Agora entendo melhor. Aritmetização não é necessária, basta a noção formal e 
mais abstrata de representabilidade. Para citar uma referência muito antiga que 
já deixa isso bem claro, muito anterior ao meu livro e ao dos Sernadas, cito o 
clássico Tarski, Mostowski, Robinson, Undecidable Theories. (TMR)

TMR apresenta a seguinte versão do teorema de Godel (citando de memória, pode 
haver alguma variação inessencial)

-Se T tem nomes para suas fórmulas (item 1 da codificação na minha mensagem 
anterior) e é consistente, então T não representa simultaneamente a operação de 
diagonalização nas suas fórmulas e a dedutibilidade em T. 

Essa versão é fácil de demonstrar, como tentei explicar na mensagem anterior. 
Não é preciso passar por funções recursivas para isso. Nada de aritmética. 

Essa seria uma versão abstrata, livre de aritmética e de aritmetização, do que 
chamamos hoje de teorema de Tarski da indefinibilidade da verdade, apesar de 
Tarski atribuir a Godel em seu livro. No meu livro coloquei essencialmente a 
mesma coisa, como expliquei no prefácio. Fiz algo similar para o segundo 
teorema também. 

Abraço 


> Em 28 de dez de 2019, à(s) 12:52, Joao Marcos <botoc...@gmail.com> escreveu:
> 
> Petrucio, Carlos, Valeria: agradeço as mensagens!
> 
> Rodrigo, a sua resposta ajuda a corroborar a minha afirmação que a
> demonstração do teorema de incompletabilidade gödeliano NÃO depende da
> "aritmetização da sintaxe" (como defendeu a autora do artigo citado no
> começo da presente discussão).  Por certo, a necessária "representação
> formal da Matemática" pode ser feita de variadas formas alternativas.
> (Os detalhes da demonstração original gödeliana são de interesse
> apenas para hackers!)  Neste sentido, como ainda não tive tempo de
> trabalhar com o seu livro, Rodrigo, posso dizer que aprecio
> particularmente o interessante livro de Amílcar e Cristina Sernadas,
> "Foundations of Logic and Theory of Computation", onde a noção de
> computabilidade é definida sobre strings de alfabetos arbitrários;
> contudo, a noção formal de _representabilidade_, ali, também recorre
> diretamente a teorias da Aritmética --- como de costume.
> 
> Abraços,
> Joao Marcos
> 
> 
>> On Thu, Dec 26, 2019 at 10:23 AM Rodrigo Freire <freires...@gmail.com> wrote:
>> 
>> [Também não sei se entendi muito bem qual é a direção da questão, e o que eu 
>> vou escrever aqui pode não ter a ver com o problema intencionado.]
>> 
>> 
>> Vou tentar explicar o que entendo pela codificação presente no teorema e 
>> como essa codificação está diretamente ligada à ideia fundacional de 
>> representar a matemática formalmente. É assim que está no meu livro, Tópicos 
>> em lógica de primeira ordem, que pode ser baixado livremente.
>> 
>> Suponha que há uma teoria formal de primeira ordem T que “representa” a 
>> matemática. Como a metamatematica de T é parte da matemática, T é capaz de 
>> “representar” essa parte também. Isso deve implicar o que entendo por 
>> codificação:
>> 
>> 1) há uma correspondência unívoca entre fórmulas de T e termos fechados de T 
>> (Para poder falar de suas fórmulas e “representar” sua metamatemática, T 
>> deve ter nomes não ambíguos para as fórmulas. Por exemplo, T deve ser capaz 
>> de dizer de uma fórmula que ela é bem formada. Para isso é preciso nomear a 
>> fórmula sem ambiguidade. Usamos ‘F’ como nome de F).
>> 
>> 2) tudo o que é decidido na metamatemática, é decidido por um método de 
>> cálculo matemático, portanto deve ser decidido em T: Tudo que é calculável 
>> deve ser calculável em T, pois T representa toda a matemática. (T deve 
>> representar predicados e funções recursivas, pois qualquer método matemático 
>> de cálculo é representável em T).
>> 
>> 1) + 2) é a codificação. Vamos ver o quanto disso é necessário para a 
>> demonstração que se T é consistente, a sua teoremicidade não é calculável em 
>> T.
>> 
>> **Da codificação segue que a operação de diagonalização nas fórmulas (a 
>> operação que associa a fórmula F(‘F’) a qualquer fórmula F) é calculável em 
>> T. **
>> 
>> Se a propriedade metamatemática de ser teorema de T fosse calculável, então 
>> seria calculável em T. Isso significa que T seria capaz de deduzir B(‘F’), 
>> quando F é teorema, e ~B(‘F’), quando F não é teorema, para alguma fórmula 
>> B(x) de T que dizemos representar a teoremicidade.
>> 
>> Mas como a diagonalização é calculável em T, é possível construir uma 
>> sentença G tal que G é equivalente à ~B(‘G’) em T. Portanto, se T não deduz 
>> G, então, pela hipótese que a propriedade de ser teorema é calculável, a não 
>> dedução de G é calculável em T, ou seja, T deduz ~B(‘G’). Mas ~B(‘G’) é 
>> equivalente a G em T, e concluímos que T deduz G. Novamente pela hipótese, a 
>> teoremicidade de G é calculável em T, portanto T deduz B(‘G’), que é 
>> equivalente a ~G. Portanto, T é inconsistente.
>> 
>> Para essa demonstração basta supor 1) acima e apenas que a operação de 
>> diagonalização é calculável em T. Essa parte da codificação 1) + 2) que é 
>> requerida. Daí concluímos que se a teoremicidade for calculável em T, então 
>> T é inconsistente. É isso que fiz em meu livro, uma versão abstrata que não 
>> menciona funções recursivas. Todos os detalhes podem ser encontrados lá.
>> 
>> Como já foi dito, há outras demonstrações, mas acho que essa é a que está 
>> mais diretamente ligada à ideia fundacional: se é possível uma representação 
>> formal da matemática em um sistema formal T, então a teoremicidade de T não 
>> é calculável (na metamatemática de T ou na própria T), a menos que T seja 
>> inconsistente.
>> 
>> 
>> 
>> 
>> Em 25 de dez de 2019, à(s) 14:15, Carlos Gonzalez <gonza...@gmail.com> 
>> escreveu:
>> 
>> 
>> Eu não estou entendendo muito bem qual é o eixo desta discussão.
>> 
>> Suponha que trabalhamos em AP.
>> 
>> Se demonstrar que o conjunto das fórmulas que não são teoremas não é 
>> recursivamente enumerável, então o conjunto dos teoremas não é recursivo, E 
>> isso pode ser provado de maneira finitária. Certo?
>> 
>> Também pode usar técnicas de teoria de modelos para construir modelos 
>> standard e outras, como ultraprodutos, para modelos não standard. Técnicas 
>> matemáticas não finitárias.
>> 
>> Um recurso divertido é acrescentar a AP uma constante nova "c" e um conjunto 
>> infinito de axiomas:
>> (s é a função sucessor)
>> não ( c = 0)
>> não ( c = s0)
>> não ( c = ss0)
>> não ( c = sss0)
>> .
>> .
>> não ( c = s...s0)
>> .
>> .
>> Por   compacidade essa teoria tem modelo. Claro, não standard.
>> 
>> Tudo isso é muito conhecido.
>> 
>> Carlos
>> 
>> 
>> 
>> 
>> 
>> 
>> 
>> 
>> 
>> 
>>> On Wed, Dec 25, 2019 at 1:47 PM Jorge Petrucio Viana 
>>> <petrucio_vi...@id.uff.br> wrote:
>>> 
>>> Olá para todos,
>>> não li esse artigo em detalhes, mas numa passada de olhos, não vi nem 
>>> aritmetização, nem o predicado Bew, nem autoreferência na prova da 
>>> incompletude.
>>> 
>>> https://projecteuclid.org/euclid.ndjfl/1027953483
>>> 
>>> abraços
>>> P
>>> 
>>> Em dom., 22 de dez. de 2019 às 22:36, Valeria de Paiva 
>>> <valeria.depa...@gmail.com> escreveu:
>>>> 
>>>> bom, eu achei que tinha uma escrita pois a Milly  Maietti me disse que 
>>>> tinha, mas procurando no math overflow  vi isso:
>>>> https://mathoverflow.net/questions/132797/is-there-a-categorical-proof-of-g%C3%B6dels-incompleteness-theorem
>>>> depois procuro nos meus preprints, mas estou viajando
>>>> Boas Festas a todos,
>>>> abs
>>>> Valeria
>>>> 
>>>> On Sun, Dec 22, 2019 at 5:31 PM Joao Marcos <botoc...@gmail.com> wrote:
>>>>> 
>>>>> Nunca vi, Valeria...
>>>>> 
>>>>> Você teria uma referência para a demonstração do Joyal?
>>>>> 
>>>>> Abraços, JM
>>>>> 
>>>>> 
>>>>> On Sun, Dec 22, 2019, 22:28 Valeria de Paiva <valeria.depa...@gmail.com> 
>>>>> wrote:
>>>>>> 
>>>>>> JM,
>>>>>> Eu achei q vc queria ter uma medida de quao dependente de codificao uma 
>>>>>> prova e’. Eu acho q o Joyal tem uma prova de incompletude usando 
>>>>>> categories, q nao depende muito de codificacao.
>>>>>> mas eu nunca vi ninguem tentando medir quao dependente de codificacao 
>>>>>> uma prova 'e. voce ja' viu algum assim?
>>>>>> abracos,
>>>>>> Valeria
>>>>>> 
>>>>>> On Thu, Dec 19, 2019 at 4:52 AM Famadoria <famado...@gmail.com> wrote:
>>>>>>> 
>>>>>>> Vê o teorema de Kleene, de novo.
>>>>>>> 
>>>>>>> Sent from my iPhone
>>>>>>> 
>>>>>>> On 19 Dec 2019, at 08:36, Joao Marcos <botoc...@gmail.com> wrote:
>>>>>>> 
>>>>>>>>> Me parece que o teorema da incompletude de Kleene prescinde de uma 
>>>>>>>>> codificação.
>>>>>>>> 
>>>>>>>> Bem lembrado, Doria.  O teorema de incompletabilidade de Gödel
>>>>>>>> realmente segue como corolário do resultado de Forma Normal de Kleene,
>>>>>>>> que não apenas prescinde de auto-referência mas que pode ser
>>>>>>>> demonstrado sem codificação.  Com a minha pergunta, contudo, eu
>>>>>>>> pretendia inquirir a respeito da _necessidade_ de usar *aritmetização*
>>>>>>>> (ou recursos aritméticos, em geral) em demonstrações de
>>>>>>>> incompletabilidade (em particular, à la Gödel).  Intuitivamente, a
>>>>>>>> resposta me parece ser negativa, isto é, não me parece que tais
>>>>>>>> _demonstrações_ "dependam da aritmetização da sintaxe", como afirma a
>>>>>>>> autora do artigo.  Mas é fato também que, por um motivo ou por outro,
>>>>>>>> não tenho visto demonstrações do teorema gödeliano que evitem a
>>>>>>>> burocracia da aritmetização...
>>>>>>>> 
>>>>>>>> Abraços,
>>>>>>>> Joao Marcos
>>>>>>>> 
>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> On 18 Dec 2019, at 13:03, Joao Marcos <botoc...@gmail.com> wrote:
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> Os comentários sobre o *racionalismo otimista* ("platonismo 
>>>>>>>>>> ingênuo"?)
>>>>>>>>>> de Gödel, no artigo, são filosoficamente interessantes.
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> Das três observações que faço abaixo, as duas primeiras são críticas 
>>>>>>>>>> e
>>>>>>>>>> a terceira é um questionamento para os colegas.
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> ###
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> (0)
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> Entre outras coisas, como observação parentética, parece-me um pouco
>>>>>>>>>> _out of the ordinary_ que se escreva algo assim:
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> "The axioms of PA include the commutative law of addition, for
>>>>>>>>>> example, which states that it doesn’t matter in which order two
>>>>>>>>>> numbers are added to each other, the result is the same. They also
>>>>>>>>>> include the single rule of proof called Modus Ponens: “if A implies 
>>>>>>>>>> B,
>>>>>>>>>> and A, then B”.
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> Suponho, contudo, que tais frases se tratem de uma espécie de
>>>>>>>>>> simplificação, _for the sake of the exposition_...
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> ###
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> (1)
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> Formular o teorema de incompletabilidade de Gödel da seguinte maneira
>>>>>>>>>> também me parece razoavelmente _misleading_:
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> "Given any axiom system which is both consistent and sufficiently
>>>>>>>>>> strong computationally, in the sense of being able to encode finite
>>>>>>>>>> sequences (see below), there is a statement in the language of the
>>>>>>>>>> system that is true, but cannot be proved from the axioms."
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> Em particular, o sistema axiomático (não-recursivamente enumerável)
>>>>>>>>>> que contêm como axiomas todas as sentenças verdadeiras da Aritmética 
>>>>>>>>>> é
>>>>>>>>>> obviamente completo...
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> ###
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> (2)
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> A pergunta que deixo aqui para os colegas é: qual é, na opinião de
>>>>>>>>>> vocês, o grau de verdade da asserção
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> "The proofs for both theorems depend on the concept of an encoding, 
>>>>>>>>>> or
>>>>>>>>>> in technical terms the arithmetization of syntax"?
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> Em outras palavras, qual o real grau de "dependência" do "conceito de
>>>>>>>>>> codificação" para as demonstrações de incompletude?
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> ###
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> Joao Marcos
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>> On Wed, Dec 18, 2019 at 10:31 AM Joao Marcos <botoc...@gmail.com> 
>>>>>>>>>>> wrote:
>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>> Kurt Gödel and the mechanization of mathematics
>>>>>>>>>>> - Juliette Kennedy discusses Kurt Gödel’s Incompleteness Theorems: 
>>>>>>>>>>> the
>>>>>>>>>>> ingenious proofs and enduring impact
>>>>>>>>>>> https://www.the-tls.co.uk/articles/kurt-godel-incompleteness-theorems/
>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>> JM
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> --
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>>>> 
>>>> 
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