Fica claro em particular que a tal "prova jurídica" tem pouco ou nada
a ver com aquilo que chamamos "demonstração" em matemática. :-)

JM

2011/11/15 Maria Francisca <[email protected]>:
> Prezados Colegas,
>
> A concepção e o emprego das provas jurídicas permanece, mesmo nos tempos 
> atuais, em conformidade com a obra clássica de Malatesta, link abaixo. É 
> interessante observar a classificação e a tipologia das provas conforme a 
> natureza, os fins, etc.
>
> Lembrando: o jurista Nicola Framarino Malatesta não tem nada a ver com o 
> anarquista Enrico Malatesta.
> Eis o link:
>
> http://bdjur.stj.jus.br/xmlui/bitstream/handle/2011/26788/A_logica_provas_materia.pdf?sequence=1
>
> Abaixo, o sumário do livro, com a classificação das provas.
>  Abraços,
> Maria Francisca
>
> INDICE
> PAG.
> D
> EDICATÓRIA................................................................................
> ....................................................................................
> 5
> P
> REFACIO 
> ......................................................................................
> ....................................................................................
> 7
> I
> NTRODUÇÃO................................... .. 
> ............................................
> 13
> PRIMEIRA PARTE
> Estados de espírito relativamente ao conhecimento
> da realidade
> P
> REÂMBULO...................................................................................
>  19
> C
> APÍTULO I - Certeza, sua natureza e espécies ........................... 21
> C
> APÍTULO II - Certeza emquanto ao sujeita, e convencimento judi
> cial 
> ..........................................................................................
> .....................................................
> ..................................................... 45
> C
> APÍTULO III - A probabilidade em relação com a certeza ............
> .......................................................................................................
> .......................................................................................................
> .......................................................................................................57
> C
> APÍTULO IV - A credibilidade em relação à certeza e à probabili
> dade 
> .............................................................................................
>  67
> SEGUNDA PARTE
> Da prova em geral
> C
> APÍTULO I - Prova e regras genéricas probatórias. ........................
> 84 CAPÍTULO II - Classificação fundamental das
> provas deduzida da
> sua natureza............................................. 
> ...................................
> ................................................................ 
> ..............................
> ................................................................ 115
> C
> APÍTULO IH-Classificação acessória das provas derivada dos seus
> fins 
> especiais................................................................................
> 123
> C
> APÍTULO IV - O onus da 
> prova......................................................
> 131
> 686
> Índice
> PÁG.
> TERCEIRA PARTE
> Divisão objectiva das provas
> C
> APÍTULO I - Prova directa e indirecta 
> ......................................... 147
> C
> APÍTULO II - Prova directa em especial 
> ....................................... 159
> C
> APÍTULO UE - Prova indirecta em especial, sua natureza e classifi
> cação 
> .......................................................................................
>  179
> Título 1.º-Presunção........................... ...
> .................................... 196
> Título 2.° 
> -Indício...........................................................................
>  205
> § 1.°- Indício em 
> geral............................................................ 205
> § 2.°- Indícios particulares . . ."-T '«í
> # . . . . . 231
> Artigo 1.°-Indício causal da capacidade intelectual e física para
> delinquir......................... ..... ..................... 
> ................................
> ...................................... ..........................
> ...................................... 232
> Artigo 2.°-Indício causal da capacidade moral para delinqüir pela
> disposição geral do espírito da pessoa 
> ......................................... 239
> Artigo 3.°-Indício causal da capacidade moral para delinqüir por
> um impulso particular para o crime 
> ........................................... 246
> Artigo 4.° - Indício de efeito dos vestígios materiais do delito . . 261
> Artigo 5.° - Indício de efeito dos vestígios morais do delito . . . 266
> C
> APÍTULO IV-Provas indirectas juris et de jure. , . 277
> QUARTA PARTE
> Divisão subjectiva das provas--Prova real -Prova pessoal
> P
> REÂMBULO............................... 
> ...................................................... 292
> C
> APÍTULO I - Divisão subjectiva da prova em real e pessoal . . 293
> C
> APÍTULO II -Presença em juízo do sujeito intrínseco da prova:
> Originalidade.............................................................................
>  309
> QUINTA PARTE
> Divisão formal das provas:
> Prova
> têstemunhal-Prova documental-Prova material
> Preâmbulo
> prospectivo da divisão formal das provas .....
> 326
> Índice
> 687
> PAG
> . SECÇÃO PRIMEIRA
> Prova têstemunhal
> C
> APÍTULO I - Prova têstemunhal, sua credibilidade abstracta e
> suas espécie 
> ................................................................................
>  335
> C
> APÍTULO II-Carácter específico da prova têstemunhal: Produ
> ção oral, sua natureza e seus limites ........ 841
> C
> APÍTULO IH - Credibilidade concreta da prova têstemunhal ...... 855
> Título 1.° - Avaliação do testemunho relativamente ao sujeito...... 358
> Título 2.°- Avaliação do testemunho relativamente à forma . . . 379
> Título 3.° - Avaliação do testemunho relativamente ao conteúdo. . 395
> Título 4.°- Valor do testemunho 
> clássico............................................. 411
> C
> APÍTULO IV - Têstemunho de 
> terceiro............................................. 416
> C
> APÍTULO V - Têstemunho do 
> ofendido............................................. 428
> C
> APÍTULO VI- Têstemunho do argüido. Sua natureza e suas espé
> cies. 
> .................................................................................................
>  443
> Título 1.° - Avaliação concreta do testemunho do argüido .................... 
> 448
> Título 2.° - Têstemunho do argüido sôbre facto próprio ..................... 
> 468
> § 1.° - Desculpa 
> ............................................................................. 
> 470
> § 2.° - Confissão. 
> ....................................................................... 482
> § 3.° - Confissão qualificada e 
> divisão.......................................... 500
> Título 3.° - Têstemunho do acusado sôbre facto de outrem . . . 512
> C
> APÍTULO VII-Limite probatório derivado da qualidade de ser
> único o depoimento .................................................. 
> ..................... 533
> C
> APÍTULO VIII-Limite probatório derivado do corpo de delito. . 551
> C
> APÍTUTO IX - Limite probatório derivado das regras civis de
> prova................................................................................................
>  563
> C
> APÍTULO X - Têstemunho pericial. 
> ................................................... 574
> SECÇÃO SEGUNDA
> Prova documental
> C
> APÍTULO I - Documento: sua natureza e espécies .............................. 
> 593
> C
> APÍTULO LT-Escritos em geral, sua classificação e seu valor............. 599
> C
> APÍTULO III-Documentos escritos em especial 
> ................................... . 612
> C
> APÍTULO IV -Avaliação concreta dos documentos .............................. 
> . 627
> 688
> Índice
> PAG.
> SECÇÃO TERCEIRA
> Prova material
> C
> APÍTULO I - Prova material: saa natareza, saa credibilidade abs
> tracta, e suas espécies 
> ................................................................... 635
> C
> APÍTULO II - O corpo de delito, sua natareza e suas espécies emquanto
> pode ou dere ser objecto de prova material . 645
> C
> APÍTULO III - Prova material pròpriamente dita e impròpriamente
> dita 
> ...................................................................................
>  661
> Titulo I - Prova material pròpriamente dita: verificação judicial . 664
> Titulo II - Prova material por ficção jurídica: verificação 
> quási-judicial.............................................................................
> ................. 665
> C
> APÍLULO IV-Avaliação concreta da prova material .................. 675 
> Conclusão.............................................................................................
>  683
>
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