Outra coisa: Carnap tinha horror a uma frase de Heidegger: das Nichts nichtet. Que é um pouco feito aquele verso de Gertrude Stein (aliás, para Alice B. Toklas), A rose is a rose is a rose.
Sem sentido, cheios de significados... 2009/7/27 Wagner de Campos Sanz <[email protected]> > Caros Frank e Dória, > > Um pouco atrasado, volto a discussão sobre Deus e os milagres. > Mesmo sendo ateu, acho que o Frank defendeu de modo equilibrado sua > posição. > Parece-me haver um problema básico nos argumentos do Dória. Ele disse > acreditar que tudo que ocorre ocorre por causas naturais ou que admite > explicações naturais, mais precisamente: "tudo que acontece dentro do > mundo é natural, ordinário". Porém, obviamente, essa não é uma asserção > verificável; na melhor das hipóteses é uma tese metodológica. Mas, nesse > caso, o problema resta no pé em que está. > Se não for metodológica, deveria ser metafísica e retornamos ao problema > do seu fundamento. Deus seria o fundamento último para a tese? > > PS: Em alguns outros mails já havia me deparado com outro problema. Eu > particularmente não vejo significado algum dizer que Deus existe e Deus > não existe. Se serviu pra fazer silenciar ao Carneiro Leão, então deve > ter algum significado (da importância nem falo, pois isso deduz-se pelo > efeito!). Qual seria? > > WS > > _______________________________________________ > Logica-l mailing list > [email protected] > http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >
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