Parcialmente ligado ao tema da diversidade de gênero, e considerando
que não há um problema específico de isonomia salarial na carreira
acadêmica brasileira
(https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/g/logica-l/c/-10eaIKTbA0/m/QfJhm53NAAAJ),
parece-me importante que trabalhemos para tornar as nossas
conferências mais "child-friendly" (este sim, um problema que
ultrapassa fronteiras).  A situação das mulheres-mães, em particular,
precisa ser vista com bastante sensibilidade e empatia.

Tendo sido pai solteiro de uma criança bem pequena com o restante da
nossa família morando a milhares de quilômetros de distância, tive que
abrir mão de participar de algumas conferências por este exato motivo.
No Brasil eu me recordo com muito carinho, em particular, do evento
organizado pelo Marcos Silva em Recife, em 2019, no qual ele me ajudou
a encontrar uma creche para a minha filha passar parte do dia.  Pouco
antes disso, quando organizamos o CADE-27 em Natal, busquei oferecer
opções para viabilizar a participação de tutores de crianças pequenas:
https://www.mat.ufrn.br/cade-27/?page_id=349

Talvez valha a pena levar tal tipo de prática em consideração numa
futura segunda versão da cartilha SOL?

Bom trabalho!
Joao Marcos

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