Quando a hipótese nula é de que tratamento A seja inferior a tratamento B, você pode estar interessado num teste de hipótese onde a alternativa seja a "não-inferioridade", ou seja, de que o efeito de B menos o efeito de A seja menor do que um valor aceitável conforme o contexto.
-- Leonardo Ferreira Fontenelle http://lattes.cnpq.br/9234772336296638 Em Sáb 1 nov. 2014, às 20:43, Fernando Antonio de souza escreveu: > Caros colegas > Não sei se é uma questão ingênua, me ocorreu agora e queria uma opinião. > A hipótese nula representa a hipótese comumente aceita e que o > pesquisador > deseja provar ser falsa. Esta hipótese não necessariamente expressa > igualdade de dois tratamentos ou da media da população a um valor > pre-determinado. Por exemplo se é sabido q dois tratamentos são > diferentes > e você deseja demonstrar q são iguais, a hipótese nula não é de igualdade > mas de diferença. Estou certo? Como procedo na Anova uma vez q a hipótese > nula no R é de igualdade? Penso q conduzo a analise da mesma forma só q > meu > interesse estará em aceitar a hipótese nula ao invés de rejeita-la . Não > deveria o software permitir a definição da hipótese nula pelo usuário? > _______________________________________________ > R-br mailing list > [email protected] > https://listas.inf.ufpr.br/cgi-bin/mailman/listinfo/r-br > Leia o guia de postagem (http://www.leg.ufpr.br/r-br-guia) e forneça > código mínimo reproduzível. _______________________________________________ R-br mailing list [email protected] https://listas.inf.ufpr.br/cgi-bin/mailman/listinfo/r-br Leia o guia de postagem (http://www.leg.ufpr.br/r-br-guia) e forneça código mínimo reproduzível.
