Para -1 < a < 0, vale:
(1/n)*(k/n)^a > Integral(k/n...(k+1)/n) x^a*dx > (1/n)*((k+1)/n)^a, para
1<=k<=n-1.

Somando de k = 1 até n-1, obtemos:
(1 + 2^a + ... + (n-1)^a)/n^(a+1) > Integral(1/n...1) x^a*dx > (2^a + 3^a +
... + n^a)/n^(a+1) ==>

S(n) - 1/n > (1 - (1/n)^(a+1))/(a+1) > S(n) - 1/n^(a+1)

Se lim S(n) existe, então fazendo n -> infinito, as duas extremidades
tendem ao mesmo limite e o meio tende a 1/(a+1).
Logo, o limite é 1/(a+1) quando -1 < a < 0.

Mas, de fato, não respondi sua pergunta.

[]s,
Claudio.




On Mon, Aug 27, 2018 at 3:41 PM Artur Steiner <[email protected]>
wrote:

>
>
> Artur Costa Steiner
>
> Em seg, 27 de ago de 2018 15:26, Claudio Buffara <
> [email protected]> escreveu:
>
>> Isso aí não é a soma de Riemann relativa a Integral(0...1) x^a*dx ?
>> Mas pra -1 < a < 0, a integral é imprópria. É esta a sutileza?
>>
>
> É. E geralmente se passa batido nela. Aquela clássico teorema sobre
> convergência de somas de Riemann com norma tendendo a 0 de modo geral não
> vale para integrais impróprias. Mas no caso vale. Por que?
>
>
>
>>
>>
>> On Mon, Aug 27, 2018 at 3:02 PM Artur Costa Steiner <
>> [email protected]> wrote:
>>
>>> A determinação deste limite costuma levar a uma sutileza que geralmente
>>> passa batida.
>>>
>>> Artur
>>>
>>> --
>>> Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antivírus e
>>> acredita-se estar livre de perigo.
>>
>>
>> --
>> Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antivírus e
>> acredita-se estar livre de perigo.
>
>
> --
> Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antivírus e
> acredita-se estar livre de perigo.

-- 
Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antiv�rus e
 acredita-se estar livre de perigo.

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