On 4/16/07, Olival Júnior <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
Glauber Machado Rodrigues (Ananda) escreveu:
> Se eu te "avanço tecnologicamente" não te deixo livre para dominar
> este avanço até o limite do teu conhecimento, e te proíbo coletar
> conhecimentos a respeito deste avanço e outras melhorias que vão além
> dos meus interesses de mercado, eu realmente te "avancei
> tecnolocicamente" ou eu te tornei um dependente meu?
É uma evidência simplória, mas, em minha experiência pessoal, conheço
muitas pessoas com mais de 30 anos de idade . . . ok, com mais de 35 . .
. q começaram a se interessar por programação usando sistemas
proprietários. Gente q começou programando sobre o velho MS DOS (tá
bom... sobre o CP/M), passou pelo MS Windows 3.x, passou por diversos
Unices (plural de Unix?) proprietários até descobrir o GNU. Da mesma
forma, conheci muita gente q começou em Java e terminou em Python.
A tecnologia proprietária serviu de base para o aprendizado de conceitos
básicos, mas, qdo as limitações proprietárias apareceram e a fome de
conhecimento foi maior, elas foram devidamente substituídas pelas
contrapartes livres. Sem prejuízo ao aprendizado anterior. Obviamente,
qdo falamos em "educação" aqui usamos o termo de forma bem "livre", sem
muita precisão. Mas, usei o exemplo da programação para tentar
demonstrar q o mundo proprietário pode não ser a melhor opção, mas não
necessariamente deixa de servir à "alfabetização tecnológica", bem como
de pto de partida rumo ao mundo livre.
Mesmo assim eu não posso dizer que ou um modelo ou o outro representam
"avanço", pois seria como se os dois fossem alternativas, e não são.
Por exemplo, excluiremos o software proprietário. Ainda temos avanço?
Sim, com o software livre.
Agora excuiremos o sotware livre. Ainda temos avanço? Não, pois se eu
te "avanço tecnologicamente" e não te deixo livre para dominar este
avanço até o limite do teu conhecimento, e te proíbo coletar
conhecimentos a respeito deste avanço e outras melhorias que vão além
dos meus interesses de mercado, eu não te "avancei tecnolocicamente"
realmente.
E isso é ilógico, pois se os dois possibilitam o "avanço" se eu
deixasse um deles existir o "avanço" ainda seria possível. Mas o que
acontece é que o modelo proprietário propicia um "avançóide" (tem
tanto de avanço quanto um humanóide tem de humano) e o software livre
o "avanço" verdadeiro.
Eu não posso dizer que uma efeito pode acontecer por qualquer uma de
duas causas, e e excluir uma das causas que e o efeito cessar. O
efeito deveria acontecer na presença de qualquer uma das causas, e não
é assim. O efeito também não é causados pelas duas causas juntas, pois
apenas com uma das causas o efeito é possível, então claramente o
efeito só depende de uma das causas. O avanço só é possível com
software livre. O avançóide ignorante, limitado e injusto é possivel
com o sotware propietário.
[ ]s,
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