Aos mestres, colegas e amigos, Existe uma tradição, mesmo em centros onde lógicas não-clássicas são estudadas aprofundadamente, de iniciar o estudo da lógica por uma apresentação à lógica clássica. Depois, conforme a escola de pensamento seguida, estudam-se outras lógicas e apresenta-se inclusive a ideia de que a lógica clássica pode ser vista como um caso particular de outras lógicas.
A pergunta que faço é a seguinte: por que não começar os cursos de introdução por uma lógica ou por uma perspectiva não-clássica. Por exemplo, por lógicas multi-valentes e mostrando como os sistemas bi-valentes são casos particulares? Ou então pela lógica intuicionista? Ainda que faltem em um ou outro caso textos mais acessíveis, deve ser possível confeccioná-los. O que acham? _______________________________________________ Logica-l mailing list [email protected] http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
