Eu mesmo como ativista de SL a mais de 11 anos ... participante desde o FISL4 e proprietário de uma empresa baseada em negócios em Software Livre , ainda sinto dificuldades de interpretação das milhares de licenças, por isso estou adorando a colaboração e discussão da lista!

claro que a GPL mesmo gerando está discussão, considero a licença mais fácil de se entender junto com a BSD, e concordo com alguns , SIM você pode vender seu código .... nós fazemos isso! , inclusive vendemos software GPL não gerados por nós, claro que com "acessórios" !

Os mesmos códigos que vendemos estão livres no sourceforge.net para quem quiser baixar!

código + suporte + consultoria + treinamento  = vendemos projeto!


o problema começa quando você abre um software e embutido dentro em um diretório chamado license com mais de 30 licenças livres diferentes , baseadas em BSD ou GPL ...

continuem colaborando!




Em 13-12-2012 16:14, [email protected] escreveu:
2012/12/13 Marcus Vinicius <[email protected]>:
Tudo legal ;-)

Só uma observação, lá embaixo:
Se você licencia um código sob GPL, você não é obrigado a distribuir o
código fonte para todas as pessoas do mundo.  Você só é obrigado a
distribuir o código fonte para aquelas pessoas que efetivamente
possuem/compraram seu software, e mesmo assim, só se elas pedirem.  É
direito delas ter acesso ao código, mas não é seu dever distribuí-lo
para todas as pessoas possíveis.
**para as pessoas que compraram o seu serviço de desenvolver o software.
Na prática, a pessoa está pagando pelo desenvolvimento, sim. Mas ela
está pagando pela distribuição dele também.

Parafraseando [1]:

     Muitas pessoas acreditam que o espírito do projeto GNU está em não
cobrar dinheiro para distribuir cópias de software ou cobrar o mínimo
possível -- somente o suficiente para cobrir os custos.

     Na verdade, nós incentivamos as pessoas que distribuem software
livre a cobrar o quanto desejarem ou puderem.

Outro trecho interessante:

    Então, a menos que você cuidadosamente faça distinções, como faz
esse artigo, sugerimos que é melhor evitar o uso do termo "vender
software" e escolher alguma outra expressão no lugar. Por exemplo,
você poderia dizer "distribuir software livre por uma taxa" -- isso
não ficaria ambíguo.

O caso do nosso amigo é o mesmo: o percebido é que a pessoa está
vendendo o software, mas de fato ela só está distribuindo. "Vender
software" e "distribuir software" querem dizer a mesma coisa. O único
problema é que existe uma sobrecarga de "vender software", que quer
dizer outra coisa, como aponta o artigo da FSF. Então, nesse caso, o
recomendado por eles é evitar o uso da expressão. Mas ela não está
incorrera por si, ela só pode causar uma interpretação incorreta.

Então, voltando ao caso original da thread, sim, a pessoa pode vender
o software, mesmo ele sendo livre. Porque, na prática, o que ela está
fazendo é só distribuir esse software.

Ricardo Panaggio

[1]: http://www.gnu.org/philosophy/selling.html
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