O Winbind usa outro tipo de sessão, a sessão de usuário do windows. É
mais ou menos como o processo de mapeamento de unidades de rede nos
windows: depois de feita uma primeira conexão é "salvo" um canal de
comunica ção reaproveitado sempre.
As desvantagens disso é que o NTLM pode ser quebrado por um sniffer
(requer NTLMv2 para segurança, logo o domínio deve ser 2000 ou 2003
nativo) já que manda hashes LM junto (no caso do winbind).
Sempre que usei o winbind a intenção era que o usuário não digitasse a
senha (realmente isso não acontece aqui, sempre passa reto), o caso da
autenticação por sessão, de logon.
O grande problema disso é que se um usuário deixa a estação
desbloqueada e outro tenta ou acessa sites impróprios quem vai ser
registrado é o dono da sessão, o usuário logado...
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Maxwillian Miorim <[EMAIL PROTECTED]>
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* Slackware 10.2/current
* OpenBSD 3.9
* Debian SID
Todo software em C deveria iniciar com um:
#ifdef WIN32
printf(" Hey, what about a real OS?\n ");
exit(1);
#endif
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