On May 15, 2007, "Fabianne Balvedi" <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> On 5/16/07, Alexandre Oliva <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
>> On May 15, 2007, "Fabianne Balvedi" <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
>> > "(...) Biotrophic parasites cannot survive in a dead host and
>> > therefore keep their hosts alive.
>>
>> Ao contrário dos agentes patológicos não são simbiontes, que causam
^^^ tá sobrando
>> tanto malefício ao hospedeiro que acabam por matá-lo.
> Então, é desse tipo de parasita que eu estou falando...
Minha frase ficou truncada, então não sei nem se você entendeu (eu
mesmo demorei pra entender onde eu tinha errado ;-)
Agentes patológicos não simbiontes não são parasitas, pois parasitismo
é uma forma de simbiose.
> Encontrei vários textos que citam o comensalismo também é um tipo de
> parasitismo... até a simbiose como um parasitismo:
Bom, barbaridades pelo mundo afora, basta procurar pra achar ;-)
Mas lembro bem dos estudos na escola, no colégio e depois na Wikipedia
que essas classificações estão invertidas. Parasitismo e
comensalismos são tipos diferentes de simbiose, assim como patentes e
direito autoral são tipos completamente diferentes de leis, embora um
monte de gente faça confusão a respeito.
> O engraçado é que parece estamos fazendo com a
> palavra parasita o mesmo que se faz com a palavra hacker,
> usando ela apenas na sua aplicação negativa.
Não surpreende, considerando que a definição na wikipedia e
dicionários em línguas consensuam que o parasita causa dano ao
hospedeiro, sem porém matá-lo.
> Mais engraçado ainda é, se for ficar no comensalismo, imaginar o
> movimento do software livre com um tubarão e os peixinhos que ficam em
> volta comendo seus restos com as empresas fechadas.
Isso é tomar um exemplo pelo todo. Parasitismo é o tipo de simbiose
em que normalmente o parasita é significativamente menor que o
hospedeiro. No comensalismo, essa desproporção não é caso normal.
Tomar um exemplo de comensalismo para refutar a analogia é um
silogismo.
> "Em certos casos, a assimetria do parasitismo deixa de ser evidente,
> mesmo porque o objetivo do parasita não é matar seu hospedeiro, mas
> sim se aproveitar dele."
Sim, é se aproveitar dele sem matar.
É beber da fonte que o outro limpa sem envenenar a fonte.
> Então aí vem o que o Glauber falou:
>> "[...] Se compartilharmos não teremos isso e aquilo. Os cientistas,
>> as pesquisas, todo mundo já provou que compartilhar é uma coisa
>> ruim". Tu é doido, ia ficar muito difícil viver.
> E você respondeu:
> "De fato :-)"
Para o trechinho acima, que eu tinha cortado da mesma maneira na
mensagem anterior, mas você colou de volta com os trechos com que eu
não concordava e que eu comentei separadamente.
> foi para dizer que :
... não podendo compartilhar, ia ficar muito difícil viver.
> * de fato você é doido? :o)
Quanto a isso, não há dúvidas ;-)
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Alexandre Oliva http://www.lsd.ic.unicamp.br/~oliva/
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