Olá Ricardo, Não sou nenhum especialista nisso mas vou dar minha opinião.
A grande maioria das empresas não aplica todos os processos a rigor então me parece comum o fato de que o catálogo de serviços não seja o primeiro aspecto a ser abordado quando se considera uma política de gerência de TI, ficando para os estágios seguintes. Entendo que durante o processo de construção do catálogo de serviços, seja natural que os serviços que estão sendo incluídos sejam revisados quanto ao valor que trazem para a organização, sua eficiência, se realizam processos em duplicidade com outro serviço, etc. Diante dessas informações, pode ficar claro para certas empresas que elas possuem serviços que não atendem aos objetivos da organização e então esses serviços são cortados ou integrados a outros. Todo esse processo que se repete leva a melhoria na qualidade dos serviços prestados. Abraços. Giovanni Tirloni. 2009/4/7 Ricardo Barroso Perin <[email protected]> > Senhores, lendo um artigo em uma publicação de TI em uma sala de espera > qualquer, me deparei com um artigo que tratava da importância do > catálogo de serviços para a nossa àrea. Em determinado momento da > matéria especialistas da àrea começaram a dar grande importância à > confecção de um catálogo mais suscinto, dando exemplos de empresas de > reduziram pela metadeo número de itens no catálogo. Minha dúvida: por > que o tamanho do catálogo de serviço reflete em qualidade? Em que > momento isso denota maturidade, se é que denota? > > > Ricardo Barroso Perin > Infra Estrutura/Tecnologia > Fone:(11) 3065-9564 > [email protected] > http://www.ig.com.br >
