Wilson,

Na minha opinião, o processo de classificação do incidente deve ser focado
no usuário. Quando o mesmo abre o chamado ele deve "demonstrar" uma
necessidade como "reportar um erro" ou "tirar uma dúvida". Neste caso,
utiliza-se esta perspectiva do usuário para realizar a classificação. Posso
até mesmo, após iniciado o processo de restauração/resolução, reclassificar
o incidente dentro de uma categoria mais adequada. Mas o atendimento inicial
deveria ser feito a partir da visão do usuário.

O que acha?

[]'s

Gustavo Tavares

On 10/1/07, listas listas <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
>
>   PessoALL,
>
> tenho um dúvida sobre classificação dos incidentes. Hoje na empresa que
> trabalho temos um catálogo de serviços definido e para cada tipo de
> serviço
> temos um SLA acordado com o cliente. Por exemplo:
>
> Resolução de Dúvidas: 10h
> Erro no sistema: 5h
> Lentidão: 5h
> Serviços Ad-hoc: 8h
>
> Até aí tudo bem, o problema é que chega o incidente para nosso grupo de
> atendentes e eles tem que classificar de acordo com os itens listados
> acima.
> Estamos com dificuldade na classificação, pois de acordo com nossa linha
> de
> pensamento, um mesmo incidente, dependendo do contexto pode ser
> classificado
> de diversas formas.
>
> Por exemplo: O valor faturado mensal aparece nos relatórios A e B. No
> relatório A o valor apresentado é de X e no B é de Y. Temos então um
> incidente.
> Ma vejam, na minha concepção podemos classificá-lo como:
>
> - Erro: pois o valor faturado deveria ser teóricamente o mesmo nos
> dois relatórios
> - Dúvida: pois o usuário pode solicitar o entendimento do porquê os
> valores estão diferentes
> - Serviços ad-hoc: pois podemos primeiramente fazer uma análise
> comparativa dos dois relatórios para entender o problema.
>
> Qual a opinião de vocês sobre o assunto? Como classificar corretamente?
>
> att,
>
> Wilson
>
> [Non-text portions of this message have been removed]
>
>  
>


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