non-text portions of this message have been removed]
>
> 
>

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