Oi, Carlos.

Good question.

É aquele ditado, "quem pode, pode... quem não pode, se sacode".

:-)

Em uma software-house, gerência de problemas pode representar o
gerente de desenvolvimento... e a gerência de incidentes o próprio
suporte técnico.

Numa empresa cuja infraestrutura de ti seja pequena, a situação
acima pode se repetir, apesar de que os problemas podem espocar
de outros lados também.



Acho que a divisão ITIL'ana deve-se ao fato que uma gerência
(incidentes) simplesmente põe o usuário a trabalhar novamente.  E a outra
vai mais a fundo investigar o que gera os problemas e como resolvê-los.



Nas empresas, muitas vezes a responsabilidade dessa solução fica
de maneira distribuída para um segundo nível (redes, segurança etc.).

O ruim - na distribuição - é que não temos ninguém gerenciando a
busca de soluções.

Por vezes, o suporte assume essa responsa. E come o pão que o diabo
amassou "enchendo o saco" dos outros. Noutros lugares, ele  exime-se
dos abacaxis, passando adiante as incomodações e lavando as mãos.

Mas...

Também não dá pra comprar tantos chapéus quando os ambientes
são pequenos e com recursos restritos.

Digamos que "fazemos o melhor que podemos" seja uma frase legal para
tais situações.

;-)

EL CO






2009/9/15 Carlos Alberto Rocha <[email protected]>

>
>
>  Pessoal,
>
>
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> Gostaria de colocar uma pimenta a mais no debate. Conheço várias empresas,
> inclusive aquela onde eu trabalho, onde os papéis de gerente de incidentes e
> gerente de problemas são exercidos por uma só pessoa. Tenho certeza de que
> muitos de nós conhecem bem esta realidade e sabem que este cenário não se
> aplica à pequenas , médias ou grandes empresas e tampouco está restrito a um
> segmento de negócio. Pergunto:
>
>
>
> O que vcs pensam a respeito deste modelo?
>
> Pode ser uma solução inteligente para os conflitos de interesses ou acaba
> sendo apenas uma máscara?
>
> Quais problemas podem surgir no uso deste modelo?
>
>
>
> Abraços a todos!
>
> Carlos Rocha
>
> 
>

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