Osni Paulo Silva Oliveira wrote:
 
>         Tudo bem: implementar tipos abstratos de dados em
> linguagens estruturadas � perfeitamente poss�vel. Por�m, voc� perde
> os mecanismos de seguran�a nativos da linguagem que n�o permitem que
> voc� "fuja" do conceito de TAD.

Mecanismos um pouco menos b�sicos de OO est�o ausentes em linguagens
estruturadas. Por exemplo, como eu implemento serializa��o em C? A
existencia de estruturas e ponteiros na linguagem C nao justifica dizer
que uma referencia a um endereco de memoria para essa estrutura � uma
instancia de um objeto! Pois se eu destruir essa instancia o "objeto"
continua l�, pois na verdade ele nunca foi instanciado e sim
referenciado. Emular OO em linguagens q nao implementam o conceito de
classe, inst�ncia, heran�a, interfaces e polimorfismo n�o � orientacao a
objeto, � uma gambiarra.

Inclusive, a impossibilidade de fazer OO em C foi discutida nessa mesma
lista em uma thread de alguns meses atr�s. Consultem o hist�rico.

Acho que pra progredirmos a discussao faltou definir aqui o que �
orienta��o a objeto. Natural, at� pq cada autor tem uma defini��o
diferente da outra.

Thiago

-- 
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