A única coisa que sinto falta no Linux, tomo como falha do fabricante de celular que eu gosto e não como limitação do Linux. Não consigo fazer sincronização de minha agenda e contatos, mas confesso que não tentei muito. Fiquei mal acostumado com tudo que eu compro funcionar que não pensei em comprar um celular da mesma forma que eu compro os periféricos e componentes que uso no meu computador.
Já tive muito problema com hardware que não funcionava, mas depois que passei a só comprar periféricos e placas que estão em listas de hardware compativel, ou que o fabricante tem uma politica de apoio ao software livre passando informaçãos para a comunidade (nesse caso compro o que já tem driver), ou que eles mesmos desenvolvem o driver, nunca mais tive problema algum. O que vejo hoje com as pessoas que tem problema é não pensar antes de montar um computador, vão na loja compram as peças com foco em montar um computador barato ou o mais "top de linha" perfeito para jogos de Windows. Depois disso (o de componentes mais obscuros ou mais sofisticados), se lembram que do Linux e querem que tudo fucnione bem nele como funciona no outro sistema. Quando esse camarada comprou os componentes ele nem pensou no Linux, como é que vai querer que tudo funcione nele? Para o primeiro caso, o camarada queria fazer um computador muito barato e saiu minimizando o preço de todos os componentes acontece que essese componentes com provavel qualidade duvidosa foram construidos para rodar num sistema que os usuários estão muito acostumados a ter problemas de travamentos e reinstalações. Esse camarada deveria ter optado por um computador montado de loja de departamentos que já vem com Linux e instalar o Linus de sua preferência e o mesmo W* não licenciado que ele instalou na sua montagem. Isso me remete a um artigo que li no Linux Journal há muito tempo, falando de Hardware for W* - O hardware é ruim porque o software é ruim (W*) ou o software é ruim porque o software é ruim (fabricante de componentes não primam pele qualidade)? Para o segundo caso, o camarada tinha um objetivo, jogar a última versão do Jogo que ele gosta. Em quase 100% desses casos só existira problemas com a plca de vídeo, mas alguns fabricantes estão fazendo driver para o Linux e elas tendem a funcionar, mas podem precisar de muitos ajustes e alguns bem obscuros. Se ele der sorte da placa que ele precisa para o jogo que ele gosta for uma placa que muito usuário de Linux vai usar ele tem grande chance de conseguir instruções, mas vai ter que garimpra um pouco, na pior das hipóteses ele não terá os efeitos 3D do Compiz, mas não deve ter problemas em usar o básico. O que eu vi até o momento nessa questão de "O que sinto falta" que passou a "vale a pena" são questões que via muito entre 1995 e 2003, depois disso as distribuições ficaram melhores e somente precisamos de cuidados na hora de adquirir um preiférico, mas nada que impeça uma funcionalidade. Podemos ficar limitados nas escolhas, para não ter que ficar penando depois. Fico por aqui. Já escrevi demais. Não tomem isso como uma declaração de guerra. É simplesmente a minha opinião que pode não ser a mesma de você. Saudações, Flávio -- Quidquid latine dictum sit, altum sonatur. _ (o- Flavio Raphael Barcellos //\ . [email protected] V_/_ ..: http://www.flickr.com/fbarcellos (Tudo que é dito em latim soa mais profundo.) -- Mais sobre o Ubuntu em português: http://www.ubuntu-br.org/comece Lista de discussão Ubuntu Brasil Histórico, descadastramento e outras opções: https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br

