Turma! O sinal de porcentagem tem um ar confortavelmente prsuasivo de 
respeitabilidade e finalidade, mas isso conduz a empregos em que sua 
respeitabilidade se torna abertamente duvidosa. As porcentagens tendem muitas 
vezes a ocultar os aspectos significativos dos dados originais.
 
Se os valores de A e B são 189 e 267, respetivamente, B então é equivalente a 
141% de A, e daí o crescimento ser equivalente a 41%. Se B é mostrado como 
tendo crescido 141%, o impacto na mente é maior do que se fosse mostrado tendo 
crescido 41%.
 
Um fabricante, cujas despesas são fixadas a prazo curto, experimenta uma queda 
nas vendas. Suas vendas no primeiro foram de $10.000 e teve um lucro de $225, 
equivalente a quase 3% do total das vendas. No ano seguinte, suas despesas 
permanecem as mesmas de $9.775, suas vendas caem 3/4%, para $9.925. Seu lucro 
portanto cai para $150. A queda do lucro foi expressa como uma porcentagem do 
ano 1. Por que não do ano 2? Isso não é simples de explicar...!
 
Outro fabricante vendeu bens num valor da fatura de $1.000 menos 5% de 
desconto, dando um valor líquido de $950. Surgiu uma nota de crédito de $60 de 
modo que o montante liquido a ser pago foi de $890. O desconto total foi então 
$110 ou 11% do valor original. Mais tarde descobriu-se que foi feito um erro e 
a fatura foi calculada em preços desatualizados. Os preços de fato subiram 5% 
e, como isso foi omitido pela fatura, o cliente saiu lucrando. Qual o desconto 
total real?
 
A propósito, "94 entre 100" é matematicamente o mesmo que 94%...?
 
Abraços!
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