Olá, Pessoal!
 
...suponha que, na Opção 1, o indivíduo preferisse escolher o time da Liga 
Americana. Supostamente, isso significa que ele preferiria se decidir direto 
pelo time da Liga Americana do que se decidir pela Opção 1 jogando uma moeda, 
digamos, tal que escolherá Americana se cara, e Nacional se coroa. Mas vamos 
examinar esse procedimento aleatorizado. Não interessa se o time da Liga 
Americana ganhe ou perca, ele tem uma probabilidade objetiva de 50-50 de pegar 
o ganhador com a jogada da moeda. (Verifiquem isso!) O fato de ter jogado uma 
moeda antes não deveria interessar. Mas, se esta for uma questão relevante, 
então talvez ele possa usar um amigo para jogar a moeda, e colocar secretamente 
o resultado em um envelope selado, que abrirá após o jogo. Mas esse raciocínio 
diz que o procedimento aleatorizado é equivalente à Opção 2. Se na Opção 1 o 
indivíduo preferisse uma escolha livre do time da Liga Americana em lugar de 
recorrer aos caprichos da moeda, então por transitividade ele deveria preferir 
a Opção 1 à Opção 2. Não acham?Não devia então mudar de opinião? É claro que 
sim...
 
A propósito, quando lançamos duas caras em sucessão, qual é a probabilidade de 
que o próximo lançamento também seja uma cara? Como pode a probabilidade de um 
evento mudar pela metade durante seu curso? Será que a probabilidade não tem 
significado para o passado, tornando absurda a declaração original de que as 
chances de três caras consecutivas sejam uma em oito?
 
Abraços!
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