2008/10/2 William Steinle <[EMAIL PROTECTED]>: > > Boa! A questão é justamente essa, não sei exatamente qual usei. Digamos que, > neste caso, usei a clássica. Mas poderia ter sido outra, nada impede...
Bom, mas neste caso você poderia em tese ter usado uma lógica na qual NÃO poderíamos tirar esta conclusão! (usando, digamos, uma lógica heterodoxa que tivesse sido criada *justamente* pra esse fim --- ao mesmo tempo em que generalizasse, por exemplo, os conceitos de relógio e de pote de mostarda, como propôs o Girard: http://iml.univ-mrs.fr/~girard/mustard/page1.html ) jm >> > Por fim, aparentemente, podemos >> > tirar a seguinte conclusão (que considero bastante interessante): toda a >> > discussão sobre a *unicidade* da lógica clássica em oposição a uma >> > pluralidade de lógicas não-clássicas mostra que essas são, ao que tudo >> > indica, possíveis, e se são possíveis, não há motivos, a não ser >> > pessoais, >> > para sustentarmos que existe apenas uma lógica. >> >> Quando você fala em "podemos tirar a seguinte conclusão", está usando >> a relação de consequência de qual lógica? >> (Todas? Nenhuma delas? A lógica clássica?) -- My homepage: http://sequiturquodlibet.googlepages.com/ _______________________________________________ Logica-l mailing list [email protected] http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
