Adoro o Fernando Pessoa, o  que não quer dizer que ele sempre esteja certo.

Prefiro a seguinte diretiva: para  o que queremos sentir, ouvimos os
poetas.   Para o que queremos ensinar, ouvimos os que fazem  ciência.

W.



"Usando do inglês como língua científica e geral, usaremos do
português como língua literária e particular.  Teremos, no império
como na cultura, uma vida doméstica e uma vida pública.  Para o que
queremos aprender leremos inglês; para o que queremos sentir,
português.  Para o que queremos ensinar, falaremos inglês, português
para o que queremos dizer."
— Fernando Pessoa, "Babel — or the Future of Speech", excerto de "As
Cinco Línguas Imperiais", 1930s"

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