---------- Forwarded message ----------
From: Francisco Antonio Doria <famado...@gmail.com>
Date: Tue, Feb 28, 2012 at 10:18 PM
Subject: Re: [Logica-l] Sobre alguns teoremas de indecidibilidade e
incompletude
To: Décio Krause <deciokra...@gmail.com>


Teoria informal como p.e. no livro do Rogers - não dá pra fazer teoria da
computação em linguagens recursivas.


On Tue, Feb 28, 2012 at 10:15 PM, Décio Krause <deciokra...@gmail.com>wrote:

> Sim, Dória, independente de sistemas axiomáticos em particular, mas sim de
> que sua linguagem seja recursiva, etc, como nas condições do teorema de
> Gödel. Assim, concordo que, independentemene se uma formulação particular,
> o seu resultado se aplique, mas as condições do Teorema devem ser
> cumpridas. Está errado isso? Em uma "teoria" informal, nem sabemos direito
> qual a sua linguagem, regras de formação, etc. Como aplicar o teorema?
> Seria bacana, pelo menos para min, esclarecer isso.
> Abraços
> D
>
>
>
> ------------------------------------------------------
> Décio Krause
> Departamento de Filosofia
> Universidade Federal de Santa Catarina
> 88040-900 Florianópolis - SC - Brasil
> http://www.cfh.ufsc.br/~dkrause
> ------------------------------------------------------
>
> Em 28/02/2012, às 21:57, Francisco Antonio Doria <famado...@gmail.com>
> escreveu:
>
> > Tem uma construção devida a Post (1944) que mostra como da
> indecidibilidade
> > passamos à incompletude. Sempre me pareceu que indecidibilidade é o
> > fenômeno mais básico, já que a obtemos num ambiente informal, por assim
> > dizer, e o caminho contrário, a passagem da incompletude à
> > indecidibilidade, requer algumas suposições extra.
> >
> > Newton e eu procuramos a indecidibilidade aos sistemas caóticos, e isto
> > decorre, quase imediatamente, para sistemas ergódicos, das construções de
> > Richardson. Tentando fazer uma coisa mais geral, batemos nalgo que
> parecia
> > impossível, uma expressão razoavelmente simples para a Halting Function
> na
> > linguagem do cálculo. (A expressão é simples, mas deu o maior trabalho
> > chegar lá.) Depois construimos expressões similares para infinitos graus
> de
> > insolvabilidade, de modo a podermos tirar daí um teorema tipo Rice muito
> > poderoso. Algo como (sem tecnicalidades):
> >
> > - Seja uma linguagem formal, ``clássica'' (whatever that might mean) que
> > inclua ``bastante aritmética.'' Então se P é um predicado não trivial
> > (existem x, y, x≠y tais que provamos P(x) e não-P(y)) para z qualquer no
> > domínio de P, não há algoritmo geral que decida P(z).
> >
> > A dificuldade pode ser tão alta como quisermos.
> >
> > Estes resultados têm um caráter, digamos, absoluto, pois independem de
> > sistemas axiomáticos, já que podemos fazer tudo na matemática intuitiva.
> O
> > teorema de Tsuji é um corolário do resultado supra.
> >
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