Aos mestres, colegas e amigos,

Existe uma tradição, mesmo em centros onde lógicas não-clássicas são
estudadas aprofundadamente, de iniciar o estudo da lógica por uma
apresentação à lógica clássica.
Depois, conforme a escola de pensamento seguida, estudam-se outras lógicas
e apresenta-se inclusive a ideia de que a lógica clássica pode ser vista
como um caso particular de outras lógicas.

A pergunta que faço é a seguinte: por que não começar os cursos de
introdução por uma lógica ou por uma perspectiva não-clássica. Por exemplo,
por lógicas multi-valentes e mostrando como os sistemas bi-valentes são
casos particulares? Ou então pela lógica intuicionista? Ainda que faltem em
um ou outro caso textos mais acessíveis, deve ser possível confeccioná-los.

O que acham?
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