> > Meu raciocínio:
> > Se houvesse uma "Aritmética Relevante", estendendo [A4], que tivesse
> > algo relevante (perdão) a dizer sobre [A1], sem ao mesmo tempo se
> > comprometer com [A2] (como Daniel parece desejar), talvez ela
> > consistisse em uma resolução satisfatória para o mistério de [A3]?
>
> Core Logic?
> https://sci-hub.se/10.1007/bf00763511

Só posso devolver a pergunta, já que a minha familiaridade com o
trabalho do Tennant é pequena...

> > Claro, esta seria a solução _mais simples_.  Outra explanação para o
> > funcionamento da semântica "folk", que vai contra o bom senso _dos
> > lógicos_, também poderia ser satisfatória.  Uma Aritmética sempre será
> > necessária, de uma maneira ou de outra, para dar conta de [A1].
>
> Quais lógicos são esses, cujo bom senso está sendo invocado aqui? Lógicos
> clássicos, eu suponho?

Os lemas que eu invoquei eram intuicionisticamente válidos, certo?

> Porém, ainda que o fosse, não me parece correto impor um artefato da tradição
> matemática, especialmente como conteúdo obrigatório em cursos de filosofia, 
> nos
> quais, inclusive, é comumente apresentado como regra do raciocinar correto,
> dentre outras baboseiras.

Ainda gostaria de ver uma interpretação formal (de qualquer tipo) que
justificasse a alegada inequivalência entre (A) e (B).

[]s, Joao Marcos

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