Dear MARMAM members,
We are pleased to announce the following publication:
Intensive fishing has not forced dietary change in the South American fur seal 
Arctophoca
(=Arctocephalus) australis off Río de la Plata and adjoining areas by Vales DG, 
F Saporiti, L
Cardona, LR Oliveira, RA dos Santos, ER Secchi, A Aguilar, EA Crespo. Aquatic 
Conservation:
Marine and Freshwater Ecosystems. doi: 10.1002/aqc.2397
Abstract is below (English-Spanish-Portuguese)
The paper is available online at
http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/aqc.2397/abstract
or PDF requests can be sent to [email protected]
Best regards,
Damián

ABSTRACT
South American fur seals (Arctophoca australis) inhabiting the Río de la Plata 
plume and
adjoining areas are known to forage upon a wide range of prey (i.e. pelagic, 
demersal and
benthic species). Since the 1960s, trawlers have operated in the area, 
targeting primarily
demersal and benthic species. Carbon and nitrogen stable isotope ratios from 54 
adult
male fur seals dead stranded along the coast of southern Brazil from 1994 to 
2011 were
analysed to investigate whether the intensification of fishing in Río de la 
Plata and
adjoining areas since the mid-1990s has reduced the availability of benthic and 
demersal
prey to the growing population of South American fur seals. No significant 
correlation
between 13C or 15N values and stranding year was found, thus revealing that fur 
seals
maintained a steady diet over 17 years. Reconstruction of the isotopic 
landscape of the
study area using potential prey of fur seals showed a spatial segregation, with 
prey from
southern Brazil typically enriched in 13C and depleted in 15N compared with 
those from
northern Argentina. Most adult male fur seals relied mainly on small pelagic 
fishes and
squid captured on the continental shelf, whereas medium pelagic and 
demersal-benthic
prey played a minor role in the diet. It is concluded that South American fur 
seals rely on
pelagic resources (i.e. small pelagic fish and squid) more strongly than 
previously thought
and that their diet does not reflect the varying abundance of demersal-benthic 
resources in
the area. As long as small pelagic fish remain under-exploited in the area, 
competition
between fisheries and fur seals is not expected. However, it is difficult to 
foresee how
changes in the structure and dynamics of the ecosystem caused by fisheries may 
affect
South American fur seal conservation in the long term.

RESUMEN
El lobo fino sudamericano (Arctophoca australis) que habita frente al Río de la 
Plata y en
áreas adyacentes se alimenta de un amplio rango de presas (pelágicas, 
demersales y
bentónicas). Desde los 60s, barcos arrastreros han operado en el área 
focalizándose
principalmente en especies demersales y bentónicas. Con el fin de investigar si 
la
intensificación de la pesca en el Río de la Plata y áreas adyacentes desde 
mediado de los
90s ha reducido la disponibilidad de presas bentónicas y demersales para la 
creciente
población de lobo fino sudamericano, se analizó la proporción de isótopos 
estables de
carbono y nitrógeno de 54 lobos finos machos adultos varados muertos a lo largo 
de la
costa del sur de Brasil desde 1994 hasta el 2011. No se halló correlación 
significativa entre
los valores de 13C o 15N y el año de varamiento, revelando que los lobos finos
mantuvieron una dieta estable durante 17 años. La reconstrucción del paisaje 
isotópico
utilizando presas potenciales de los lobos finos en el área de estudio mostró 
una
segregación espacial, con las presas del sur de Brasil típicamente enriquecidas 
en 13C y
empobrecidas en 15N en comparación con las presas del norte de Argentina. La 
dieta de la
mayor parte de los machos adultos se basó en peces pelágicos pequeños y 
calamares
capturados en la plataforma continental; mientras que los peces pelágicos 
medianos y
bentónicos demersales desempeñaron un rol menor en la dieta. Se concluye que el 
lobo
fino sudamericano basa su dieta en recursos pelágicos (peces pelágicos pequeños 
y
calamares) con mayor intensidad de lo pensado y que su dieta no refleja la 
variación en la
abundancia de los recursos bentónicos demersales en el área. Mientras la pesca 
de peces
pelágicos pequeños permanezca sub-explotada en el área, no se espera que haya
competencia entre las pesquerías y  los lobos finos. No obstante, es difícil 
predecir como
los cambios en la estructura y dinámica del ecosistema producidos por las 
pesquerías
puedan afectar la conservación del lobo fino a largo plazo.

RESUMO
Os lobos-marinhos-sul-americanos (Arctophoca australis) habitam a região da 
pluma do Rio
da Prata e áreas adjacentes e são conhecidos por alimentarem-se de uma ampla 
gama de
presas (ex. espécies pelágicas, demersais e bentônicas). Desde a década de 
1960, barcos de
arrasto vem operando na área, tendo como alvo principal as espécies demersais e
bentônicas. Neste estudo foram analisadas as taxas de isótopos estáveis de 
carbono e
nitrogênio de 54 machos adultos de lobo-marinho-sul-americano, os quais foram
encontrados mortos ao longo da costa sul do Brasil entre 1994 e 2011, a fim de 
investigar
se a intensificação da pesca no Rio da Prata e áreas adjacentes desde meados da 
década de
1990s chegou a reduzir a disponibilidade de presas demersais para a crescente 
população
destes lobos-marinhos. Não foi encontrada nenhuma correlação entre o ano de 
encalhe
dos animais e a abundância relativa dos isótopos de carbono 13C ou nitrogênio 
15N
presentes nas amostras estudadas, revelando que os 
lobos-marinhos-sul-americanos da
região mantiveram uma dieta estável por mais de 17 anos. A reconstrução do 
cenário
isotópico da área de estudo através da análise das potencias presas dos 
lobos-marinhos-
sul-americanos demonstrou uma segregação espacial, com as presas do sul do 
Brasil
tipicamente enriquecidas em 13C e empobrecidas em 15N em comparação com as 
presas do
norte da Argentina. A maioria dos machos adultos consumiu principalmente 
pequenos
peixes pelágicos e lulas encontradas na plataforma continental, enquanto que as 
presas
meso-pelágicas e demerso-bentônicas tiveram um papel secundário na sua dieta. 
Concluiu-
se que os lobos-marinhos-sul-americanos na área de estudo dependem mais do que 
se
acreditava do consumo de recursos pelágicos (ex.: pequenos peixes pelágicos e 
lulas) e que
sua dieta não apresentou mudanças na abundância de recursos demerso- bentônicos 
na
região. Enquanto os pequenos peixes pelágicos permanecerem pouco explorados na
região, não se espera que ocorra competição entre a pesca e os lobos-marinhos. 
No
entanto, é difícil prever como as mudanças na estrutura e na dinâmica do 
ecossistema
causadas pela pesca poderiam afetar a conservação do lobo-marinho-sul-americano 
a
longo prazo.


--------------------------------------------------------------------
Damián G. Vales
Lic. en Cs Biológicas
Laboratorio de Mamíferos Marinos
Centro Nacional Patagónico (CENPAT)
Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET)
Boulevard Brown 2915,
9120 Puerto Madryn, Argentina
Tel:    54 (280) 4451375/4451024  Int 1252
Fax:    54 (280) 4451543
E-mail: [email protected]
--------------------------------------------------------------------
_______________________________________________
MARMAM mailing list
[email protected]
https://lists.uvic.ca/mailman/listinfo/marmam

Reply via email to