Parabéns à USP, que a partir de *amanhã*, dia 18, inaugura um novo
regimento da pós-graduação no qual a produção teses em inglês e
espanhol são finalmente permitidas!
http://www.usp.br/prpg/pt/pdf-formularios/novoRegimentoPOS15092008.pdf

Semana que vem divulgarei a lista com as outras universidades
brasileiras que aceitam, que proíbem ou que se omitem acerca da
produção parcial/total de teses em inglês/outras línguas.  Agradeço
mais uma vez a colaboração de todos os colegas na coleta desta
informação.

Entendo que isto deve ser mais um fator que os alunos devem levar em
consideração ao escolher a universidade em que pretendem conduzir suas
pesquisas.

Joao Marcos


2008/9/11 Joao Marcos <[EMAIL PROTECTED]>:
> Caros colegas:
>
> Diversas universidades brasileiras possuem regras que dificultam ou
> impedem os nossos alunos de pós-graduação de escreverem seus trabalhos
> de conclusão EM INGLÊS.  Normalmente a regra é justificada por um
> argumento "patriota" qualquer envolvendo a língua portuguesa e a
> unidade e a soberania nacionais, mas todos sabemos que um dos efeitos
> disto é tornar a ciência produzida aqui no Brasil "protegida" da
> crítica externa de quem realmente produz ciência de impacto mundo
> afora.  Curiosamente, na maior parte das universidades de Portugal, em
> particular, bem como em muitos outros países desenvolvidos e
> produtores de ciência de todo o globo, a regra é justamente *escrever
> em inglês*, sempre que "pertinente" e "possível"...
>
> Bom, mas esta mensagem não é uma provocação, mas sim um *pedido*.
> Independente de vocês concordarem ou não com o que eu afirmo acima,
> gostaria de solicitar aos colegas brasileiros que me contassem um
> pouco sobre a realidade acadêmica em suas universidades, respondendo
> aos 2 itens abaixo:
>
> (i) é possível/permitido aos alunos de pós da sua universidade
> escreverem suas dissertações/teses total/parcialmente em inglês/outra
> língua?
>
> (ii) qual a norma interna específica que regula isto, em cada caso?
> (link para a norma? texto da norma?)
>
> Observo que em *muitos* casos a suposta "proibição" de se escrever em
> inglês não existe como norma escrita, mas está apenas na cabeça das
> pessoas (daí a importância da resposta ao item (ii) acima).
>
> Estarei coletando informações nos próximos dias, e divulgarei o
> resultado mais tarde aqui na lista.
> Respostas por favor OFF-LIST.
> Agradeço antecipadamente a atenção.
>
> João Marcos


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