O boneco-de-palha/strawman pelo que conheço das taxonomias de falácias
informais exige necessariamente a má-fé por parte do arguidor, ele
intencionalmente, deliberadamente faz uma caricatura da posição do
adversário. Sempre vi como uma categoria mais ampla; instâncias de falsas
analogias podem ser strawmen, por ex (outras podem ser "sinceras"). Isso
não procede?

Um forte abraço.

2013/3/10 Julio Lemos <[email protected]>

> Luis, mais que uma interpretação errônea, é uma inferência inválida (como
> você afirmou no post). Se o problema já morre no nível lógico, sequer é
> necessário partir para o contexto...
>
> Nesse segundo nível eu costumo falar em um erro contextual em argumentar a
> partir dos termos internos da 'política', concentrando-se mais no *quem
> disse* (o que inclui o grupo de quem disse, no paper de Esposo) do que no *
> que* foi dito. Também escrevi um post
> <http://www.dicta.com.br/antitruste/>motivado pelo paper recomendado
> pela notícia que o JM divulgou aqui, pelo
> que agradeço.
>
> A propósito, muito bom o seu post.
>
> Abs
> Julio Lemos
>
> 2013/3/10 Luis Rosa <[email protected]>:
> > (pessoal, peco desculpas por escrever sem os acentos da lingua
> portuguesa)
> >
> > JM, acho que da pra dizer que sim.
> > pelo menos aqui nos states o pessoal usa o termo 'strawman' para referir
> a
> > um tipo de argumento em que o arguidor mal-interpreta a posicao da pessoa
> > que esta sendo atacada. certamente, dizer que um pessoa afirma ~P com
> base
> > no fato de que essa pessoa afirma que nao ha evidencia para P eh uma
> > ma-interpretacao da posicao desta pessoa.
> >
> > abraco!
> >
> >
> > 2013/3/10 <[email protected]>
> >
> >> Enviar submissões para a lista de discussão Logica-l para
> >>         [email protected]
> >>
> >> Para se cadastrar ou descadastrar via WWW, visite o endereço
> >>         http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
> >> ou, via email, envie uma mensagem com a palavra 'help' no assunto ou
> >> corpo da mensagem para
> >>         [email protected]
> >>
> >> Você poderá entrar em contato com a pessoa que gerencia a lista pelo
> >> endereço
> >>         [email protected]
> >>
> >> Quando responder, por favor edite sua linha Assunto assim ela será
> >> mais específica que "Re: Contents of Logica-l digest..."
> >>
> >>
> >> Tópicos de Hoje:
> >>
> >>    1. Re: Digest Logica-l, volume 85, assunto 8 ([email protected])
> >>    2. Re: You are not one of us; ergo, your argument is invalid
> >>       (Luis Rosa)
> >>    3. Re: You are not one of us; ergo, your argument is inva (Famadoria)
> >>    4. Re: You are not one of us; ergo, your argument is invalid
> >>       (Joao Marcos)
> >>
> >>
> >> ----------------------------------------------------------------------
> >>
> >> Message: 1
> >> Date: Sat, 9 Mar 2013 16:14:50 -0300
> >> From: [email protected]
> >> To: [email protected]
> >> Subject: Re: [Logica-l] Digest Logica-l, volume 85, assunto 8
> >> Message-ID: <[email protected]>
> >> Content-Type: text/plain;charset=iso-8859-1
> >>
> >> > Enviar submissões para a lista de discussão Logica-l para
> >> >       [email protected]
> >> >
> >> > Para se cadastrar ou descadastrar via WWW, visite o endereço
> >> >       http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
> >> > ou, via email, envie uma mensagem com a palavra 'help' no assunto ou
> >> > corpo da mensagem para
> >> >       [email protected]
> >> >
> >> > Você poderá entrar em contato com a pessoa que gerencia a lista pelo
> >> > endereço
> >> >       [email protected]
> >> >
> >> > Quando responder, por favor edite sua linha Assunto assim ela será
> >> > mais específica que "Re: Contents of Logica-l digest..."
> >> >
> >> >
> >> > Tópicos de Hoje:
> >> >
> >> >    1. Re: medindo o nível de dificuldade de uma derivação
> >> >       (Valeria de Paiva)
> >> >    2. Re: medindo o nível de dificuldade de uma derivação
> >> >       (Elaine Pimentel)
> >> >    3. Re: medindo o nível de dificuldade de uma derivação
> >> >       (Marcelo Finger)
> >> >    4. Re: medindo o nível de dificuldade de uma derivação (Tony Marmo)
> >> >    5. Re: medindo o nível de dificuldade de uma derivação (Famadoria)
> >> >    6. Re: medindo o nível de dificuldade de uma derivação (Famadoria)
> >> >    7. Re: medindo o nível de dificuldade de uma derivação (Famadoria)
> >> >
> >> >
> >> > ----------------------------------------------------------------------
> >> >
> >> > Message: 1
> >> > Date: Thu, 7 Mar 2013 06:54:41 -0800
> >> > From: Valeria de Paiva <[email protected]>
> >> > To: Elaine Pimentel <[email protected]>
> >> > Cc: Lista acadêmica brasileira dos profissionais e estudantes da área
> >> >       de LOGICA <[email protected]>
> >> > Subject: Re: [Logica-l] medindo o nível de dificuldade de uma
> >> >       derivação
> >> > Message-ID:
> >> >       <CAESt=XvcijyYGw=Ajb8jcG0029tniD=jXNdGwznA3kn8Z0w=
> >> [email protected]>
> >> > Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1
> >> >
> >> > alo todos,
> >> > Pois e', eu tambem acho que Doria se enganou nessa. eu tenho as obras
> >> > completas do Goedel and por via das duvidas dei uma "googlada", mas
> nao
> >> > achei nada..sem contar que os metodos de descricao de provas nao eram
> >> > muito
> >> > sofisticados. o calculo de sequentes 'e dos anos 30 e a deducao
> natural
> >> > so'
> >> > mostrou que funcionava mesmo nos anos 60, ne?
> >> >
> >> > mas eu nao concordo com Elaine qdo ela diz:
> >> >>Se considerarmos
> >> >>a lógica clássica proposicional, então não há muito a dizer:
> >> >>derivações normalizadas não utilizam lemas e são "minimais". Então eu
> >> >>diria que a complexidade é a mesma.
> >> > tem muita coisa a se dizer sim e a complexidade nao deve ser a mesma.
> >> > De um olhada no trabalho do Sam Buss em k-provabilidade usando os
> logic
> >> > flow graphs dele,
> >> > http://www.math.ucsd.edu/~sbuss/ResearchWeb/kprove/paper.pdf...
> >> >
> >> > acho que a medida de numero de usos de regra do absurdo 'e so' pra
> >> > comecar...
> >> >
> >> > Mas concordo plenamente com Elaine que o assunto 'e fascinante!!
> >> > abracos,
> >> > Valeria
> >> >
> >> >
> >> > 2013/3/7 Elaine Pimentel <[email protected]>
> >> >
> >> >> Oi, João!
> >> >>
> >> >> Eu não conheço nenhum teorema de Gödel que trate do assunto (de fato,
> >> >> não acredito que exista...).
> >> >>
> >> >> Sobre a sua pergunta, acho que é super interessante. Se considerarmos
> >> >> a lógica clássica proposicional, então não há muito a dizer:
> >> >> derivações normalizadas não utilizam lemas e são "minimais". Então eu
> >> >> diria que a complexidade é a mesma. Se uma fórmula é um teorema
> >> >> intuicionista, então o uso da dupla negação vai resultar em uma
> >> >> derivação não normal, por exemplo.
> >> >>
> >> >> Já se passamos para a lógica de primeira ordem, temos a complicação
> do
> >> >> existencial, pois é o único conectivo em cálculo de sequentes para o
> >> >> qual a regra de introdução é não "invertível". Ou seja, você pode
> >> >> decompor (pensando de baixo para cima) qualquer fórmula cujo
> conectivo
> >> >> principal não seja um existencial que a "demonstrabilidade" fica
> >> >> invariante. Então, para qualquer fórmula "demonstrável" -- para que
> >> >> você não fique bravo comigo :) -- existe uma derivação mínimal dada
> >> >> por "multifocusing" e portanto a complexidade pode ser medida apenas
> >> >> pelo número de diferentes aplicações da regra existencial.
> >> >>
> >> >> Não sei como transformar isso para dedução natural, mas acredito que
> >> >> basta definir uma classe de equivalência de derivações (normalizadas)
> >> >> em dn para cada derivação "multifocused" em cálculo de sequentes.
> >> >>
> >> >> Eu acho esse assunto fascinante :)
> >> >>
> >> >> Abraço,
> >> >>
> >> >> Elaine.
> >> >>
> >> >> 2013/3/7 Joao Marcos <[email protected]>:
> >> >> > Sobre derivações em dedução natural?
> >> >> >
> >> >> > JM
> >> >> >
> >> >> > 2013/3/6 Famadoria <[email protected]>:
> >> >> >> Tem um teorema de Gödel sobre isso.
> >> >> >>
> >> >> >> Sent from my iPhone
> >> >> >>
> >> >> >> On 06/03/2013, at 19:38, Joao Marcos <[email protected]> wrote:
> >> >> >>
> >> >> >>> Gostaria de fazer uma consulta simples entre os colegas com mais
> >> >> >>> intuição do que eu sobre este assunto.
> >> >> >>>
> >> >> >>> Um aluno me perguntou como poderia fazer para "comparar o nível
> de
> >> >> >>> dificuldade de duas derivações", em dedução natural.  A gente faz
> em
> >> >> >>> sala de aula aquelas asserções ingênuas, do tipo "se você usou a
> >> >> regra
> >> >> >>> do absurdo clássico, trata-se de uma derivação não trivial", "se
> >> >> você
> >> >> >>> usou regras com descarte, a derivação é potencialmente mais
> >> >> complexa",
> >> >> >>> "se você precisou usar lemas, a derivação não é tão básica
> assim", e
> >> >> >>> até "se você construiu sua derivação de forma construtiva, ela
> pode
> >> >> >>> até ter custado mais, mas é mais confiável"...
> >> >> >>>
> >> >> >>> Pois bem, minha primeira sugestão ao aluno foi que comparasse o
> >> >> nível
> >> >> >>> de dificuldade de duas derivações executando dois passos:
> primeiro,
> >> >> >>> converta estas derivações para uma forma *normalizada*; em
> seguida,
> >> >> >>> conte o número de nós destas versões normalizadas, e o número de
> >> >> >>> aplicações da regra do absurdo clássico.  A Valeria me chamou a
> >> >> >>> atenção em privado para a necessidade de considerar também outras
> >> >> >>> variáveis, como o numero de regras usadas, e não somente o numero
> de
> >> >> >>> regras do absurdo.
> >> >> >>>
> >> >> >>> E o que acham os colegas?  Como vocês comparariam, em princípio,
> o
> >> >> >>> *nível de dificuldade* de duas derivações, digamos, em dedução
> >> >> >>> natural?
> >> >> >>>
> >> >> >>> Abraços,
> >> >> >>> Joao Marcos
> >> >> >
> >> >> > --
> >> >> > http://sequiturquodlibet.googlepages.com/
> >> >> > _______________________________________________
> >> >> > Logica-l mailing list
> >> >> > [email protected]
> >> >> > http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
> >> >>
> >> >>
> >> >>
> >> >> --
> >> >> Elaine.
> >> >> -------------------------------------------------
> >> >> Elaine Pimentel  - DMat/UFMG
> >> >>
> >> >> Address: Departamento de Matematica
> >> >>      Universidade Federal de Minas Gerais
> >> >>      Av Antonio Carlos, 6627 - C.P. 702
> >> >>      Pampulha - CEP 30.161-970
> >> >>      Belo Horizonte - Minas Gerais - Brazil
> >> >> Phone:   55 31 3409-5970/3409-5994
> >> >> Fax:       55 31 3409-5692
> >> >>
> >> >> htps://sites.google.com/site/elainepimentel/
> >> >> --------------------------------------------------------
> >> >> _______________________________________________
> >> >> Logica-l mailing list
> >> >> [email protected]
> >> >> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
> >> >>
> >> >
> >> >
> >> >
> >> > --
> >> > Valeria de Paiva
> >> > http://www.cs.bham.ac.uk/~vdp/
> >> > http://valeriadepaiva.org/
> >> >
> >> >
> >> > ------------------------------
> >> >
> >> > Message: 2
> >> > Date: Thu, 7 Mar 2013 12:16:32 -0300
> >> > From: Elaine Pimentel <[email protected]>
> >> > To: Valeria de Paiva <[email protected]>
> >> > Cc: Lista acadêmica brasileira dos profissionais e estudantes da área
> >> >       de LOGICA <[email protected]>
> >> > Subject: Re: [Logica-l] medindo o nível de dificuldade de uma
> >> >       derivação
> >> > Message-ID:
> >> >       <
> >> cahqvs+xvtnzz1ztphanwitortchlruey0ctsg7gcheyntzq...@mail.gmail.com>
> >> > Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1
> >> >
> >> > Oi, Valéria!
> >> >
> >> >
> >> >> mas eu nao concordo com Elaine qdo ela diz:
> >> >>>Se considerarmos
> >> >>>a lógica clássica proposicional, então não há muito a dizer:
> >> >>>derivações normalizadas não utilizam lemas e são "minimais". Então eu
> >> >>>diria que a complexidade é a mesma.
> >> >> tem muita coisa a se dizer sim e a complexidade nao deve ser a mesma.
> >> >> De um olhada no trabalho do Sam Buss em k-provabilidade usando os
> logic
> >> >> flow
> >> >> graphs dele,
> >> >> http://www.math.ucsd.edu/~sbuss/ResearchWeb/kprove/paper.pdf...
> >> >
> >> > O trabalho dele é em lógica de primeira ordem... E a dificuldade é
> >> > justamente unificação. Continuo achando que no caso proposicional não
> >> > há diferença, se considerarmos apenas provas normalizadas.
> >> >
> >> >> Mas concordo plenamente com Elaine que o assunto 'e fascinante!!
> >> >
> >> > :)
> >> >
> >> > Elaine.
> >> > -------------------------------------------------
> >> > Elaine Pimentel  - DMat/UFMG
> >> >
> >> > Address: Departamento de Matematica
> >> >      Universidade Federal de Minas Gerais
> >> >      Av Antonio Carlos, 6627 - C.P. 702
> >> >      Pampulha - CEP 30.161-970
> >> >      Belo Horizonte - Minas Gerais - Brazil
> >> > Phone:   55 31 3409-5970/3409-5994
> >> > Fax:       55 31 3409-5692
> >> >
> >> > htps://sites.google.com/site/elainepimentel/
> >> > --------------------------------------------------------
> >> >
> >> >
> >> > ------------------------------
> >> >
> >> > Message: 3
> >> > Date: Thu, 7 Mar 2013 10:25:14 -0500
> >> > From: Marcelo Finger <[email protected]>
> >> > To: Joao Marcos <[email protected]>
> >> > Cc: Lista acadêmica brasileira dos profissionais e estudantes da área
> >> >       de LOGICA <[email protected]>
> >> > Subject: Re: [Logica-l] medindo o nível de dificuldade de uma
> >> >       derivação
> >> > Message-ID:
> >> >       <CABqmzx0FKtrHX-eZr9+ar=x2Je831C_dxZzWsczf7Fc=
> >> [email protected]>
> >> > Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1
> >> >
> >> > Oi João.
> >> >
> >> > Eu uma vez tive uma discussão com o Ruy Excel sobre um assunto
> similar: o
> >> > grau de interesse de um teorema.  A gente informalmente discutiu que o
> >> > nível de interesse é a razão entre o tamanho da menor prova conhecida
> >> > (usando a regra que v quiser) e o tamanho do teorema.  Quanto maior
> esta
> >> > razão , maior o interesse.  O problem é que isso relativiza o
> interesse
> >> > pelo sistema de dedução utilizado.
> >> >
> >> > []s
> >> >
> >> > Marcelo
> >> >
> >> >
> >> > 2013/3/6 Joao Marcos <[email protected]>
> >> >
> >> >> Gostaria de fazer uma consulta simples entre os colegas com mais
> >> >> intuição do que eu sobre este assunto.
> >> >>
> >> >> Um aluno me perguntou como poderia fazer para "comparar o nível de
> >> >> dificuldade de duas derivações", em dedução natural.  A gente faz em
> >> >> sala de aula aquelas asserções ingênuas, do tipo "se você usou a
> regra
> >> >> do absurdo clássico, trata-se de uma derivação não trivial", "se você
> >> >> usou regras com descarte, a derivação é potencialmente mais
> complexa",
> >> >> "se você precisou usar lemas, a derivação não é tão básica assim", e
> >> >> até "se você construiu sua derivação de forma construtiva, ela pode
> >> >> até ter custado mais, mas é mais confiável"...
> >> >>
> >> >> Pois bem, minha primeira sugestão ao aluno foi que comparasse o nível
> >> >> de dificuldade de duas derivações executando dois passos: primeiro,
> >> >> converta estas derivações para uma forma *normalizada*; em seguida,
> >> >> conte o número de nós destas versões normalizadas, e o número de
> >> >> aplicações da regra do absurdo clássico.  A Valeria me chamou a
> >> >> atenção em privado para a necessidade de considerar também outras
> >> >> variáveis, como o numero de regras usadas, e não somente o numero de
> >> >> regras do absurdo.
> >> >>
> >> >> E o que acham os colegas?  Como vocês comparariam, em princípio, o
> >> >> *nível de dificuldade* de duas derivações, digamos, em dedução
> >> >> natural?
> >> >>
> >> >> Abraços,
> >> >> Joao Marcos
> >> >>
> >> >> --
> >> >> http://sequiturquodlibet.googlepages.com/
> >> >> _______________________________________________
> >> >> Logica-l mailing list
> >> >> [email protected]
> >> >> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
> >> >>
> >> >>
> >> >
> >> >
> >> > --
> >> > Marcelo Finger
> >> > Department of Computer Science, Cornell University
> >> >
> >> > on leave from:
> >> >  Departament of Computer Science, IME
> >> >  University of Sao Paulo
> >> >  http://www.ime.usp.br/~mfinger
> >> >
> >> >
> >> > ------------------------------
> >> >
> >> > Message: 4
> >> > Date: Thu, 7 Mar 2013 16:42:52 -0300
> >> > From: Tony Marmo <[email protected]>
> >> > To: Joao Marcos <[email protected]>,  Lista acadêmica brasileira dos
> >> >       profissionais e estudantes da área de LOGICA <
> >> [email protected]>
> >> > Subject: Re: [Logica-l] medindo o nível de dificuldade de uma
> >> >       derivação
> >> > Message-ID:
> >> >       <CAEsiyHS+-E3Pu84Q2zAZfLx1rYp5gH7SPexfU--Fdd4RG2M=
> >> [email protected]>
> >> > Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1
> >> >
> >> > Caro João,
> >> >
> >> > Tenho muita simpatia pela pergunta, mas é aquela velha história do
> >> > pescador
> >> > que se encanta mais pela rede do que pelo mar. Contar o número de
> regras
> >> > usadas e de passos pode ser um meio para medir uma derivação, porém
> será
> >> > um
> >> > entre vários meios de medição. E segundo, para medir será preciso
> >> > considerar sempre a menor derivação "correta" (latu sensu) dentre as
> >> > possíveis derivações.
> >> >
> >> > Na verdade a minha simpatia pela pergunta deve-se a que ela não se
> limita
> >> > a
> >> > dedução natural, mas traduz a ideia de que a lógica sempre trabalha
> com
> >> > economia ou simplicidade, que essas são características fundamentais
> da
> >> > disciplina.
> >> >
> >> >
> >> > Em 6 de março de 2013 19:38, Joao Marcos <[email protected]>
> escreveu:
> >> >
> >> >> Gostaria de fazer uma consulta simples entre os colegas com mais
> >> >> intuição do que eu sobre este assunto.
> >> >>
> >> >> Um aluno me perguntou como poderia fazer para "comparar o nível de
> >> >> dificuldade de duas derivações", em dedução natural.  A gente faz em
> >> >> sala de aula aquelas asserções ingênuas, do tipo "se você usou a
> regra
> >> >> do absurdo clássico, trata-se de uma derivação não trivial", "se você
> >> >> usou regras com descarte, a derivação é potencialmente mais
> complexa",
> >> >> "se você precisou usar lemas, a derivação não é tão básica assim", e
> >> >> até "se você construiu sua derivação de forma construtiva, ela pode
> >> >> até ter custado mais, mas é mais confiável"...
> >> >>
> >> >> Pois bem, minha primeira sugestão ao aluno foi que comparasse o nível
> >> >> de dificuldade de duas derivações executando dois passos: primeiro,
> >> >> converta estas derivações para uma forma *normalizada*; em seguida,
> >> >> conte o número de nós destas versões normalizadas, e o número de
> >> >> aplicações da regra do absurdo clássico.  A Valeria me chamou a
> >> >> atenção em privado para a necessidade de considerar também outras
> >> >> variáveis, como o numero de regras usadas, e não somente o numero de
> >> >> regras do absurdo.
> >> >>
> >> >> E o que acham os colegas?  Como vocês comparariam, em princípio, o
> >> >> *nível de dificuldade* de duas derivações, digamos, em dedução
> >> >> natural?
> >> >>
> >> >> Abraços,
> >> >> Joao Marcos
> >> >>
> >> >> --
> >> >> http://sequiturquodlibet.googlepages.com/
> >> >> _______________________________________________
> >> >> Logica-l mailing list
> >> >> [email protected]
> >> >> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
> >> >>
> >> >
> >> >
> >> > ------------------------------
> >> >
> >> > Message: 5
> >> > Date: Thu, 7 Mar 2013 17:22:20 -0300
> >> > From: Famadoria <[email protected]>
> >> > To: Joao Marcos <[email protected]>
> >> > Cc: Lista acadêmica brasileira dos profissionais e estudantes da área
> >> >       de LOGICA <[email protected]>
> >> > Subject: Re: [Logica-l] medindo o nível de dificuldade de uma
> >> >       derivação
> >> > Message-ID: <[email protected]>
> >> > Content-Type: text/plain;     charset=utf-8
> >> >
> >> > Não usou dedução natural e nem precisa; poderíamos codificar em
> linguagem
> >> > binária a dedução. E se aplica o teorema de Goedel sobre o comprimento
> >> das
> >> > provas.
> >> >
> >> > Sent from my iPhone
> >> >
> >> > On 07/03/2013, at 08:01, Joao Marcos <[email protected]> wrote:
> >> >
> >> >> Sobre derivações em dedução natural?
> >> >>
> >> >> JM
> >> >>
> >> >> 2013/3/6 Famadoria <[email protected]>:
> >> >>> Tem um teorema de Gödel sobre isso.
> >> >>>
> >> >>> Sent from my iPhone
> >> >>>
> >> >>> On 06/03/2013, at 19:38, Joao Marcos <[email protected]> wrote:
> >> >>>
> >> >>>> Gostaria de fazer uma consulta simples entre os colegas com mais
> >> >>>> intuição do que eu sobre este assunto.
> >> >>>>
> >> >>>> Um aluno me perguntou como poderia fazer para "comparar o nível de
> >> >>>> dificuldade de duas derivações", em dedução natural.  A gente faz
> em
> >> >>>> sala de aula aquelas asserções ingênuas, do tipo "se você usou a
> regra
> >> >>>> do absurdo clássico, trata-se de uma derivação não trivial", "se
> você
> >> >>>> usou regras com descarte, a derivação é potencialmente mais
> complexa",
> >> >>>> "se você precisou usar lemas, a derivação não é tão básica assim",
> e
> >> >>>> até "se você construiu sua derivação de forma construtiva, ela pode
> >> >>>> até ter custado mais, mas é mais confiável"...
> >> >>>>
> >> >>>> Pois bem, minha primeira sugestão ao aluno foi que comparasse o
> nível
> >> >>>> de dificuldade de duas derivações executando dois passos: primeiro,
> >> >>>> converta estas derivações para uma forma *normalizada*; em seguida,
> >> >>>> conte o número de nós destas versões normalizadas, e o número de
> >> >>>> aplicações da regra do absurdo clássico.  A Valeria me chamou a
> >> >>>> atenção em privado para a necessidade de considerar também outras
> >> >>>> variáveis, como o numero de regras usadas, e não somente o numero
> de
> >> >>>> regras do absurdo.
> >> >>>>
> >> >>>> E o que acham os colegas?  Como vocês comparariam, em princípio, o
> >> >>>> *nível de dificuldade* de duas derivações, digamos, em dedução
> >> >>>> natural?
> >> >>>>
> >> >>>> Abraços,
> >> >>>> Joao Marcos
> >> >>
> >> >> --
> >> >> http://sequiturquodlibet.googlepages.com/
> >> >
> >> >
> >> > ------------------------------
> >> >
> >> > Message: 6
> >> > Date: Thu, 7 Mar 2013 17:26:02 -0300
> >> > From: Famadoria <[email protected]>
> >> > To: Elaine Pimentel <[email protected]>
> >> > Cc: Lista acadêmica brasileira dos profissionais e estudantes da área
> >> >       de LOGICA <[email protected]>
> >> > Subject: Re: [Logica-l] medindo o nível de dificuldade de uma
> >> >       derivação
> >> > Message-ID: <[email protected]>
> >> > Content-Type: text/plain;     charset=utf-8
> >> >
> >> > Existe: sobre o comprimento das provas. Na verdade Goedel apenas o
> >> > enunciou em 36; foi provado nos anos 50. Usei-0 num artigo de 91,
> >> > Undecidability and incompleteness in classical mechanics. É
> equivalente a
> >> > um teorema de M. Blum em computação.
> >> >
> >> > Sent from my iPhone
> >> >
> >> > On 07/03/2013, at 08:52, Elaine Pimentel <[email protected]>
> >> > wrote:
> >> >
> >> >> Oi, João!
> >> >>
> >> >> Eu não conheço nenhum teorema de Gödel que trate do assunto (de fato,
> >> >> não acredito que exista...).
> >> >>
> >> >> Sobre a sua pergunta, acho que é super interessante. Se considerarmos
> >> >> a lógica clássica proposicional, então não há muito a dizer:
> >> >> derivações normalizadas não utilizam lemas e são "minimais". Então eu
> >> >> diria que a complexidade é a mesma. Se uma fórmula é um teorema
> >> >> intuicionista, então o uso da dupla negação vai resultar em uma
> >> >> derivação não normal, por exemplo.
> >> >>
> >> >> Já se passamos para a lógica de primeira ordem, temos a complicação
> do
> >> >> existencial, pois é o único conectivo em cálculo de sequentes para o
> >> >> qual a regra de introdução é não "invertível". Ou seja, você pode
> >> >> decompor (pensando de baixo para cima) qualquer fórmula cujo
> conectivo
> >> >> principal não seja um existencial que a "demonstrabilidade" fica
> >> >> invariante. Então, para qualquer fórmula "demonstrável" -- para que
> >> >> você não fique bravo comigo :) -- existe uma derivação mínimal dada
> >> >> por "multifocusing" e portanto a complexidade pode ser medida apenas
> >> >> pelo número de diferentes aplicações da regra existencial.
> >> >>
> >> >> Não sei como transformar isso para dedução natural, mas acredito que
> >> >> basta definir uma classe de equivalência de derivações (normalizadas)
> >> >> em dn para cada derivação "multifocused" em cálculo de sequentes.
> >> >>
> >> >> Eu acho esse assunto fascinante :)
> >> >>
> >> >> Abraço,
> >> >>
> >> >> Elaine.
> >> >>
> >> >> 2013/3/7 Joao Marcos <[email protected]>:
> >> >>> Sobre derivações em dedução natural?
> >> >>>
> >> >>> JM
> >> >>>
> >> >>> 2013/3/6 Famadoria <[email protected]>:
> >> >>>> Tem um teorema de Gödel sobre isso.
> >> >>>>
> >> >>>> Sent from my iPhone
> >> >>>>
> >> >>>> On 06/03/2013, at 19:38, Joao Marcos <[email protected]> wrote:
> >> >>>>
> >> >>>>> Gostaria de fazer uma consulta simples entre os colegas com mais
> >> >>>>> intuição do que eu sobre este assunto.
> >> >>>>>
> >> >>>>> Um aluno me perguntou como poderia fazer para "comparar o nível de
> >> >>>>> dificuldade de duas derivações", em dedução natural.  A gente faz
> em
> >> >>>>> sala de aula aquelas asserções ingênuas, do tipo "se você usou a
> >> >>>>> regra
> >> >>>>> do absurdo clássico, trata-se de uma derivação não trivial", "se
> você
> >> >>>>> usou regras com descarte, a derivação é potencialmente mais
> >> >>>>> complexa",
> >> >>>>> "se você precisou usar lemas, a derivação não é tão básica assim",
> e
> >> >>>>> até "se você construiu sua derivação de forma construtiva, ela
> pode
> >> >>>>> até ter custado mais, mas é mais confiável"...
> >> >>>>>
> >> >>>>> Pois bem, minha primeira sugestão ao aluno foi que comparasse o
> nível
> >> >>>>> de dificuldade de duas derivações executando dois passos:
> primeiro,
> >> >>>>> converta estas derivações para uma forma *normalizada*; em
> seguida,
> >> >>>>> conte o número de nós destas versões normalizadas, e o número de
> >> >>>>> aplicações da regra do absurdo clássico.  A Valeria me chamou a
> >> >>>>> atenção em privado para a necessidade de considerar também outras
> >> >>>>> variáveis, como o numero de regras usadas, e não somente o numero
> de
> >> >>>>> regras do absurdo.
> >> >>>>>
> >> >>>>> E o que acham os colegas?  Como vocês comparariam, em princípio, o
> >> >>>>> *nível de dificuldade* de duas derivações, digamos, em dedução
> >> >>>>> natural?
> >> >>>>>
> >> >>>>> Abraços,
> >> >>>>> Joao Marcos
> >> >>>
> >> >>> --
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> >> >>> Logica-l mailing list
> >> >>> [email protected]
> >> >>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
> >> >>
> >> >>
> >> >>
> >> >> --
> >> >> Elaine.
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> >> >> Elaine Pimentel  - DMat/UFMG
> >> >>
> >> >> Address: Departamento de Matematica
> >> >>     Universidade Federal de Minas Gerais
> >> >>     Av Antonio Carlos, 6627 - C.P. 702
> >> >>     Pampulha - CEP 30.161-970
> >> >>     Belo Horizonte - Minas Gerais - Brazil
> >> >> Phone:   55 31 3409-5970/3409-5994
> >> >> Fax:       55 31 3409-5692
> >> >>
> >> >> htps://sites.google.com/site/elainepimentel/
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> >> >> [email protected]
> >> >> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
> >> >
> >> >
> >> > ------------------------------
> >> >
> >> > Message: 7
> >> > Date: Thu, 7 Mar 2013 17:28:39 -0300
> >> > From: Famadoria <[email protected]>
> >> > To: Tony Marmo <[email protected]>
> >> > Cc: Joao Marcos <[email protected]>, Lista acadêmica brasileira dos
> >> >       profissionais e estudantes da área de LOGICA <
> >> [email protected]>
> >> > Subject: Re: [Logica-l] medindo o nível de dificuldade de uma
> >> >       derivação
> >> > Message-ID: <[email protected]>
> >> > Content-Type: text/plain;     charset=utf-8
> >> >
> >> > Basta codificar em binário e considerar a ( incomputável) mais curta
> >> > codificação possível.
> >> >
> >> > Sent from my iPhone
> >> >
> >> > On 07/03/2013, at 16:42, Tony Marmo <[email protected]> wrote:
> >> >
> >> >> Caro João,
> >> >>
> >> >> Tenho muita simpatia pela pergunta, mas é aquela velha história do
> >> >> pescador
> >> >> que se encanta mais pela rede do que pelo mar. Contar o número de
> regras
> >> >> usadas e de passos pode ser um meio para medir uma derivação, porém
> será
> >> >> um
> >> >> entre vários meios de medição. E segundo, para medir será preciso
> >> >> considerar sempre a menor derivação "correta" (latu sensu) dentre as
> >> >> possíveis derivações.
> >> >>
> >> >> Na verdade a minha simpatia pela pergunta deve-se a que ela não se
> >> >> limita a
> >> >> dedução natural, mas traduz a ideia de que a lógica sempre trabalha
> com
> >> >> economia ou simplicidade, que essas são características fundamentais
> da
> >> >> disciplina.
> >> >>
> >> >>
> >> >> Em 6 de março de 2013 19:38, Joao Marcos <[email protected]>
> escreveu:
> >> >>
> >> >>> Gostaria de fazer uma consulta simples entre os colegas com mais
> >> >>> intuição do que eu sobre este assunto.
> >> >>>
> >> >>> Um aluno me perguntou como poderia fazer para "comparar o nível de
> >> >>> dificuldade de duas derivações", em dedução natural.  A gente faz em
> >> >>> sala de aula aquelas asserções ingênuas, do tipo "se você usou a
> regra
> >> >>> do absurdo clássico, trata-se de uma derivação não trivial", "se
> você
> >> >>> usou regras com descarte, a derivação é potencialmente mais
> complexa",
> >> >>> "se você precisou usar lemas, a derivação não é tão básica assim", e
> >> >>> até "se você construiu sua derivação de forma construtiva, ela pode
> >> >>> até ter custado mais, mas é mais confiável"...
> >> >>>
> >> >>> Pois bem, minha primeira sugestão ao aluno foi que comparasse o
> nível
> >> >>> de dificuldade de duas derivações executando dois passos: primeiro,
> >> >>> converta estas derivações para uma forma *normalizada*; em seguida,
> >> >>> conte o número de nós destas versões normalizadas, e o número de
> >> >>> aplicações da regra do absurdo clássico.  A Valeria me chamou a
> >> >>> atenção em privado para a necessidade de considerar também outras
> >> >>> variáveis, como o numero de regras usadas, e não somente o numero de
> >> >>> regras do absurdo.
> >> >>>
> >> >>> E o que acham os colegas?  Como vocês comparariam, em princípio, o
> >> >>> *nível de dificuldade* de duas derivações, digamos, em dedução
> >> >>> natural?
> >> >>>
> >> >>> Abraços,
> >> >>> Joao Marcos
> >> >>>
> >> >>> --
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> >> >>> Logica-l mailing list
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> >> >
> >> >
> >> > Fim da Digest Logica-l, volume 85, assunto 8
> >> > ********************************************
> >> >
> >>
> >>
> >>
> >>
> >> ------------------------------
> >>
> >> Message: 2
> >> Date: Sat, 9 Mar 2013 15:20:14 -0500
> >> From: Luis Rosa <[email protected]>
> >> To: logica-l <[email protected]>
> >> Subject: Re: [Logica-l] You are not one of us; ergo, your argument is
> >>         invalid
> >> Message-ID:
> >>         <
> >> caockfccqnn23crj6yro7hhk8beh3zybzjexb2q+g5xhhaas...@mail.gmail.com>
> >> Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1
> >>
> >> JM, escrevi um post para o nosso blog de epistemologia, incitado
> justamente
> >> por essa pagina que voce postou aqui:
> >> http://fsopho.wordpress.com/2013/03/09/some-fallacies/
> >>
> >> nao quero desconsiderar dados da psicologia cognitiva, mas acredito que
> >> podemos evitar bias e fallacies. =]
> >>
> >> abracao a tod@s
> >>
> >> --
> >> *Luis Rosa                            *
> >> @fsopho // prof <https://sites.google.com/site/fsopho/> // lattes
> >> <http://lattes.cnpq.br/9235142514779816>
> >> FsOpHo Epistemology Blog <http://fsopho.wordpress.com/>
> >> Blog Distropia <http://distropia.wordpress.com/>
> >> Greek van Peixe - Gamer Rock <http://greekvanpeixe.com/>
> >>
> >>
> >> ------------------------------
> >>
> >> Message: 3
> >> Date: Sat, 9 Mar 2013 22:24:14 -0300
> >> From: Famadoria <[email protected]>
> >> To: Luis Rosa <[email protected]>
> >> Cc: logica-l <[email protected]>
> >> Subject: Re: [Logica-l] You are not one of us; ergo, your argument is
> >>         inva
> >> Message-ID: <[email protected]>
> >> Content-Type: text/plain;       charset=utf-8
> >>
> >> A gente tem que ter cuidado com LOE e ALOE. Um exemplo: EPR data de
> 1935,
> >> mas só foi evidenciado por Alain Aspect em 1981. E o resultado de Aspect
> é
> >> notoriamente contraintuitivo.
> >>
> >> Sent from my iPhone
> >>
> >> On 09/03/2013, at 17:20, Luis Rosa <[email protected]> wrote:
> >>
> >> > JM, escrevi um post para o nosso blog de epistemologia, incitado
> >> justamente
> >> > por essa pagina que voce postou aqui:
> >> > http://fsopho.wordpress.com/2013/03/09/some-fallacies/
> >> >
> >> > nao quero desconsiderar dados da psicologia cognitiva, mas acredito
> que
> >> > podemos evitar bias e fallacies. =]
> >> >
> >> > abracao a tod@s
> >> >
> >> > --
> >> > *Luis Rosa                            *
> >> > @fsopho // prof <https://sites.google.com/site/fsopho/> // lattes
> >> > <http://lattes.cnpq.br/9235142514779816>
> >> > FsOpHo Epistemology Blog <http://fsopho.wordpress.com/>
> >> > Blog Distropia <http://distropia.wordpress.com/>
> >> > Greek van Peixe - Gamer Rock <http://greekvanpeixe.com/>
> >> > _______________________________________________
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> >> > [email protected]
> >> > http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
> >>
> >>
> >> ------------------------------
> >>
> >> Message: 4
> >> Date: Sun, 10 Mar 2013 10:37:13 -0300
> >> From: Joao Marcos <[email protected]>
> >> To: Luis Rosa <[email protected]>
> >> Cc: logica-l <[email protected]>
> >> Subject: Re: [Logica-l] You are not one of us; ergo, your argument is
> >>         invalid
> >> Message-ID:
> >>         <CAO6j_LjRZEmNaDdTYaSwAN=
> >> [email protected]>
> >> Content-Type: text/plain; charset=UTF-8
> >>
> >> Luis, será que a falácia PMWMA não seria uma especialização da
> >> "falácia do espantalho"?
> >>
> >> Parabéns por ter esperança no alcance do raciocínio crítico, e pelo
> >> interessante post.
> >> Joao Marcos
> >>
> >>
> >> 2013/3/9 Luis Rosa <[email protected]>:
> >> > JM, escrevi um post para o nosso blog de epistemologia, incitado
> >> justamente
> >> > por essa pagina que voce postou aqui:
> >> > http://fsopho.wordpress.com/2013/03/09/some-fallacies/
> >> >
> >> > nao quero desconsiderar dados da psicologia cognitiva, mas acredito
> que
> >> > podemos evitar bias e fallacies. =]
> >> >
> >> > abracao a tod@s
> >> >
> >> > --
> >> > *Luis Rosa                            *
> >> > @fsopho // prof <https://sites.google.com/site/fsopho/> // lattes
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