Prezado Tony: Sua sugestão é razoável se se trata de cursos de graduação em 
computação e em matemática. Para o caso de um curso de graduação em Filosofia 
eu me posiciono em contra. Aí eu começaria por um curso de Lógica informal e 
depois seguiria com um curso de Lógica clássica de primeira ordem. Extensões da 
lógica clássica e lógicas divergentes deixaria para pós-graduação. Um abraço. 
Jorge Molina 

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De: [email protected] [[email protected]] em nome de 
Tony Marmo [[email protected]]
Enviado: segunda-feira, 9 de abril de 2012 14:11
Para: Lista acadêmica brasileira dos profissionais e estudantes da área de 
LOGICA
Assunto: [Logica-l] ENSINO DE LÓGICA, POR QUAL LÓGICA COMEÇAR?

Aos mestres, colegas e amigos,

Existe uma tradição, mesmo em centros onde lógicas não-clássicas são
estudadas aprofundadamente, de iniciar o estudo da lógica por uma
apresentação à lógica clássica.
Depois, conforme a escola de pensamento seguida, estudam-se outras lógicas
e apresenta-se inclusive a ideia de que a lógica clássica pode ser vista
como um caso particular de outras lógicas.

A pergunta que faço é a seguinte: por que não começar os cursos de
introdução por uma lógica ou por uma perspectiva não-clássica. Por exemplo,
por lógicas multi-valentes e mostrando como os sistemas bi-valentes são
casos particulares? Ou então pela lógica intuicionista? Ainda que faltem em
um ou outro caso textos mais acessíveis, deve ser possível confeccioná-los.

O que acham?
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Logica-l mailing list
[email protected]
http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
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