Hahaha,
Adorei Bruno!
Este negócio de andar (nadar) prá frente, para trás, girar, etc, etc, me
fez fazer uma viagem no tempo, pois me lembrei do velho LOGO ainda em DOS!
Como não sei sua idade, posso estar falando japonês, mas.... há 10000
anos atrás (como diria o Raul Seixas), quando a IBM encampou um
interessante projeto de Logo nas escolas, minha empresa (na época) era
chancelada para apresentar treinamentos desta (boa) geringonça aos
professores. O velho e eficaz construtivismo ainda pouco usado nas
escolas, mesmo hoje (neguinho ainda anda muito conteudista pro meu gosto).
Se não estou delirando, acho que na época ainda havia muito Windows
3.11... na praça (mas certamente eu já era viciado no malditoTetris
usual e em uma versão tridimensional ótima).
Caraca! Que viagem!
Afetuoso abraço,
Nehab
Em 19/5/2011 17:23, Bruno França dos Reis escreveu:
Em aberto?
Se o nadador estivesse nadando paralelo ao rio, é só ele fazer uma curva
mínima, e continuar até chegar às margens.
Caso o nadador não saiba a direção em que estava nadando (suponhamos uma
briga com os peixes, que o deixou desorientado, antes de ter seus olhos
devorados), ele poderia nadar seguindo uma "espiral", aí certamente
encontrará a margem, não? O algoritmo seria:
n<- 1
Enquanto não achar a margem, repita:
- dar n braçadas para frente
- virar 90 graus para a esquerda
- dar n braçacas para frente
- virar 90 graus para a esquerda
- n<- n + 1
Como a largura é finita, e a espiral cresce de tamanho em todas as direções,
esse algoritmo certamente termina em um tempo finito!
Tem alguma falha que eu não vi nesse processo?
Abraço!
Bruno
--
Bruno FRANÇA DOS REIS
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e^(pi*i)+1=0
2011/5/19 Albert Bouskela<[email protected]>
Olá a todos,
Uma curiosidade: – Parece-me que o problema abaixo (tão simples!) permanece
em aberto.
Um nadador está nadando (o que mais pode fazer um nadador?) em um ponto
qualquer de um rio horizontal, retilíneo, com correnteza desprezível,
comprimento infinito e largura finita.
Subitamente, peixes extremamente vorazes devoram os olhos do malfadado
nadador, ou, com menos drama, cai a noite absolutamente escura.
Qual é a trajetória que o nadador deve trilhar, i.e., nadar, para atingir –
seguramente – uma das margens, nadando a menor distância possível?
Obs.: – O malfadado nadador tem, implantado em sua cabeça, um sistema de
navegação que lhe informa, continuamente, a sua posição em relação ao ponto
inicial (o ponto no qual os peixes devoraram os seus olhos).
Saudações,
Albert Bouskela
[email protected]
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http://www.mat.puc-rio.br/~obmlistas/obm-l.html
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