Osni Paulo Silva Oliveira wrote: > Tudo bem: implementar tipos abstratos de dados em > linguagens estruturadas � perfeitamente poss�vel. Por�m, voc� perde > os mecanismos de seguran�a nativos da linguagem que n�o permitem que > voc� "fuja" do conceito de TAD.
Mecanismos um pouco menos b�sicos de OO est�o ausentes em linguagens estruturadas. Por exemplo, como eu implemento serializa��o em C? A existencia de estruturas e ponteiros na linguagem C nao justifica dizer que uma referencia a um endereco de memoria para essa estrutura � uma instancia de um objeto! Pois se eu destruir essa instancia o "objeto" continua l�, pois na verdade ele nunca foi instanciado e sim referenciado. Emular OO em linguagens q nao implementam o conceito de classe, inst�ncia, heran�a, interfaces e polimorfismo n�o � orientacao a objeto, � uma gambiarra. Inclusive, a impossibilidade de fazer OO em C foi discutida nessa mesma lista em uma thread de alguns meses atr�s. Consultem o hist�rico. Acho que pra progredirmos a discussao faltou definir aqui o que � orienta��o a objeto. Natural, at� pq cada autor tem uma defini��o diferente da outra. Thiago -- He who fights and run away lives to fight another day. (Bob Marley) Assinantes em 02/11/2001: 2377 Mensagens recebidas desde 07/01/1999: 139699 Historico e [des]cadastramento: http://linux-br.conectiva.com.br Assuntos administrativos e problemas com a lista: mailto:[EMAIL PROTECTED]
