> Conversamos um pouco, e eu lhe perguntei por que, em seu conhecido > livro "Philosophy of Logics", ela não levava em conta o pluralismo > lógico, mencionando apenas, e bem de passagem, as lógicas difusas.
No seu livro sobre "lógicas desviantes" (cuja edição da década de 90, de fato, menciona lógicas difusas) o tema está presente no debate entre "estender ou-inclusivo restringir" a lógica clássica. (Não está posto de forma *logicamente produtiva*, IMHO, mas de certa forma está ali.) Note-se que ambos os livros são originalmente da década de 70 --- anteriores a boa parte dos desenvolvimentos contemporâneos sobre lógicas paraconsistentes e sobre revisão de lógicas. O diálogo, na época, era com Quine. []s, JM -- LOGICA-L Lista acadêmica brasileira dos profissionais e estudantes da área de Lógica <[email protected]> --- Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo "LOGICA-L" dos Grupos do Google. Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie um e-mail para [email protected]. Para ver esta conversa, acesse https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CAO6j_Lh2PGk2rTjPMK3ANTGbxP3LPN8JRcZ-es46kvXzz4bo7Q%40mail.gmail.com.
